20 de dezembro de 2014

Permanência do Exército na Maré será definida no dia 30

Militares na Maré (UOL)
Vitor Abdala - Edição: Graça Adjuto
A permanência do Exército como força de pacificação no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, será definida em uma reunião no próximo dia 30, em Brasília. O pedido para a prorrogação da permanência da força foi feito oficialmente ontem (18) pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, em reunião com os ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo.
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A decisão dependerá de ajustes técnicos do governo federal. O Exército ocupou o conjunto de favelas em abril deste ano, com o objetivo de preparar o terreno para a implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no local.
O governador quer que o Exército seja mantido no local até que a Polícia Militar consiga formar os policiais que integrarão a UPP da Maré. O mesmo processo ocorreu no Complexo do Alemão, onde o Exército permaneceu cerca de um ano e meio até que as UPPs começassem a ser inauguradas.
Agência Brasil/montedo.com

5 comentários:

Anônimo disse...

Manda essa tropa para casa. Tem gente ganhando muito bem e administração pública com muitos recursos para reforçar o patrulhamento sem colocar tropas das FA. Se acostumaram com essa mão de obra barata, eficiente, obediente, sem ameças de greves e pedidos de aumentos a todo momento. Isso não é serviço para eles, agora. Se foram acionados é porque as polícias perderam o controle total, então intervém de vez e manda chumbo na bandidagem, sem deixar político se meter. Tem que ser assim: chamou, chamou? Então, sai da frente, não dá palpite que lá vem chumbo quente! E por falar em salário, a presidente Dilma vai ter é um acesso de fúria, e os três com o rabo entre as pernas, se alguém falar nisso e vai mandar os militares catarem coquinhos nos confins da amazônia. Falar alguma coisa sobre isso, só em 2016 e quando as contas se equilibrarem, ou seja, só quando o Lula retornar e for embora de novo.

Anônimo disse...

JA ESTIVE LA NO SEGUNDO CONTINGENTE E TO VENDO Q VOLTAREI DE NOVO, E NADA MUDOU, E NADA MUDARA, SO VAO MORRER MAIS MILITARES.

ENQUANTO A GENTE NAO PUDER FAZER NADA, NAO PUDER REPRIMIR COMO SE DEVE, E ESTAS FALSAS ONGS E MINISTERIOS PUBLICOS QUE SO FAZEM DEFENDER BANDIDO CONTINUAREM A APITAR NADA MUDARA E SO AUMENTARA O TRAFICO, O CONSUMO, A VIOLENCIA...

SEM FALAR QUE VOLTAREI PARA COMER MAU, MAU ALOJADO, MAU TRATADO E TENDO QUE FAZER TUDO CERTO.

QUERIA VER AS ONGS DE FACHADA E OS MINISTERIOS PUBLICOS IREM LA NA MARE E DEFENDER MUITO BOAS CONDICOES PARA OS MILITARES ATUAREM

Marco Balbi disse...

Com o título acima os jornais noticiaram a solicitação do governador do Estado do Rio de Janeiro para as autoridades federais formalizarem a permanência das tropas das Forças Armadas no Complexo da Maré. Deve-se considerar que o conjunto está ocupado desde abril de 2014. Não faz o menor sentido o Estado ficar postergando a assunção de suas responsabilidades, sempre com a alegação de que necessita de tempo para formar mais policiais. O argumento não resiste a uma análise do problema. Este governo é continuidade do anterior. A Polícia Militar tem um efetivo de cerca de 48 mil homens, o que representa uma relação de um policial para cada 410 moradores. O ideal para a ONU é uma relação de um para 250 habitantes. Com a pretensão de aumentar este efetivo para 60 mil homens, ainda assim a relação ficaria em um para cada 266, próxima do recomendável. Mas, vários problemas contribuem para perturbar este quadro. Primeiro que 35% do efetivo não é empregado na atividade fim do policiamento. Segundo que não existe uma política de recursos humanos para os policiais, um plano de carreira, ascensão e qualificação profissional, remuneração etc. Terceiro, qual o policial que a sociedade carioca quer atuando nas ruas, preventivamente? Qual o seu perfil? Quais as competências que ele precisará aprender nas escolas e estudar continuamente na sua carreira? Quais os atributos que as escolas precisarão desenvolver, aprimorar nos homens e mulheres que comporão as forças policiais que irão às ruas? Se as autoridades estaduais ainda não têm respostas para estas perguntas, sejam sinceros e digam que não têm condições de cuidar da segurança pública do Estado. Assim, caberá ao governo federal, cumprindo a Constituição, decretar a intervenção, nomear um interventor e fazer uso das Forças Armadas para cuidar da segurança pública estadual, pelo período de tempo determinado na medida. O que ocorre é o famoso jeitinho brasileiro com péssimas consequências. Houve confronto e um militar do Exército morreu. A tropa é diariamente espezinhada por "di menores" sem que possa reagir. As forças adversas presentes na área são pelo menos três, duas facções criminosas e uma milícia. As demais forças policiais não colaboram ou colaboram pouco, da mesma forma que ocorreu no Alemão, assim como o MP e o judiciário. O comandante substituído explicitou todos estes problemas em entrevista esclarecedora. Assim, seria de bom alvitre que as autoridades encasteladas em Brasília ou na Central do Brasil, antes de decidirem considerem todos os fatores!

Anônimo disse...

Alguém deverá ser responsabilizado pela morte do cabo e por outras que, infelizmente, poderão advir. Estão mandando jovens militares para o suicídio. Militar é para a guerra, é para combater, não é para ficar "desfilando" com uma arma com a qual não poderá usar em defesa!!!

Anônimo disse...

Já está definido que irão prorrogar a permanência, senão não teria saído aqui da 5ª DE agora esta semana um novo contingente para a Maré (militares do 27° B Log, 20° BIB e várias outras OM da área). Só não divulgaram ainda. Não acho que levariam todo o efetivo e equipamentos que levaram para passar duas semanas no RJ.

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