20 de agosto de 2017

Imagem de um dia...

Pracinha se despede do filho ao partir para a Itália (Abril de 1944)
A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas
Fotografias da História/montedo.com

Tenente do Exército morre ao saltar de paraquedas em Rondônia

Clube garante que paraquedas de tenente do Exército abriu normalmente
Imagem: Clube Amazonjump
Porto Velho (RO) - O militar do Exército Diego Monteiro de Oliveira morreu de forma trágica na manhã deste sábado (19), ao saltar de paraquedas de uma aeronave, na região do aeroclube da capital de Rondônia. As informações iniciais, de que o paraquedas principal não teria funcionado, foram desmentidas pelo Clube Amazonjump, do qual o militar era sócio. Em nota, a 17ª Brigada de Infataria de Selva também afirmou que o paraquedas estava aberto no momento em que o corpo foi encontrado. O parqeudas foi enviado à Confederação Brasileira de Paraquedismo, para perícia. A polícia civil de Rondônia abriu um inquérito para investigar o caso.
Diego era primeiro tenente e servia na 17ª Companhia de Infantaria de Selva. Ele era solteiro e não tinha filhos.
Paraquedas não abre e homem morre na capital
Imagem: O Observador

19 de agosto de 2017

Quem nunca...

Quando o Sargenteante chega e diz:
- Vou ter que puxar agora alguém pra escala!
video

Soldado da FAB reage a assalto e morre em Manaus

Soldado da FAB é morto após reagir a assalto em Manaus, diz família
Crime ocorreu no conjunto Castanheira, bairro Zumbi dos Palmares.
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia (Foto: Arquivo pessoal)
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia (Foto: Arquivo pessoal)
Adneison Severiano, G1 AM
Um soldado da Força Aérea Brasileira (FAB), de 22 anos, morreu baleado após reagir a um assalto na noite de quinta-feira (17), no conjunto Castanheira, bairro Zumbi dos Palmares, Zona Leste de Manaus. O militar William Alves Freire foi baleado com três tiros ao tentar fugir dos criminosos, segundo familiares. Ele morreu em um hospital na capital.
Segundo a família do soldado, Alves foi abordado por quatro homens armados na Rua Sobral, por volta das 19h30. O soldado havia chegado na casa do pai depois de um dia de trabalho na Base Aérea.
"O William tinha chegado do trabalho, trocou de roupa e quando saia de casa para ir à academia, foi abordado por quatro homens que estavam em carro modelo HB20 preto. Testemunhas disseram que também tinha uma mulher com eles. Tentaram roubar a moto e achamos que ele tentou correr na moto", disse o padrasto da vítima, o auxiliar de almoxarifado Everaldo Oliveira, de 39 anos.
Os criminosos pretendiam roubar a moto modelo Honda Bros 2017 de 160 cilindradas.
Mesmo ferido, Alves tentou fugir dos assaltantes com a moto, mas os ladrões atiraram novamente e outros dois tiros atingiram o militar nas costas. Depois de baleado, o soldado colidiu a moto contra o muro de uma casa.
Testemunhas relataram à Polícia Civil que os assaltantes fugiram no carro sem levar a motocicleta da vítima, que ficou danificada após a ocorrência.
Alves foi socorrido por familiares e vizinhos e levado para Hospital Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu às 21h depois de sofrer anemia aguda hemorrágica.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investigará o crime. Até manhã desta sexta-feira (18), nenhum suspeito havia sido identificado ou preso.
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia. A família disse que William Alves havia economizado e poupado dinheiro para comprara moto.
"O meu sobrinho era um menino que estudava e trabalhava. Comprou essa moto depois de vender o carro e juntar dinheiro. Infelizmente, ninguém pode ter nenhum bem que os criminosos querem roubar e matam pessoas inocentes por nada", desabafou o tio, o vendedor Franciney Freitas Alves, de 42 anos.
G1/montedo.com

Bandas militares se tornam populares e tocam até funk

Apresentações vão além do quartel e ocupam praças e shoppings. Por ano, escola de sargentos do Rio forma 80 novos músicos
Além de seis horas por dia de aulas musicais, os militares das bandas ainda treinam marchas e cumprem as cargas de exercícios físicos - Márcio Mercante / Agência O Dia
FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - Destinadas a elevar a moral das tropas, as bandas de música militares, que costumavam se apresentar fora dos quartéis do Exército apenas em datas especiais, como no feriado de 7 de setembro, estão ditando novos ritmos em suas rotinas. Os grupos passaram a aceitar mulheres nas formações, a gravar CDs e DVDs e a bombar na internet. As apresentações ultrapassaram a fronteira militar e, com frequência, as bandas são vistas em praças e shoppings. O repertório é versátil: desde hinos de clubes de futebol até pop rock, samba e funk.
As unidades do Rio de Janeiro, subordinadas ao Comando Militar do Leste (CML), assim como na Amazônia, são as que mais têm grupamentos musicais no Brasil, com dez bandas e uma fanfarra. Sob a batuta do coronel Robson Fontes, comandante da Escola de Sargentos de Logística, em Deodoro— única do país que forma, desde 2011, pelo menos 80 novos músicos anualmente—, as bandas têm sua tradição assegurada, ao contrário das civis, que ficararam escassas.
“O aumentando da interação com o público em geral, tem sido uma experiência maravilhosa”, atestou Robson, citando como exemplo, o projeto Banda no Palácio, que toda última quinta-feira do mês, na escadaria do Palácio Duque de Caxias, no Centro, atrai centenas de pessoas. As bandas são divididas em seis categorias, conforme tamanho. As maiores chegam a ter mais de 120 integrantes e 30 tipos de instrumentos.
A carioca Taianna da Silveira, 26 anos, foi uma das que passou no concorrido concurso. “É a realização de um encantamento infantil”, contou Taianna, que, depois de 1 ano e 8 meses, tempo da especialização, vai se juntar, com mais seis colegas, ao seleto grupo de mulheres musicistas. Desde 2015, ano em que o Exército passou a admitir o sexo feminino, já são 17 integrantes.
“A rotina é puxada, mas é exatamente como sonhei”, definiu o aluno da banda de Escola de Sargentos de Deodoro, Luis Costa, 24 anos.

Incentivo de veteranos
As bandas militares guardam grandes patrimônios em sua formação, como o mestre em contrabaixo, trompa e bombardino, o capitão José Santiago, de 68 anos; o tenente Elias dos Santos, 59, do trombone, e o capitão Valdecy Ladeira, 60, craque na clarineta.
“Eles são a alma das bandas”, declarou o instrutor Paulo Pinheiro. Para ingressar no grupo, o aluno passa por testes físicos, psicológicos e de conhecimentos musicais. As bandas são na capital, Niterói, Petrópolis e Resende. Todos os músicos ganham a patente de terceiro sargento.
Músicos mais velhos são inspiração para novos alunos da unidade - Márcio Mercante / Agência O Dia
“As bandas aproximam o público civil do militar e são excelentes fatores de desenvolvimento cultural e artístico”, destacou o historiador Florêncio Lima, em seu livro ‘Elementos fundamentasis da música’. De acordo com Lima, na Guerra da Tríplice Aliança, os chamados ‘guerreiros do som’ foram destaques. A programação das bandas militares está disponível em www.esslog.ensino.eb.br.
O DIA/montedo.com

18 de agosto de 2017

A Cavalaria amanheceu mais triste

Hoje cedo, me chegou uma notícia daquelas que - embora inevitáveis - gostaria de nunca receber: faleceu nesta madrugada em Bagé (RS) meu grande amigo e colega de turma Carlos Lemes Camargo.
Artista nato, foi responsável pela arte e diagramação da revista O Monitor, de 1980.
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Sempre foi um grande contador de histórias!
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Já na reserva, virou ator e até prêmio ganhou!

Nós, que ficamos do lado de cá, sentiremos falta de seu talento e espirituosidade, meu amigo.
Paz e Luz em seu coração, hoje e sempre.

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