28 de junho de 2017

Os dias eram assim: Exército homenageia soldado morto em atentado terrorista



São Paulo (SP) – No dia 26 de junho, foi realizada, pelo Comando Militar do Sudeste (CMSE), a solenidade em homenagem ao Terceiro-Sargento Mário Kozel Filho, morto em um atentado no Quartel-General do Ibirapuera, há exatos 49 anos. A cerimônia ocorreu no pátio de formaturas que leva o nome do próprio homenageado.
Durante o momento solene, foi depositada uma corbelha de flores no busto do Sargento Kozel, ao som do clarim executando o toque de "Silêncio".
Estiveram presentes o Comandante Militar do Sudeste, General de Exército João Camilo Pires de Campos; o Comandante da 2ª Região Militar, General de Divisão Adalmir Manoel Domingos; o Chefe do Estado-Maior do CMSE, General de Brigada Ricardo Miranda Aversa; e a Sra. Suzana Kozel Varela, irmã de Mário Kozel Filho.
O Atentado
Em 26 de junho de 1968, a 49 anos atrás, às 4 horas e 45 minutos da manhã, um veículo aproximou-se da entrada do aquartelamento e foi lançado em direção ao Quartel-General. Mesmo com o motorista o tendo abandonado, o veículo avançou, desgovernado, ultrapassando os limites do portão da guarda do quartel, capotou e bateu contra a parede do edifício.
Os sentinelas deram o alarme, buscando reagir à ameaça. Um dos soldados, acreditando que havia alguém ferido dentro do veículo, aproximou-se, momento em que foi atingido por uma forte explosão, que destruiu parte do prédio, atingindo, também, aqueles que se encontravam nas imediações.
Tratava-se de um atentado. O veículo estava carregado de explosivos. Cinco soldados da guarda foram atingidos, dos quais um foi ferido mortalmente: o Soldado nº 1803, Mário Kozel Filho, do então 4° Regimento de Infantaria, hoje 4° Batalhão de Infantaria Leve.
Pouco mais de seis meses antes, o Soldado Kozel fora incorporado às fileiras do Exército Brasileiro. Após seu falecimento e, devido às circunstâncias de seu assassinato, foi promovido à graduação de Terceiro-Sargento. (Imagens e texto: CMSE)

25 comentários:

ST CESAR disse...

Daqui a pouco...as ONGs dos DIREITOS DOS MANOS vão dizer que é uma manifestação repressora dos truculentos militares que exaltam a violência que o soldado cometeu contra o carro, que explodiu em legítima defesa.

Anônimo disse...

Será que a Comissão da verdade envidou esforços para apurar este ocorrido tambem????? Ha não, desculpe, as barbáries cometidas pela esquerda guerrilheira, na época, eram permitidas e amparadas. VIVA O PT.

Anônimo disse...

E os autores, continuam livres, leves e soltos. Isso é uma vergonha, diria o Boris.

João Luiz disse...

Porque omitiram que quem comandou essa ação foi Dilma Rousef?

Anônimo disse...

Por que as pessoas que morreram, pela ação dos terroristas não foram igualmente indenizados como as que se opuseram ao regime? Isso é Brasil, um país com forte viés esquerdopata!

Anônimo disse...

Se o PT estivesse no governo, este esse evento não teria sido realizado.

Anônimo disse...

Devo acrescentar que os autores continuam, como disse o anônimo aqui, livres, leves e soltos. Só esqueceu de dizer: e recebendo polpudas indenizações. E a família do soldado, que nem de carreira era, apenas cumpria o serviço obrigatório, como ficou?

LUIZ FARIA disse...

Boa tarde
ESte bravo e inocente soldado Mario Kozel Filho foi escolhido com muita honra como patrono da turma da EsSa de 1.979 da arma de Infantaria, da qual me orgulho de pertencer.A sua lembrança não faltará a minha memória, tenho certeza. Um jovem e grande herói brasileiro. Saudações aos familiares.
Faria - Cap R/1

Anônimo disse...

28/06/2017
CNJ aprova uso do WhatsApp para intimações judiciais

https://www.stm.jus.br/informacao/agencia-de-noticias/item/7463-cnj-aprova-uso-do-whatsapp-para-intimacoes-judiciais

Anônimo disse...

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/v/marinha-tem-outras-obras-construidas-de-forma-irregular/5970211/

Pampulha Residence Lar para Idosos disse...

Parabéns ao Exército.

Anônimo disse...

Duas vítimas inocentes daquele período nefasto da história recente de nosso pais: Mario Kozel Filho e o estudante Edson Luis de Lima Souto. Um, no serviço militar obrigatório, estava em um dos lados daquela guerra ideológica insana pelo poder, mesmo sem ter escolhido isso. Outro, um estudante abatido com sua bandeja na mão. Ambos deveriam ser alçados a condição de mártires daquele período para que sirva de exemplo para as futuras gerações. Mario Kozel Filho é constante e justamente lembrado em várias situações. Já Edson Luis jaz esquecido pela história. Eis aqui uma pequena homenagem a esse estudante que, ao contrário de Kozel, não pertencia a nenhum dos lados, seu crime foi estar se alimentando no restaurante calabouço enquanto outros jovens faziam manifestações por melhores condições de estudo, por mais vagas nas universidades e por um processo seletivo menos excludente.

"Estudante secundarista brasileiro assassinado por policiais militares que invadiram o restaurante Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, no dia 28 de março de 1968, durante uma manifestação estudantil. Edson tinha 18 anos e era um dos 300 estudantes que jantavam no local. Outro deles, Benedito Frazão Dutra, também ferido a bala, foi levado para o hospital, mas não resistiu ao ferimento e morreu. Os estudantes conseguiram resgatar o corpo de Edson Luís e o carregaram em passeata pelo centro do Rio até as escadarias da Assembleia Legislativa, na Cinelândia, onde foi velado durante três dias".

"Com faixas, cartazes e palavras de ordem, a população protestava: “Bala mata fome?”, “Os velhos no poder, os jovens no caixão”, “Mataram um estudante. E se fosse seu filho?” e “PM = Pode Matar”. Edson Luís foi enterrado ao som do hino nacional brasileiro, cantado pela multidão. Na manhã de 4 de abril, foi realizada a missa de sétimo dia de Edson Luís na Igreja da Candelária. Ao término da cerimônia religiosa, as pessoas que deixavam a igreja foram cercadas e atacadas pela cavalaria da polícia militar a golpes de sabre. Dezenas de pessoas ficaram feridas".

Esse episódio chocou o Brasil e mudou drasticamente os rumos do Regime Militar que encrudesceu o regime naquele mesmo ano. Mas isso é uma outra história.

keko marques disse...

Não podemos nos esquecer ...

Carlos Augusto Fernandes dos Santos disse...

O dia 26 de junho , para os brasileiros de bem, será sempre lembrado como o DIA DA INFÂMIA .Dia em que fanáticos TERRORISTAS , adeptos do Credo COMUNISTA, ideologia responsável pela morte de milhões de indivíduos em todo o mundo, assassinaram um jovem soldado brasileiro , com o argumento de que lutavam pela democracia.

ALMANAKUT BRASIL disse...

Rede do governo federal é usada para qualificar como “terrorista” grupo a que Dilma pertenceu - 05/07/2016

Antes, a Wikipédia dizia que a “Vanguarda Armada Revolucionária Palmares foi uma organização política brasileira de extrema esquerda, que atuou durante a ditadura militar brasileira (1964-1985) utilizando-se de tática de guerrilha urbana, visando a derrubada do regime”.

Já o texto alterado afirma que a VAR-Palmares “foi uma organização política brasileira de extrema esquerda, que atuou durante a ditadura militar brasileira (1964-1985) utilizando-se de práticas terroristas visando a derrubada do regime e implantação de uma ditadura comunista no Brasil”.

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/servico-do-governo-altera-definicao-de-grupo-guerrilheiro-na-wikipedia

Anônimo disse...

É jogo duplo, ora apoia bandidos, ora homenageia as vítimas...não dá pra entender. Pra mim quem anda com bandido, bandido é.

Jovem soldado, morreu cumprindo o dever...há se fosse meu filo...

Anônimo disse...

Pq. não falam que Dilma Rousseff estava neste atentado?


Anônimo disse...

Kkkkk pior é que pode acontecer isso mesmo

Eli Jose das Chagas disse...

Eita país onde bandido e assassinos podem exercer o poder e nos meros cidadãos se tivermos algo em nossa ficha não podemos exercer nenhum cargo público.

Anônimo disse...

Fato

Anônimo disse...

Pelo fato de ela não ter capacidade para tanto, Dilma era um mero fantoche participante do ato terrorista, culpada portanto, porém acéfala no crime.

Teresa Fernandes Silva do Nasvimento disse...

É triste realmente a população apoiar crimes desse natureza. Reivindicações serias, sem ameaças, sem armas e sem bombas, apenas usando o poder das palavras e os discursos inflamados, isso sim é válido na luta pelos direitos do cidadão em uma democracia.
Porém, uma insana e desordenada luta, usando jovens alienados e seviciados por um.partudo terrorista e anarquista, idiota e imbecil, que massacra nossos militares, a força de segurança de nosso pais, tem que ser eliminado, calado. Não pela morte ou pela violência, mas usando a lei e a prisão para crimes terrorista dessa natureza.
Viva nossos militares! Você nossas forças armadas! Viva para sempre a lembrança do soldado que morreu no cumprimento de seu dever.

paulo cesar disse...

E pra piorar, esses assassinos comandam o país hoje.

Anônimo disse...

Como parte do treinamento, o soldado não deve agir com base em suposições.

Anônimo disse...

Aguardando as homenagens ao Sgt MIKAMI (28º BIL), covardemente assassinado em operação de Pacificação na área das favelas da Maré, no Rio de Janeiro/RJ.

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