17 de dezembro de 2017

Não chore por ti, Argentina! A trajetória dos 'hermanos', de potência militar a forças quase desarmadas.

Brigada do Exército no Amapá terá 3 mil homens e será inaugurada em janeiro de 2018

Publicação no Diário Oficial confirma a data de previsão do 34º Batalhão de Infantaria e Selva.
Brigada vai ser inaugurada em janeiro (Foto: Jorge Abreu/G1)
Brigada vai ser inaugurada em janeiro (Foto: Jorge Abreu/G1)
Jorge Abreu, G1 AP, Macapá
Macapá (AP) - Foi publicado no Diário Oficial da União a inauguração da “Brigada Foz do Amazonas” para o dia 26 de janeiro de 2018, que funcionará na área do Comando de Fronteira do Exército no Amapá. O complexo operacional e administrativo vai abrigar até 3 mil militares.
De acordo com o comandante do 34º Batalhão de Infantaria e Selva (BIS), Robson Mattos, a inauguração traz um alto escalão para a guarnição que, atualmente, é comandada por um coronel e passará ser liderada por oficial general.
Para o militar, o novo complexo vai resultar em geração de novos empregos e em um reforço no trabalho realizado na fronteira do Brasil. Além do Amapá, a brigada vai abranger o 2° e 24º BIS, dos estados do Pará e Maranhão, respectivamente.
“A vinda da brigada representa um escalão acima do batalhão, que vai trazer um ganho de segurança, já que enquadra três batalhões. A capacidade de colocar homens na fronteira será muito maior, além da contratação por alistamento com a geração de novos empregos”, destacou.
As obras iniciaram em setembro de 2014 e estão nos preparativos finais. A construção foi orçada em aproximadamente R$ 18 milhões. A Foz do Amazonas vai reunir o corpo da guarda, pavilhão e companhia de comando, além de blocos de alojamento.

“Os atrasos nas obras aconteceram em função dos contratos com as empresas e adiamento de entrega. Também, obviamente, em função da situação orçamentária que o país viveu ao longo desse ano, com algumas restrições que impuseram esse atraso no cronograma”, completou Mattos.
A brigada também vai oportunizar o crescimento no número de jovens que serão convocados para o Exército. Anualmente, a unidade amapaense contabiliza mais de 8 mil alistamentos. Desses, 200 são selecionados.
O Exército Brasileiro pretende aumentar de 830 para 3 mil o efetivo de militares atuando no Amapá. O crescimento será necessário por ocasião da construção da brigada militar no estado, em que eles ficarão alojados como soldados, técnicos e oficiais.
G1/montedo.com

16 de dezembro de 2017

Etchegoyen recusa convite para filiar-se ao PMDB, diz jornal

Um militar para chamar de seu
Resultado de imagem para sérgio etchegoyen
General Sérgio Etchegoyen (Defesa Aérea & Naval)
O líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi, convidou o general Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional do governo, para se filiar ao partido, registra a Coluna do Estadão.
"O general não topou.
O objetivo de Baleia era lançar o militar a algum cargo proporcional ou majoritário em 2018 e reduzir a influência de nomes como o do presidenciável Jair Bolsonaro.”
O Antagonista/montedo.com

Sargento do Exército é morto pelo filho após briga em família

Filho mata o pai após briga familiar em confraternização
João Carlos Frigério
Uma briga familiar causada pela bebida alcoólica acabou de forma trágica na madrugada deste sábado no bairro Boqueirão em Curitiba. A tragédia foi registrada na Rua Henrique Martins Torres em um condomínio de residências.
De acordo com informações de vizinhos e da polícia, um sargento do exército teria problemas com bebida alcoólica. Os moradores relataram que quando ele bebia se tornava violento e agredia os membros da família. Nesta noite o filho de 18 anos estava comemorando pois havia sido aprovado no vestibular de medicina. O pai apresentando sinais de embriaguez iniciou uma discussão e teria partido pra cima dos familiares para agredí-los. O filho pegou uma faca e desferiu alguns golpes de faca no pai que morreu antes da chegada do SIATE.
Os vizinhos relataram que em outras ocasiões eles tiveram que desarmar o homem que muitas vezes pegava sua pistola e ameaçava os familiares.
O jovem foi detido no local e encaminhado à Central de Flagrantes e entregue à disposição da Justiça.
MassaNews/montedo.com

Nota do editor 1
O militar morto é o primeiro sargento de artilharia Walber Gonçalves, do Colégio Militar de Curitiba.

Nota do editor 2
Sem comentários nesta postagem.

Caiu. Após desaparecimento de submarino,comandante da marinha Argentina perde ocargo

Resultado de imagem para almirante Marcelo Hipólito Srur,Cai comandante da Marinha argentina

O ministro da Defesa da Argentina, Oscar Aguad, pediu, na noite de sexta-feira (15), que o comandante da Marinha, almirante Marcelo Hipólito Srur, deixasse o posto, informa a Folha.
“Aguad vinha em choque com Srur desde o desaparecimento do submarino ARA San Juan, há um mês. Nos primeiros dias do incidente, Aguad reportou ao presidente Mauricio Macri que não vinha recebendo informações de primeira mão sobre as buscas do submarino por parte da Marinha – contou inclusive que havia recebido a notícia sobre o sumiço da embarcação pela imprensa, e não oficialmente, como determina a hierarquia.
A crise levou Macri a ir pessoalmente ao encontro de Srur para pressioná-lo diretamente, e desde então o clima entre o comandante dessa força e o Executivo vinha sendo de constante tensão.

O Antagonista/montedo.com

Suboficial da marinha reage à assalto e é morto na BR 11, divisa da Bahia com Pernambuco

Policia prende suspeitos de assassinar subtenente da Marinha na BR 116 Norte
O suboficial seguia do Rio de Janeiro para o Ceará e foi morto no trecho conhecido por "Faixa de Gaza"

Sub tenente Dias talvez não sabia do perigo
que é o trecho onde foi abordado
Uma ação conjunta envolvendo a Cipe Caatinga, 20º Batalhão de Polícia Militar, 4ª Cia de Polícia Militar, prendeu os assaltantes latrocidas que por volta das 20h, de quarta-feira(13), mataram o suboficial da Marinha do Brasil, em tentativa de assalto na BR 116/Norte quando este, em companhia da esposa e filhos se dirigia para o Estado do Ceará. O fato aconteceu entre o contorno rodoviário de Macururé e o povoado de Caraíbas, Município de Chorrochó.
Na caçada aos assassinos, as guarnições de Chorrochó e Cipe Caatinga localizaram e prenderam dois individuos sendo L.H.O.B., menor de 16 anos, e Bruno de Barros Rodrigues, (20), ambos naturais de Cabrobó-PE, município próximo ao local do crime.
Trecho onde costuma acontecer os assaltos fica a poucos quilômetros da divisa Bahia com Pernambuco.
Com os acusados, a polícia encontrou uma carabina CBC de ar comprimido 5.5, um revólver Taurus, calibre 38mm, numeração 654709, touca de cor preta, lanterna, coldre axilar preto, seis munições calibre 38mm intactas, estojos metálicos calibre 7,62mm, celular marca Onetouch, além de R$ 222,00.

O crime
Trecho onde costuma acontecer os assaltos fica a poucos quilômetros da divisa Bahia com Pernambuco
Foto: arquivo Raimundo Mascarenhas
José Vandeglaucio Silveira da Costa, 48 anos, suboficial da Marinha do Brasil, residente no Estado do Rio de Janeiro, se dirigia por volta das 20h, juntamente com a esposa e dois filhos para o Estado do Ceará, e foi morto em uma ação perpetrada por bandidos, quando trafegava pela Rodovia BR 116/Norte (Santos Dumont), entre o contorno de acesso à cidade de Macururé e o Povoado de Caraíbas, Município de Chorrochó, região do Centro Norte do Estado da Bahia.
Segundo informações, o militar teria reagido e até baleado um dos meliantes, porém, na troca de tiros, fora alvejado mortalmente. Os assassinos fugiram, enquanto a família teria feito a remoção da vítima para o Hospital Municipal de Canudos e o fato comunicado ao comando da Cia de Polícia Militar local, que imediatamente repassou a informação para o comando do 5º BPM, em Euclides da Cunha.
Material encontrado com os suspeitos
O tenente coronel Amon Gomes Pereira adotou medidas que facilitaram a remoção do corpo para o IML de Euclides da Cunha, para necropsia e posterior liberação aos familiares para o translado e sepultamento, mesmo não sendo o local do crime, pertencente a área de atuação do 5º BPM e, sim, o 20º BPM, em Paulo Afonso. O TC Amon Gomes, juntamente com sua equipe, determinou medidas de praxe em relação ao crime ocorrido, especialmente junto à guarnição de Canudos, município para onde fora removida a vítima.

Carreteiro tombou o veículo ao se deparar com galhos de árvore na pista
Carreteiro tombou o veículo ao se deparar com galhos de árvore na pista
O comandante militar alerta aos viajantes usuários da BR 116/Norte, para evitar, se possível, viajar à noite, principalmente neste período de final de ano, quando assaltantes intensificam ações criminosas, principalmente no trecho entre os povoados de Formosa (Macururé) e Ibó (Abaré), bastante deserto e difícil comunicação, o que facilita as ações criminosas e aumenta o número de assalto a caminhoneiros transportadores de carga, aos ônibus que fazem linha interestadual e a transeuntes do Sudeste que viajam a passeio e tem como destino cidades e capitais do Nordeste.
Em menos de 24 horas, dois assaltos aconteceram neste trecho da BR 116/Norte (Santos Dumont), entre os Municípios de Macururé, Chorrochó e Abaré, próximos aos distritos do Ibó/BA e Ibó/PE, onde de Cabrobó a Salgueiro é conhecido como “Faixa de Gaza”, e muitos motoristas trafegam de arma em punho, pois os assaltos são constantes, principalmente no mês de dezembro, quando aumenta consideravelmente o número de automóveis transportando pessoas da região Sudeste que viajam para o Nordeste para rever familiares ou a passeio.
Aumenta também, os assaltos a ônibus que fazem linha interestadual, além de motoristas de caminhão transportadores de carga, como o que aconteceu na madrugada de quinta-feira (14), no Km 33, município de Chorrochó, quando o motorista profissional Celso Claudemir Konlaraschi, que conduzia um caminhão Scania com um carregamento de madeira, deparou-se com um monte de galhos colocado na pista. Ao tentar desviar da armadilha, foi atacado com dois tiros que o atingiram no braço e cabeça, este de raspão, felizmente. Ferido e assustado, perdeu o controle da direção e o caminhão tombou à margem do acostamento.
A vítima foi socorrida por colegas de profissão que passavam pelo local, sendo levado para o hospital de Abaré, onde recebeu cuidados médicos.
CalilaNotícias/montedo.com

Muito bom!

15 de dezembro de 2017

Condenado por corrupção, coronel do Exército perde posto e patente

Por decisão do STM, coronel perde posto e patente, após condenação de 10 anos
Tribunal Militar condena empresário e um tenente do Exército por desvio de recursos públicos
O Superior Tribunal Militar decretou, nesta quinta-feira (14), a perda do posto e da patente de um coronel do Exército, que já havia sido condenado, no próprio Tribunal, a mais de dez anos de reclusão, por estelionato. A Constituição Federal determina que após condenação criminal por mais de dois anos, o oficial das Forças Armadas deverá sofrer um processo denominado de Representação para Declaração de Indignidade/Incompatibilidade para com o Oficialato, que é proposta pelo Ministério Público Militar.
O coronel foi condenado à pena de dez em junho de 2016. Segundo o Ministério Público Militar, o oficial exerceu a função de chefe de finanças e de ordenador de despesas do comando da 1ª Região Militar, no Rio de Janeiro, tendo participado de “(...) um esquema de desvio de verbas em conluio com outros militares e civis, no período de 1993 e 2003.”
Segundo a acusação, os processos administrativos eram montados na seção competente e remetidos para a área de finanças, onde era realizada a operação de dados e a confecção das ordens bancárias. Os documentos eram encaminhados ao banco com os dados de pessoas “laranjas”, os quais, por sua vez, eram ligados a alguns dos acusados. Os “laranjas” deixavam cheques “em branco” assinados com os membros da quadrilha para saque e distribuição dos valores recebidos indevidamente.”
Na representação, o procurador-geral da Justiça Militar afirmou que o Acórdão da Apelação do STM concluiu que o Demonstrativo Financeiro de Débito, da 1º Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército, relaciona o coronel como responsável solidário pelo prejuízo causado à Administração Militar, no valor de R$ 10.863.486,30.
“Não havendo dúvida de que o citado Oficial, (...) na qualidade de Ordenador de Despesas da Unidade Militar, além de caracterizar gravíssima infração penal, consubstancia clara violação do dever de fidelidade com a instituição a que serve.”
Para o Ministério Público, as ações desonrosas do coronel em nada se coadunam com os preceitos éticos que norteiam a relação entre o militar e a Força a que está vinculado e requereu que o Superior Tribunal Militar declarasse o militar indigno e, por conseguinte, o condenasse à perda do posto e da patente.

Leia também
STM CONDENA DOIS CORONÉIS, UM CAPITÃO E UM SARGENTO DO EXÉRCITO POR DESVIO DE R$ 10 MILHÕES

A Defesa do oficial, em sentido contrário, argumentou que nos autos se verifica que nenhuma diligência comprovou que o réu, de fato, obteve vantagem econômica, elemento necessário para a configuração do crime de estelionato, previsto no artigo 251 do Código Penal Militar.
“O simples fato 'causar prejuízo' à Administração Pública configura improbidade administrativa. Para a configuração do crime de estelionato, é necessário a comprovação da obtenção para si ou para outrem, de vantagem ilícita, o que em momento algum fora sequer apontado nos autos. Não houve a constatação de acréscimo algum no patrimônio do requerente. Era ônus da acusação provar que o mesmo recebeu para si ou para outrem”, sustentou o advogado, em defesa oral junto à Corte.
Ao analisar a Representação para Declaração de Indignidade/Incompatibilidade para com o Oficialato, o ministro Cleonison Nicácio Silva decidiu por acolhê-la.
Para o relator, no caso, a condenação do oficial representado à pena de dez anos de reclusão transitou em julgado em 10 de dezembro de 2016 e que as matérias penais decididas na instância criminal não mais estão sujeitas à deliberação, haja vista que a Representação para Declaração de Indignidade/Incompatibilidade para com o Oficialato, embora originada do processo-crime, não tem o condão rescisório.
Disse ainda que compete exclusivamente a esta estapa a avaliação sobre se a natureza do crime cometido conduz ao reconhecimento da indignidade ou da incompatibilidade para com o Oficialato e estes, por sua vez, circunscrevem-se aos aspectos morais e éticos citados no Estatuto dos Militares.
Em sua fundamentação, o ministro afirmou que os argumentos defensivos limitam-se, unicamente, à alegação de suposta ausência da elementar “obtenção da vantagem ilícita” no delito descrito no art. 251 do Código Penal Militar.
“Tais argumentos não merecem acolhida, pois a esta Corte Castrense, Tribunal de Honra no presente feito, não cabe analisar a prática delituosa perpetrada pelo Representado sob o ponto de vista da comprovação dos elementos do fato típico, quais sejam a tipicidade, a ilicitude e a culpabilidade”.
O ministro enfatizou que a violação do dever funcional com o fim de obtenção de vantagem ilícita, denota no Oficial das Forças Armadas uma conduta lesiva aos preceitos morais e éticos descritos no Estatuto dos Militares, revelando um comportamento atentatório ao citado diploma bem como à própria imagem das Forças Armadas, pois do Oficial, ainda mais o de maior patente, é exigida uma rígida conduta moral e profissional.
“Destaco que os militares das Forças Armadas, além de lidarem com valores únicos como a vida e a soberania do Estado, também lidam com o patrimônio e a ordem pública, o que lhes exige retidão de comportamento, inclusive na vida particular.
Para os Oficiais, o rigorismo quanto à observância desses mandamentos é ainda maior, pois representam modelos paradigmáticos a serem seguidos por seus subordinados. Em consequência, o delito cometido pelo Representado atingiu, com gravidade, o conjunto de atributos morais e éticos insculpidos no Estatuto dos Militares.
Cleonilson Nicácio Silva disse também que sopesa negativamente o fato de que o coronel valeu-se de sua condição de chefe da Seção de Finanças e de Ordenador de Despesas para conduzir e coordenar atividades criminosas no âmbito da 1ª Região Militar.
“Esse fato, aliado à sua condição de Oficial Superior do mais alto posto da hierarquia castrense, maculam o dever de probidade, de lealdade e de moralidade imposto a um Oficial das Forças Armadas. Ressalto que para o Oficial das Forças Armadas, o sentimento do dever, o pundonor, a conduta socialmente irrepreensível, a eficiência, a probidade, o zelo com a coisa pública e os demais valores morais previstos na legislação de regência representam conceitos que, desprezados, inviabilizam a sua permanência na vitaliciedade militar”.
Por unanimidade, os demais ministros do STM acompanharam o voto do relator e declararam o coronel indigno para o oficialato. O oficial está preso na Polícia do Exército cumprindo a pena.

Processo relacionado:
STM/montedo.com

Nota do editor

Trata-se do Coronel Airton Quintella de Castro Menezes. Ele foi condenado em maio de 2011, juntamente com mais três militares da reserva do Exército, pela formação de esquema de corrupção na 1ª Região Militar, no Rio de Janeiro. Eles emitiam ordem bancária para o favorecimento ilícito de "laranjas" e depois sacavam o dinheiro. A fraude causou um prejuízo de R$ 10 milhões. O coronel Menezes, apontado como coordenador do esquema, foi condenado a 10 anos de prisão. O coronel Márcio Domeneck Salgado pegou sete anos.
Os outros dois envolvidos, o capitão Adilson Alves Pinheiro e o sargento Luis Alberto Caldeira dos Santos tiveram a pena atenuada por terem confessado o crime e foram condenados a sete anos de prisão.

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics