27 de janeiro de 2016

Soldado do Exército é morto durante assalto a ônibus no DF

Soldado do Exército morre durante assalto a ônibus na BR-040
De acordo com uma leitora que preferiu não se identificar, a vítima teria sido atingida por um tiro na cabeça após briga corporal com um dos assaltantes
Tainá Morais
taina.morais@jornaldebrasilia.com.br
Brasília (DF) - Um jovem morreu durante um assalto a um ônibus da empresa G20 em uma parada na BR-040, próximo ao Sítio do Gama, na tarde desta quarta (27). Diego Pereira de Jesus Assis, 19 anos, era soldado do Exército e voltava para sua residência, em Jardim Ingá, em Luziânia-GO, no momento do crime. Segundo a Polícia Militar, dois adolescentes realizaram o assalto e fugiram em direção Polo JK.
Após o crime, o motorista do ônibus andou aproximadamente oito quilômetros até chegar ao posto do Corpo de Bombeiros de Valparaíso-GO, para tentar salvar a vítima. A ocorrência foi registrada na 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) e a Polícia Civil investiga o caso.
Segundo militares do exército, existe a possibilidade de que Diego tenha levado um tiro após um dos assaltantes perceber que ele estava com uma calça do exército. Familiares da vítima estavam inconsoláveis no Posto do Corpo de Bombeiros e cobravam mais segurança e justiça.
De acordo com uma leitora do Jornal de Brasília, que preferiu não se identificar, a vítima teria sido atingida por um tiro na cabeça após uma briga corporal com um dos assaltantes.
Jornal de Brasília/montedo.com

8 comentários:

Azimute disse...

No mínimo Passificador com Palma e honras militares ao camarada que deu seu exemplo com seu bem de maior valor, a vida ! Meus mais nobres pensamentos estão com você Diego e com sua família.

Anônimo disse...

Não devia ter reagido. Quase sempre termina assim. Meus pêsames pra toda a sua familia.

Anônimo disse...

Fêz o que nossa população covarde não tem coragem de fazer... reagir. Os vagabundos não podem matar a todos, eles não podem atirar em todos, mas podem matar e acuar quando sabem que se trata de uma sociedade covarde e individualista.
Nos países onde existe segurança isso não aconteceu de graça, e sim porque a sociedade daqueles lugares decidiu que não iria se entregar sem lugar. Muitos pereceram, mas nesses lugares se acredita que a liberdade seja um bem maior e que vale a pena pagar o preço por ela. Com o passar do tempo ficou comprovado que eles estavam certos.
Nós somos covardes.

Anônimo disse...

Do jeito que as coisas são, tá arriscado ser "punido post mortem" ...

Anônimo disse...

Anônimo de 28 de janeiro de 2016, 12h21: concordo plenamente contigo. Somos covardes e o reflexo dessa covardia rebate na instituição. Quantos "companheiros" nossos criticam aqueles que tomam a iniciativa diante de situações difíceis, podendo citar o exemplo dos militares da FAB que atiraram num ser que tentava esfaquear inocentes no Rio de Janeiro: muitos civis criticaram a ação dos militares e até aí é compreensível, mas o pior foi a quantidade absurda de comentários neste blog, em sua maioria frequentado por militares, criticando de modo enérgico a ação daqueles que puseram o dever acima da possibilidade de serem julgados e punidos. Infelizmente é assim mesmo. Como o outro comentarista escreveu, é perigoso cogitarem uma punição post mortem ao pobre soldado. Que Deus cuide da alma dele! Abraços!

Anônimo disse...

Concordo plenamente!!!

2015 JS disse...

A mídia divulga informações não verdadeiras, fiquei sabendo que não foi ele quem reagiu, foi uma outra pessoa que estava dentro do ônibus.
Senhor comentarista do dia 28 janeiro de 2016 das 12:25, tenha mais respeito pelo cidadão falecido, você por acaso já viu algum ser punido depois de morto, sua ironia não cabe nesse momento de dor que a família passa.

Anônimo disse...

A grande maioria dos militares não sabem o que estão fazendo nas forças armadas, se fosse necessário o emprego real das forças, 80% do efetivo iria amarelar, são "militares" sem vocação.

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