31 de janeiro de 2015

Empresa brasileira desenvolve simulador de tiro para as Forças Armadas.

Finep financia simuladores para treinamento das Forças Armadas

Graças a um financiamento de aproximadamente R$ 550 mil da Finep, a EBTS (Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação) desenvolveu um simulador de tiros com tecnologia genuinamente nacional capaz de se adaptar totalmente às necessidades de treinamento dos militares e policiais brasileiros e com suporte técnico diferenciado. A inovação já está em uso pelo Exército Brasileiro, pela Policia Militar da Bahia, do Distrito Federal e, futuramente, de Minas Gerais, além da PM e Polícia Civil de Alagoas.
Os simuladores, que contam com múltiplas telas de projeção, são empregados no treinamento de tiro com armas letais e não letais, tanto nas fases iniciais dos futuros policiais, como também no aprimoramento de técnicas e táticas de enfrentamento. A tecnologia utilizada é inédita no País e é dominada por um seleto grupo de empresas internacionais.
“A EBTS passou a ser uma das poucas empresas mundiais que domina esta tecnologia. Conseguimos colocar o Brasil na vanguarda tecnológica na América Latina em termos de simulação de combate e de uso da força policial”, destaca Adolfo Jachinski Neto, diretor da EBTS, ressaltando a importância da valorização da base industrial de defesa brasileira.
FINEP/montedo.com

6 comentários:

Anônimo disse...

Em breve será lançado um simulador de pagamento de contas, assim poderemos vislumbrar como seria poder pagar todas as despesas básicas.

Anônimo disse...

Poderiam inventar um simulador de TAF também, a fim de ajudar o grande número de golpistas e Oficiais e Sargentos obesos que existem nas OM do EB.

Anônimo disse...

Não é preciso simuladores de guerra para o praça. O pracinha já está em estado de guerra há mais de década, basta olhar para os direitos suprimidos com a MP do mal, estão trabalhando forçadamente sem direito a leis trabalhistas, formação de sindicato, adicionais de hora extra, periculosidade, a BAIXO CUSTO DE MÃO DE OBRA BARATA, sem FGTS, sem auxílio transporte, sem auxílio alimentação, sem anuênio, com acúmulo de atribuições (mais de uma função, comissões de pagamento, sindicâncias, GLO, operação PIPA), as praças trabalham em jornadas exaustivas a mais de quarenta horas semanais (serviço de escala por 24 horas e emendam mais 8 horas de expediente) e com o RDE (imoral e ilegal). Portanto no simulador de guerra do dia a dia, o praça vem vencendo há muito tempo.

Anônimo disse...

17:18 kkkkk. Procede o que o companheiro disse, mas esqueceu TB de comentar da batalha sem fim no que tange ao salário ser mais curto que o mês. Nesse aspecto já impera o combate de resistência.

Renan disse...

Pessoal, que conversa fiada é essa nos comentários. Vejamos a notícias com olhos críticos. O assunto trata de tecnologia na instrução militar.
Cada Sd no período básico realiza pelo menos 25 tiros de 7,62mm (TIB/aprendizagem) sendo que temos anualmente em torno de 150 mil EV, então o custo para esses tiros seria de aproximadamente R$ 7,5 milhões (R$ 2,00 por cartucho).
Com o simulador seria possível melhorar o rendimento dos nossos soldados com custos muito mais baixos. Sem contar que a atual juventude está muito bem ambientada com esse tipo de tecnologia.

P.S.: Se não sabemos reconhecer uma boa iniciativa para otimizar e atualizar os meios de instrução do EB, quem dirá discutir política salarial.

360VIRTU disse...

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