31 de março de 2016

Segredo de polichinelo: atuação de ONGs na Amazônia visa desestabilizar interesses do Brasil, diz ministro

Nota do editor
Todo militar que serviu na Amazônia sabe disso. Há décadas.

CPI DA FUNAI
MINISTRO DA DEFESA DENUNCIA ATUAÇÃO DE ONGS ESTRANGEIRAS
PARA REBELO, ATUAÇÃO VISA DESESTABILIZAR INTERESSES BRASILEIROS. 
FOTO: LUCIO BERNARDO JR/CÂMARA

Cláudio Humberto/montedo.com
Em audiência da CPI da Funai/Incra nesta quarta-feira, 30, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, denunciou o trabalho de ONGs estrangeiras que atuam junto à causa indígena para desestabilizar os interesses brasileiros. "Potências mundiais usam a causa indígena e ambiental, que são justas, para defender interesses econômicos, uma agenda de interferência", apontou.
Segundo Rebelo, setores da antropologia e correntes religiosas estão construindo um abismo na sociedade, o que inclui a disseminação de relatos falsos para imprensa internacional a fim de denegrir a imagem nacional.
"Temos que reparar a injustiça com os índios de forma consequente para que não sejam manipulados por agentes internos e externos, por ONGs interesseiras ou por agentes do próprio Estado, que se valem do seu sofrimento. Essas instituições doutrinam que brancos, fazendeiros e militares são inimigos. É uma campanha para desconstruir a relação e criar um abismo com os índios", pontuou o ministro, que fez questão de frisar que não são todas as organizações que agem assim, muitas atuando de forma nobre e justa.
O ministro compartilhou um trabalho do tempo em que era deputado sobre laudos fraudulentos, deslocamentos propositais de índios, inclusive do exterior, e a falsificação de documentos e registros. E também criticou a assinatura pelo governo brasileiro de resoluções internacionais, como o caso da 169 da OIT. "Por que EUA, França, China e Rússia não assinaram? Ela é para causar confusão e não para dar proteção. Quem pensa na autonomia do seu país não assinou", questionou Rebelo, que completou: "o vácuo e a omissão do estado estão sendo preenchidos".
Ao fim da audiência, o presidente da CPI, deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS), defendeu um projeto que contemple os índios em todas esferas. "Um debate aberto, sem discurso encomendado, a fim de levar saúde, infraestrutura ou comprar terra legalmente, sem tirar dos proprietários de posse centenária", arrematou.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

13 comentários:

Sgt Laureni Costa disse...

Muito bom o posicionamento do Ministro, finalmente as palavras dos militares encontraram eco após mais de 30 anos.

Anônimo disse...

Até que enfim!!!

Anônimo disse...

Acabou, "Jéssica"??!! Isso é conhecimento técnico, que seria pré-requisito para assumir um cargo, conforme a presidente quando ainda estava em campanha para se reeleger? Quando fui ser militar, em 1976, já existia esse tipo de interferência. Não precisa ir nos cafundós da selva, não. Nos anos noventa fizemos marcha por dentro de duas comunidades, ao lado da Base Aérea de Porto Velho. Existem dois grupos, americanos e alemães. Vilas bem estruturadas, casas bem feitas, algumas em estilo alemão, que fariam inveja ao Minha Casa Minha Vida, tem inclusive vigilância eletrônica. Por que estão ali, na beira do rio, com hidroavião e bons equipamentos? Dizem eles, para estudarem as línguas indígenas. Mas que gosto, né? Trazerem familiares de uma terra tão, tão distante, e, desse lugar, se entranhar na selva, para estudar línguas? Alguns índios que já eram mais gringos do que brasileiro, não gostavam da presença dos brancos, principalmente militares. Por quê? Já, lá bem no norte, li reportagens sobre um grupo estrangeiro "religioso" evangélico, instalado em uma tribo bem no meio da selva, bem mais, tão, tão distante, que foi acusado de contrabando de pedras preciosas e, claro, devem estudar as línguas, senão como poderiam se comunicar sem intermediários e fazer a cabeça dos índios? Existe um outro local bem na fronteira, no estado do Pará, onde hoje, temos a presença do Exército e FAB, e antes, só o pessoal da FAB e uns quatro ou cinco "padres", no caso Frei, entre alemães e brasileiros que estruturaram uma pequena vila na aldeia dos índios Tiriós, com o apoio do COMAR I, nos anos setenta e até hoje. A sede deles fica em Óbidos, "próximo" a Santarém.De vez em quando, apareciam índios vindos do outro lado da fronteira que só falavam inglês(chique demais da conta). Vestidos com roupas normais e bons tênis. Depois dizem que não devemos interferir na cultura indígena, então deixem eles lá, na vida normal da selva.Em um final de semana fomos conhecer uma cachoeira bem na fronteira com o Suriname, levado pelo padre alemão, onde também havia uma pequena aldeia. Assim que chegamos, o cacique fez questão de falar com todos nós e foi logo dizendo, aqui não tem ouro!??? e quem perguntou? Talvez assutado com uma corrida do ouro que houve em tempos passados, com garimpeiros clandestinos na área. E, ainda tem muita estória para quem já passou rápido por lá.

Anônimo disse...

Vamos analisar o seguinte:
O militar reside atualmente em alguma localidade onde possui imóvel próprio ou então está ocupando PNR. Todos são casados e possuem dois filhos.

Remuneração líquida:
Cel=R$ 10.000, com imóvel próprio; R$ 9.600, ocupando PNR (com 25 anos de serviço)
2º Ten = R$ 6.000, com imóvel próprio; R$ 5.700, ocupando PNR (com 3 anos no posto)
STen= R$ 3.500, com imóvel próprio; R$ 3.300, ocupando PNR (com 25 anos de serviço)
3º Sgt= R$ 2.000, com imóvel próprio; R$ 1.800, ocupando PNR (com 8 anos na graduação)

Todos são movimentados para outra localidade e como o valor do aluguel não depende do posto ou graduação, sendo igual para todos de R$ 1.000, 00.

Nesta situação todos tiveram a sua remuneração diminuída em R$ 1.000,00, mas por quanto tempo:

Cel=99% já possuem o PNR esperando na guarnição de destino; renda líquida de R$ 9.600, ocupando PNR (com 25 anos de serviço). Se aplicasse a ajuda de custo somente para o aluguel, daria para pagar 21 meses.
Recebe ajuda de custo: R$ 21.800,00
Tempo para ocupação de PNR: 0
Tempo para a próxima movimentação: 2 a 3 anos
Impacto imediato da movimentação na redução da remuneração: 10% (se não ocupasse PNR anteriormente ou 0% se ocupasse PNR na outra OM)


2º Ten = dificilmente ocupará PNR na OM destino de imediato – passará a ter renda líquida de R$ 5.000. Se aplicasse a ajuda de custo somente para o aluguel, daria para pagar 12 meses.
Recebe ajuda de custo: R$ 12.024,00
Tempo para ocupação de PNR: 1 a 2 anos
Tempo para a próxima movimentação: 3 anos
Valor gasto com aluguel sem reajustes: 2 anos R$ 24.000,00
Impacto imediato da movimentação na redução da remuneração: 17%


STen= dificilmente ocupará PNR na OM destino de imediato – passará a ter renda líquida de R$ 2.500. Se aplicasse a ajuda de custo somente para o aluguel, daria para pagar 9 meses
Recebe ajuda de custo: R$ 9.600,00
Tempo para ocupação de PNR: 5 a 9 anos
Tempo para a próxima movimentação: 8 anos
Valor gasto com aluguel sem reajustes: 8 anos R$ 96.000,00
Impacto imediato da movimentação na redução da remuneração: 29%


3º Sgt= dificilmente ocupará PNR na OM destino de imediato – passará a ter renda líquida de R$ 1.000. Se aplicasse a ajuda de custo somente para o aluguel, daria para pagar 5 meses Recebe ajuda de custo: R$ 5.800,00
Tempo para ocupação de PNR: 5 a 9 anos
Tempo para a próxima movimentação: 8 anos
Valor gasto com aluguel sem reajustes: 8 anos R$ 96.000,00
Impacto imediato da movimentação na redução da remuneração: 50%

Conclusão as movimentações para os praças, principalmente os não voluntários, é de extrema covardia, pois a remuneração é reduzida drasticamente e compromete o pagamento de compromissos assumidos anteriormente e a estabilidade financeira da vida familiar. Levando ao desespero e endividamento excessivo ao longo da carreira.

Além do aluguel não foi levado em consideração o deslocamento para o trabalho e a escolas dos filhos, etc.

No mínino a Força deveria providenciar no caso de movimentação, a moradia necessária para os militares. É o caso da guarnição de Brasília, onde o militar somente é desligado quando o PNR está disponível, tem militares aguardando PNR há aproximandamente 10 meses na guarnição de origem, basta estender este direito a todos.

Anônimo disse...

O Ministro descobriu isso agora? São 100 mil ONG's estrangeiras, uma para cada 8 índios. Sobre o NIÓBIO, será que o Ministro sabe alguma coisa?
Putz, o Brasil tem dono!

Anônimo disse...

Pelo menos falou como papagaio de pirata, agora abre uma medida provisória a mais e decreta a retirada imediata destas ONGS da Selva e manda elas para o semi árido do Nordeste, se caso não quiserem, eles que sumam do país e assim param que colocar em livros estrageiros que a amazônia é patrimônio do mundo e não pertence ao Brasil.
E quanto ao comentário dos militares sobre PNR - casas funcionais, isto virou caso de polícia, as transferências em suas maiorias são expulsórias, alguns oficiais e a maioria praças sofrem com o abandono de seus representantes para incluir um auxilio moradia, pois todos estão em situação financeira precária, sem lembrar que suas familias ficam jogadas de um lado para outro esposas sem conseguir emprego digno e filhos jogados. Para ver as consequências observem as chamadas dos últimos concurso, perguntem as notas para quem entrou, depois não reclamem e peçam comprometimento.

Anônimo disse...

Ué! está denunciando a quem? Ele não é o Min da Defesa? Falta agir, então.

Anônimo disse...


"Não vai ter golpe, vai ter Lula, vai ter luta", bradam manifestantes

http://www.bocaonews.com.br/noticias/politica/polatica/140326,quotnao-vai-ter-golpe-vai-ter-lulaquot-bradam-manifestantes.html


Este grito esta ecoando, mas ate quando?

E agora senhores? Tudo esta dentro de paragrafos e artigos?

Anônimo disse...

Fiz várias missões de apoio logístico voando num C-130 Hércules, nas famosas e importantíssimas PAAs (plano de apoio à Amazônia).Nossa presença é o que garante está região sob o controle do governo Brasileiro! Ignorar as verdadeiras intenções destes estrangeiros é um erro absurdo!Neste aspecto, sou absolutamente xenófobo e pra quem é brasileiro de verdade,permitir isso é trair o país! Vi muitos padres alemães infestando o local e pude ver o pessoal do EB trabalhando duro para salvaguardar os diversos pelotões de fronteira. Sou FAB ,suboficial RR,com 9 anos de Amazônia e amo está imensa região e ela pertence (a parte que se encontra na área brasileira )ao Brasil e quem tem que usufruir de sua riqueza somos nós, brasileiros, e não estrangeiros de qualquer outra nacionalidade!

Anônimo disse...

E o reajuste da tabela para pagamento da transferência? E auxílio moradia? Quando fui transferido para Porto Velho, tive que morar um ano em um pequeno imóvel dormindo todos no mesmo quarto, enquanto aguardava ser chamado para o PNR. Consegui matricular o filho(sorte que só um)em um colégio Adventista, pelo preço razoável e qualidade.Tive sorte, pois estavam finalizando os imóveis do projeto SIVAM, e deu para pegar um.Outros não tiveram a mesma sorte.Os aluguéis lá já eram caros e os mais acessíveis eram em bairros muito distantes e perigosos.

Anônimo disse...

Deixem bradar: NÃO VAI TER GOLPE! Claro que não, pois já foi dado pelo PT. E se vai ter luta? Não, vai ter badernas que será combatida com a Lei. Estão apavorados com a perda das benesses que usavam para invadir a casa alheia.

Anônimo disse...

Esta historia de ONGs exploradoras, oportunistas e de espionagem é velha e existe a muito tempo. Já esta mais que na hora do governo e das FFAA dar um basta nisso.

Anônimo disse...

Algumas dessas ONG's só estão por aqui, porque tem políticos interessados no que eles vão fazer e, quem sabe, com uma pequena contribuição na conta corrente. Político no Brasil, em sua maioria, é praga, câncer, que corrói o resto da vida de famílias e populações necessitadas e abandonadas. Eu não vejo ONG's no sertão do nordeste. Se tiver alguma riqueza, aí sim, lá vão elas. Justifiquem uma coisa: Por que um sujeito milionário americano resolveu instalar uma cidade,Fordlandia, às margens do rio Tapajós, nos cafundós da selva só para produzir borracha? E a fábrica de celulose, que veio montada inteira do Japão para as margens do rio Jarí, no Pará? Quase faliu depois. Trabalhadores demitidos informaram que existia uma área cercada, que nem o Papa passava. Diziam que era por causa de pedras preciosas e ouro. Coincidentemente, o Estado do Amapá, que faz limite, é produtor de manganês.

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