6 de fevereiro de 2018

Soldado da FAB é preso com o tio, chefe de milícia no RJ

Miliciano envolvido em confrontos na Zona Oeste ameaçou PM que o prendeu: ‘Você tem família’
Miliciano é um dos dois presos deitados na calçada
Miliciano é um dos dois presos deitados na calçada Foto: Reprodução/Jacarepaguá Notícias RJ
Wagner Evaristo da Silva Junior, o Junior Play, apontado pela polícia como um dos envolvidos na guerra entre milicianos e traficantes pelo controle das comunidades Bateau Mouche e Chacrinha, na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio, ameaçou o policial militar responsável por sua prisão. Segundo a decisão do juiz João Carlos de Souza Corrêa, da Central de Custódia, que converteu a prisão em flagrante em preventiva — sem prazo —, Wagner teria dito a frase “Olha o que você está fazendo, você tem família” para o PM após a prisão.
Na decisão, também foi convertida em preventiva a prisão do soldado da Aeronáutica Patrick Santos da Silva Freire, sobrinho de Wagner. Na ocasião, os dois estavam dentro de um Jeep na Rua Cândido Benício, onde foram encontrados um carregador de fuzil, 37 munições .40, duas munições 5.56, duas munições 7.62 e cerca de R$ 8.700 em espécie, além de diversas quentinhas. Com Wagner, os PMs apreenderam uma pistola Glock, calibre .40, com 30 munições.
O magistrado, na decisão, sustentou que “o porte de arma de fogo é grave, crime que, normalmente, antecede a outros delitos com penas elevadas e que trazem instabilidade à ordem pública. Noutro giro, o custodiado Wagner apresenta perfil a práticas delitivas criminosas, na medida em que tem condenações em sua folha penal por furto e latrocínio consumado”.
Leia mais.
EXTRA/montedo.com

Confira o vídeo da prisão do miliciano e do soldado da FAB


R7/montedo.com

Um comentário:

Anônimo disse...

Soldado da FAB não! Filho de alguma cobra que, através de algum conhecido, conseguiu uma vaga na FAB, mas não soube aproveitar para progredir. Vi casos semelhantes a este quando estava na ativa. Porém todos, todos mesmo, foram excluídos a Bem da Disciplina e entregues à Polícia Civil, não houve "quebra-galho" como em certas instituições estaduais.

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