30 de dezembro de 2014

Cautela: Wagner prega 'parcimônia' na revisão dos anos da ditadura.

FUTURO MINISTRO DA DEFESA
WAGNER TAMBÉM DEFENDEU AS FORÇAS ARMADAS, AO DIZER QUE “É PRECISO FALAR DAS PESSOAS” QUE COMETERAM VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS
Devido a perseguição na Ditadura Militar teve que se mudar do Rio de Janeiro para a Bahia
Futuro ministro da Defesa, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), teve como último ato público antes da transmissão do cargo para seu sucessor, Rui Costa (PT), na próxima quinta-feira, dia 1º, a solenidade que marcou a entrega do relatório parcial da Comissão Estadual da Verdade (CEV-BA).
No documento, recebido por Wagner nesta segunda-feira, 29, os participantes da comissão defendem a revisão da Lei de Anistia, para ter acesso aos dados militares, e punições a quem tenha praticado crimes contra os direitos humanos, como a tortura. Além disso, pedem que o governo estadual crie um projeto de lei de prevenção à tortura e que o currículo de escolas públicas e instituições de formação militar seja alterado.
“Crimes contra a humanidade não prescrevem”, defendeu o jornalista Carlos Navarro Filho, integrante da comissão encarregado de entregar o relatório a Wagner. De acordo com ele, as alterações na formação dos estudantes de escolas públicas e instituições militares tem como objetivo a “reconstrução da verdade histórica”.
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Prestes a assumir o Ministério da Defesa, Wagner reconheceu a importância da investigação do grupo, que envolveu, até agora, entrevistas com 69 vítimas da ditadura no Estado e a coleta de cerca de 700 documentos. Ele também e prometeu colaborar com a Comissão Nacional da Verdade, mas evitou possíveis controvérsias sobre o tema e recomendou “cuidado e parcimônia” na condução dos trabalhos.
“Um projeto político não pode conviver com a falta da verdade – e a verdade histórica tem de ser reconhecida”, argumentou o governador. “Mas essa página não tem retorno. O ministério da Defesa é um transatlântico, que não permite cavalo-de-pau. Precipitação não contribui (com o processo).”
Wagner também defendeu as Forças Armadas, ao dizer que “é preciso falar das pessoas” que cometeram violações dos direitos humanos – apesar de não ter explicitado defender o fim da anistia – e ao lembrar dos setores da sociedade civil que apoiaram e se beneficiaram da ditadura.
O futuro ministro da Defesa estudou em colégio militar, no Rio, mas foi perseguido pelo governo militar quando presidia o diretório acadêmico do curso de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Por isso, foi forçado a se mudar para a Bahia, onde iniciou a carreira política, como dirigente sindical do Pólo Petroquímico de Camaçari.(AE)
DIÁRIO do PODER/montedo.com

11 comentários:

Anônimo disse...

""Um projeto político não pode conviver com a falta da verdade"" - hummm!!!

"“é preciso falar das pessoas”" - iiiii!!

Estamos de olho!

Anônimo disse...

Bom, tomara que ele não pregue, também, "parcimônia e desprendimento no uso da pecúnia percebida como remuneração"...

Anônimo disse...

...“reconstrução da verdade histórica”... É só o começo do fim... Apesar do aparente tom conciliador, é na verdade, ironia da mais descarada... Estão dando o primeiro passo concreto para a redoutrinação das FA. No tempo certo hão de substituir o patrono do Exército por um desses vermelhos "sujos" de sangue" da estória comunista, tipo chê, por exemplo... A estação da salvação já passou senhores, perderam o bonde da História...

Anônimo disse...

Coragem Moral, sim.

Os atletas se pronunciaram a respeito da escolha do novo Ministro dos Esportes:

Organização de atletas critica escolha de George Hilton como novo ministro do Esporte

http://www.df.superesportes.com.br/app/noticias/mais-esportes/2014/12/29/noticia_maisesportes,59336/organizacao-de-atletas-critica-escolha-de-george-hilton-como-novo-ministro-do-esporte.shtml

Anônimo disse...

Como confiar em alguém que conceitua marighela como heroi nacional e que lutou bravamente pela democracia?
O objetivo da escolha é cada vez mais afrontar as FA.
Hoje, sinto calafrios quando vejo as humilhações impostas aos nossos companheiros da caserna.
Saudades do tempo que nossos chefes não dobravam suas espinhas para vermes comunistas.

Anônimo disse...

Adeus ... Forças Armadas.

Esse camarada agora vai achar chefe das Forças Armadas...
Agora é pá de cal.


Lamentável.

Anônimo disse...

E o CMT do Exercito não vai mudar não. Vai ficar a porcaria nomeada 2007.

Alexandre Araújo Gonçalves disse...

Quero saber é de salários dignos e não de Patrono!!!

Anônimo disse...

É chegada a hora de separar os homens dos guris... e eu já sei de qual lado vou estar... pelo bem do nosso país e das gerações futuras. Quem, dentro da hierarquia não assumir suas responsabilidades será suprimido, pois não há espaço para lacunas em qualquer milímetro de poder existente.

3º Sgt QE R/1 PERIVALDO disse...

- Eu juro que ainda não entendi porque o termo "Ditadura".
- Não concordo com o termo acima de jeito nenhum. O que aconteceu na época, foi uma intervenção militar obrigatória, que, se não a houvesse, provavelmente o Brasil estaria hoje, tentando uma aproximação amiga com outros países, assim seria como aconteceu e está acontecendo com Cuba. Na época, o Brasil estava quase que dominado por comunistas. Basta o pessoal estudar bem a fundo, com detalhes, a história, o que é que realmente estava acontecendo no Brasil após o assassinato de Getúlio Vargas (dizem que foi suicídio kkkk que mentira).O País estava quase que entregue aos "paraguaios" como se diz quando está tudo bagunçado, e, ditadura mesmo estava acontecendo ao mesmo tempo em outros países, Argentina e Chile principalmente, onde lá todos os contra governo eram assassinados de forma brutal, sendo algumas vezes, jogados vivos em alto-mar (MAR DEL PRATA)a 100 milhas da costa. Aqui houve uma intervenção militar e posteriormente, um regime de governo militar e os milicos só não fizeram a abertura política bem antes, por culpa desses supostos guerrilheiros idiotas que queriam aparecer para a mídia. (esses aí que dizem estar no poder hoje, esses nojentos, que deixaram o país pior que antes de 31 de março de 1964 - bem pior, mas muito pior mesmo, e agora, quem conserta??? SORTE QUE JESUS ESTÁ ENTRE NÓS E NOS PROTEGE DE MUITA COISA RUIM, SENÃO ESTARIA TUDO VIRADO NUM VERDADEIRO INFERNO.

Sargento Perivaldo disse...

- Já que o assunto é ditadura, aí vai mais uma estória da dona Dilma:
"Lá pelos anos de 1969, quando dizem alguns ter sido o pior ano da suposta ditadura, Dilma, que era procurada pela justiça militar, estava sendo perseguida à pé no centro do Rio de Janeiro por dois policiais do Exército; os dois eram gaúchos grossos daqueles servindo no Rio.
Correndo desesperada para tentar fugir dos policiais, numa das ruas mais movimentadas do Rio, Dilma avistou uma placa na porta de uma loja de artigos de umbanda que dizia "PRECISA-SE DE UMA VENDEDORA URGENTE E JÁ!". Ela, vendo a possibilidade de despistar de vez os policiais do EB, foi logo entrando e dizendo ao preto velho, dono da loja: "Moço, por favor, me arruma agora esse emprego que é questão de vida e morte". O emprego é seu mocinha, desde que vc atenda bem o 1º freguês que entrar na loja. Pode deixar, respondeu Dilma, me passe logo o uniforme. Colocou o uniforme rapidinho e soltou seu cabelo que estava preso antes. Já em seguida, entraram nesta loja, os dois policiais do EB à procura de Dilma, e ela, toda assustada e com o preto velho de olho arregalado em cima dela, foi logo atendê-los: "pois não senhores, desejam alguma coisa??" Os dois se entreolharam mas não a reconheceram, porém, um deles falou: "Já que tô aqui nesta loja, acho que vou levá um presente prá mim mãe quando eu folr lá prô Rio Grande do Sul tchê, que é devota de São Jorge e pediu a Dilma para lhe trazer tal imagem que ele iria comprar uma. Dilma que nunca foi chegada em Santo (só no santo Lula), não conhecia suas imagens, e agora dizia ela a si mesma "ai ai ai ai e agora ???... olhou olhou olhou, analisou e pegou uma imagem de um santo e dirigiu-se os policiais dizendo: "Tá aqui o São Jorge que o Sr queriam seu guarda". Epa... péra aí,respondeu o policial, essa daí não é a imagem de São Jorge nem aqui e nem lá prás bandas do Uruguai, tchê... essa é a imagem de São Pedro Tchê! São Jorge tá apeado em seu cavalo baio e tem armadura e esse aí com a chave na porta do Céu na mão e todo de branco, é a de São Pedro, minha prenda.
A DILMA, toda sem graça e com o preto velho lhe olhando de lado e soltando fumaça nervosa de seu cachimbo da paz, tentou uma saída de emergência e respondeu com a maior cara de pau: "É São Jorge sim seu guarda... ele realmente tinha um cavalo, mas ele resolveu se modernizar e acabou comprando um carro e essa chave é do seu Fusca, e a armadura ele vendeu pois é proibido dirigir vestido nela!" Eta prenda burra tchê... imagine essa muié Presidente do Brasir, tâmo fudido e levado à casquera tchê, retrucaram os dois policiais gaúchos e saíram sem levar nada ou falar mais alguma coisa.

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