31 de outubro de 2014

Defesa cria Comando e Escola de Defesa Cibernética.

Ministério indica criação do Comando e da Escola de Defesa Cibernética
Estruturas, que devem ser instituídas em 2015, vão ser usadas pela Marinha, Exército e Aeronáutica
Organograma do sistema de Defesa Cibernética (IME)
A partir do próximo ano, o Exército Brasileiro começa a dispor de duas novas estruturas para fortalecer a política de segurança cibernética do País: o Comando de Defesa Cibernética e a Escola Nacional de Defesa Cibernética.
Por meio da Portaria Normativa nº 2777 , de 27 de outubro de 2014, publicada no Diário Oficial da União da última terça-feira (28), o ministro da Defesa, Celso Amorim, estabelece a diretriz “para implantação de medidas visando à potencialização da Defesa Cibernética Nacional."
No documento, o Ministério da Defesa define as atribuições do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), da Secretaria-Geral da pasta e do Exército para dar formato às propostas do Comando e da Escola de Defesa Cibernética.
Segundo o texto, cabe ao EMCFA supervisionar a implantação das medidas necessárias para criar o Comando e a Escola de Defesa Cibernética na Estrutura Regimental do Comando do Exército.
O documento informa também que as duas estruturas são para o exercício dos militares das três Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica), cabendo ao Estado-Maior Conjunto “as atividades de coordenação nos casos de operações” que envolvam as Forças Armadas juntas, “especificando-se, em atos próprios, os aspectos inerentes ao controle operacional.”
A portaria determina à Secretaria-Geral que adote “providências relativas à disponibilização de recursos orçamentários e de pessoal para a viabilização das medidas e para evitar a descontinuidade de projetos”, além de elaborar proposta de criação de infraestruturas de apoio ao pessoal que irá compor os quadros de trabalho do setor cibernético e enquadrar as tecnologias do setor cibernético dentre as prioritárias no âmbito da pasta.
O documento, por fim, estabelece que cabe ao Exército “tomar providências necessárias para ativação” dos Núcleos do Comando de Defesa Cibernética e da Escola Nacional de Defesa Cibernética, além de coordenar e propor a estrutura organizacional e demais providências com o objetivo de implantar as duas entidades.
A expectativa do Ministério da Defesa é de que as estruturas comecem a se consolidar em 2015. (MD)
Portal Brasil/montedo.com

4 comentários:

Anônimo disse...

Será mais uma sala cheio de meses e computadores para alocar militares ASPONES.

Anônimo disse...

Vislumbro mais 5 vagas de 2 estrelas (FAB, MB, EB).

Anônimo disse...

Meu Deus, muito mal temos licenças de antivírus nos computadores e criam mais um elefante branco nas Forças Armadas !!!!!!!

Anônimo disse...

O Brasil é o único país do mundo onde candidatos a espiões prestam concurso público (ABIN) e, uma vez aprovados, têm seus nomes publicados em diário oficial. Recentemente, o Brasil renovou sua capacidade de defesa aérea, o que é muito bom. Mas também publicou em diário oficial o modelo e quantidade das aeronaves, incluindo até o prazo de entrega. Somos extremamente amadores na área de inteligência militar, motivo até de piada e sarcasmo para nossos congêneres da CIA, MI6, Mossad e outras agências pelo mundo afora. Do que se trata, agora, esse "Comando de Defesa Cibernética" ou seja lá o que for?! Mais um sumidouro de recursos enquanto os quartéis caem aos pedaços? Não seria melhor construir PNR para apoiar a família militar? Melhorar o FUSEX? Cadê o Colégio Militar de São Paulo? Mas isso não pontua para promoção.

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