28 de dezembro de 2014

Brasil indefeso

Janeiro de 2012: em Cuba, com Dilma, Wagner demonstra seu afeto ao ditador Raúl Castro (Veja)
O governo Dilma, ao nomear para o Ministério da Defesa o Sr. Jacques Wagner, tornará o Brasil mais indefeso.

Paulo Roberto Gotaç
O governo Dilma, ao nomear para o Ministério da Defesa o Sr. Jacques Wagner, tornará o Brasil mais indefeso. Indefeso porque o ex-governador, ao longo dos dois mandatos de governo na Bahia, deu mostras evidentes de incapacidade administrativa e falta de traquejo político, uma prévia de como poderá ser sua interação com os comandos das forças armadas. 
Mais indefeso também estará o país ao ver suas forças armadas, instituições que contam com a confiança da população, serem comandadas por um político profissional sem qualquer relação com elas, nem possuindo ele, em seu currículo, formação que o capacite a exercer o cargo, pois nem o curso superior de Engenharia, que iniciou, conseguiu concluir. 
Leia também:
Amigo de ditadores, Jaques Wagner é confirmado na Defesa.
Para o futuro Ministro da Defesa, Marighella, terrorista e assassino, é 'herói do povo baiano'.
Indefeso também estará o país porque, mais uma vez, o governo dá demonstrações claras de que a escolha para o cargo nunca mereceu a atenção a que faz jus, reservando seu preenchimento tão somente para completar o polígono ministerial de 39 lados com os determinantes político-partidários.
Enfim o Brasil estará mais indefeso, não só pelo futuro incerto de suas forças armadas mas também pelo atraso que aos poucos está sendo imposto através do crescimento econômico medíocre, pela educação mal ranqueada, a ser entregue a titular polêmico, pela saúde pública pedindo socorro e pela segurança pública, amargando um dos maiores índices de homicídios do mundo. 
Quem nos defenderá de todas essas ameaças? Sobreviveremos como nação, a médio ou mesmo curto prazo? Oremos que sim.
DIÁRIO DA MANHÃ/montedo.com


16 comentários:

Anônimo disse...

Não foi uma boa indicação para o Ministério da Defesa.
Vamos ver quem serão os 3 Comandantes das Forças Armadas.

Anônimo disse...

Oficiais generais que estudaram tanto para chegar onde estão,que humilharam praças com seus ares de "Todo poderosos",que se regozijavam com banquetes e coquetéis suntuosos enquanto a tropa comiam "macaquinho no cipó"(macarrão com carne moída),pata de elefante(hambúrguer) no almoço e jantar a bordo de navios e quartéis devem saber agora o que é ser humilhados ! Bater continência para analfabetos,ex guerrilheiros e pedir de pires na mão,pelo amor de Deus por uma merreca de aumento ! A que ponto chegamos !!

Anônimo disse...

Serviço mal feito tem que ser feito duas ou três vezes.Fizeram mmm quando mudaram a LRM acreditando em alguma mentira e continuaram no erro ao se deixarem dominar. Se entregaram totalmente, com bandeirinha branca e beijinhos nos coquetéis luxuosos. E ainda aguardam a bondade dela para lhes dar um emprego quando forem para a reserva. Os brabos se calaram e os covardes se esconderam mais ainda. Militares das FA, fiquem preparados para receberem salário mínimo complementado por alguma bolsa-esmola.As Olimpíadas estão chegando e a "esmola" já foi dada.

Anônimo disse...

Nada mais justo que os comandantes sejam tratados da mesma maneira que tratam seus subordinados: sendo humilhados. Para isso aqui se tornar sodoma e gomorra, só faltava ser comandado por Calígula. Agora não falta nada. Na verdade, falta só o arcanjo mandar fogo e enxofre para fechar no 10. Mais do mesmo, chefia política em lugar de chefia técnica. Pré-requisito para ser ministro da defesa: ser cumpanhero.
Baixem logo a lei extinguindo o EB (EXÉRCITO BRASILEIRO) e criando o EB (EXÉRCITO BOLIVARIANO). Nesse novo EB, não serão apenas os PQD que usarão a boina grená. Quem viver verá.

Anônimo disse...

Vai assumir o Ministério com maior ORÇAMENTO do País. Cerca de 50 BILHÕES.

A PERGUNTA QUE FICA É: O QUE SERÁ FEITO COM ESTE DINHEIRO ???

Sargento Perivaldo disse...

Primeira coisa, Exmo Sr futuro Ministro da Defesa, Jaques Wagner, o exemplo tem que vir de cima, tira essa barba, se quiser pelo menos fingir que comanda a milicada, porque os militares barbudos do império já acabaram há tempos, e o Sr, não pode copiar o nosso Ilustríssimo Patrono, o Duque de Caxias: e
segunda coisa, não queira ser mais um rato barbudo do PT; onde só cabe um no comando de tudo, que é o tal de Lula.

Anônimo disse...

Enquanto Governador da Bahia, Jaques Wagner apoiou o MST:

http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/12/26/quem-esta-mais-seguro-com-jaques-wagner-na-defesa/

Rogério - JF disse...

Não foi uma má escolha, os chefes militares são cargos políticos. Nenhum chefe militar discorda de nada. Vai mudar o quê?

Rogério - JF disse...

Com essa mudança no MD, o único que atualmente corre risco é Caxias, pois nomes para patrono do EB é que não falta na Comissão da Verdade.

Paranaense disse...

A Dona Dilma continua comendo pelas beiradas e tudo continua como dantes, no quartel de abrantes. Alguns militares por conveniência do serviço, são cegos, surdos e mudos. Na verdade enxergam muito bem, escutam igualmente, tomam atitude certa no momento oportuno. Me entendam onde eu quero chegar....será que no meio de tantos generais, não tem um com aquilo roxo? Para dar um basta nessa bandalheira toda?

Anônimo disse...

Mandei um comentário hoje, 28, a respeito do assunto aí em cima e ainda não publicaram. Não foi ofensivo. Foram arguições aos generais. Espero a publicação. Obrigado. Um abraço.

Rodrigo disse...

Durante o período do governo militar, uma mobilização social ocorreu com o objetivo de derrubar a então "ditadura", que apesar dos pesares, mantinha o Brasil na linha. Hoje, com a baderna generalizada, com a corrupção institucionalizada, com as FFAA sendo feitas de palhaço para o atual partido do governo, ninguém faz nada. Isto só nos mostra a índole do povo brasileiro. O brasileiro quer o seu país da forma como ele está. Infelizmente, eu também me incluo neste meio, mas, na medida do possível, tento ser o beija-flor que tenta apagar o incêndio. Fica a dica.

Anônimo disse...

Só espero que os milicos que se mostram indignado nesse e em outros comentários no blog, não sejam os mesmo covardes que falam mal e detonam BOLSONARO.

Pessoal a nossa esperança não vem de Ministro da Defesa e nem muito menos de qualquer outro militar fardado do alto comando.

A esperança estar em parlamentares pro-militar que manifestam explicitamente esse interesse, bem como na formação de uma bancada pro-militar no congresso nacional, a qual já estar em curso.

Poupem-se desses desalmados, fardados ou não, foquem no alvo certo e deixem de combater na luta errada.

Exerçam sua cidadania e militância dando apoio aqueles que ainda tem força de falar no congresso nacional, apesar de um ou outro desvio de conduta...

Deixemos de ficar desunidos, pois assim não chegaremos a lugar nenhum, a exemplo de um pelotão embrenhando na selva e perdidos, fica-se só rodando em torno do mesmo ponto.

Att,
2º Sgt Jedeão, amparado no incisco IV do Art. 5º da CF/88, verbis:

"IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;"

Anônimo disse...

Senhores Oficiais Generais. Quero questionar o seguinte: Qual o momento em que os senhores, usando de prerrogativas que por certo detém por lei, vão colocar suas espadas sobre a mesa e dizer NÂO ao estado de coisas por que passa a Nação? Em que tempo vão dizer a senhora que ocupa o poder no Brasil e que de há muito já virou o leme para a esquerda, que não aceitam energúmenos como Ministro da Defesa do Brasil. Quando deixarão de ser vilipendiados e ultrajados com esse tipo de ofensa que é jogada na "cara" das FA, diuturnamente? Em nome de que se mantém calados a tudo aceitando sem esboçar uma reação sequer? Se perderem os cargos não perderão a honra, que é o que pode restar a um militar. O contra-cheque ninguém lhes tirará. Porque o silêncio que enerva a ativa e a reserva? Vão deixar que aconteça outra Intentona? Não acreditam que já existem nas OM inocentes úteis servindo a ideais apátridas? Os governos de hoje, baseados em suas ideologias, nem deixam mais que aconteçam comemorações a respeito disso. Que não se dê golpes militares que durem vinte anos e que mesmo redemocratizando o país é taxado de ditadura. Que se faça uma "faxina", retirando apátridas, lesa pátrias, ladrões, corruptos, comunistas, mentirosos, condenados, do poder e em um processo rápido mas cirúrgico se devolva o poder ao povo para que possa o Brasil seguir sua vida democrática que hoje já não é mais assim. Sim, porque o que vivemos não é mais democracia há tempo. O que temem os senhores? O que esperam? O que aprenderam na Academia não é o suficiente para que tomem uma decisão? Para onde nos deixarão levar? Hoje, o tempo já é precioso. Pensem e ajam pois o tempo já não anda ao lado dos bons e dos democratas. A espada ainda tem poder, se usada com justiça e equidade, pois o banho de sangue fratricida ainda pode ser colocado na conta dos senhores como foi a revolução de 64 que vista pelo outro lado só traz aborrecimentos até os dias de hoje e para muitos anos ainda. Mais um pouco e pode ser muito tarde.

Anônimo disse...

- Estamos entregues aos paraguaios.

Anônimo disse...

Concordo com a insatisfação que já está gerando revolta, mas Governo militar no momento não seria o caso. Não é dando um "golpe militar" que as FFAA vão resolver toda a bagunça criada pelo PT nesses últimos doze anos. Mas, a inércia, a omissão e, pasmem, a submissão é que é a responsável pela insatisfação da "milicada".

Muitos já se perguntaram por que os generais das três forças, que detém o "poder militar", que possuem o poder de fato de um País, que comandam os "Homens às Armas" de uma nação se submetem a todo tipo de humilhação, respondendo com omissão, subserviência, inércia total.

Alguns podem tentar responder dizendo que isso é a característica "sagrada" do militar: não se envolver com política, com assuntos políticos, ser legalista e respeitar os mandatários do momento, sejam eles do partido ou ideologia que forem. Porém, essa não é a resposta correta. Isso não responde a todos os episódios que nós, militares da ativa, observamos no dia-a-dia da caserna, nos bastidores dos quartéis e diretorias da vida.

Por que os generais de hoje (e me refiro aos oficiais generais das três forças) se deixam manipular tão facilmente?

Atrevo-me a responder.

Os generais da atualidade eram jovens adolescentes, ou recém entrados na adolescência, na década de 1970. Nasceram num momento político mais estável que os generais dos anos 1960, por exemplo. Não presenciaram revoltas armadas, revoluções, a política representativa sendo construída a sangue no Brasil. Ao contrário, foram jovens deslumbrados com as novidades vindas de fora que inauguraram em nosso País a "sociedade do consumo" que já existia lá fora há muito tempo.

Amoldaram-se a esse tipo de cidadão contemporâneo, alheio aos destinos de sua própria sociedade, somente se interessando por poder comprar o carro mais possante, mais bonito, "desfilar" por mesas requintadas e luxuosas de jantares magníficos da alta sociedade, poder portanto, desfrutar da intimidade do poder econômico.

E chegamos aos anos 2000, a plena era do consumismo. Aqui os fins justificam os meios. E os fins, ressalte-se, representam poder econômico para gastar mais, comprar mais, aparecer mais.

Os generais que deram o golpe militar em 1964, independente da "corrente militar" que seguiam (duros ou moderados), todos eles, eram idealistas, lutavam e lutaram por um ideal de sociedade que acreditavam melhor para todos. Não lhes interessavam ser "comprados". Pesquisando suas vidas, em diversas biografias disponíveis, veremos como viveram e, especialmente, como terminaram suas vidas.

Façam um paralelo, coloquem lado a lado a vida desses generais de outrora e a vida nababesca dos nossos oficiais generais contemporâneos. Aí, os senhores entenderão muita coisa que está acontecendo no momento.

Aqueles que defendem um golpe militar verão que isso é praticamente impossível de acontecer.

Aqueles que se revoltam com a inércia e subserviência de certos líderes vão compreender que isso não se mudará tão facilmente.

E, finalizando, para aqueles que tentam justificar essa situação dizendo que "militar não discute política", digo que a honra de um Homem é muito mais importante do que um dogma disciplinar criado numa época que o justificava.

Ser complacente, omisso, subserviente, não se justifica por estar "evitando a política".

Aprendemos nas escolas sobre seguirmos e defendermos a Honra dos heróis patronos das Forças Armadas. Pois bem, a honra desses patronos não têm mais defensores. Logo, logo vão mexer nesses patronos e alguém aqui acredita que algum líder da ativa vai defendê-los?

Desculpem-me pela extensão.

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