26 de setembro de 2014

Exército vai patrulhar favela da Maré nas eleições.

TSE autorizou presença dos militares, que já atuam na comunidade do Rio de Janeiro, para auxiliar Justiça Eleitoral
Tânia Rêgo/ Agência Brasil Operação conjunta de reconhecimento do Exército na favela da Maré em março de 2014
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou nesta quinta-feira (25) que tropas do Exército façam o patrulhamento da região da Favela da Maré, no Rio de Janeiro, durante as eleições. Por unanimidade, os ministros entenderam que soldados que já estão naquela localidade, onde fazem a ocupação da área, podem prestar auxílio à Justiça Eleitoral no dia 5 de outubro, dia do primeiro turno.
O pedido foi feito pelo Corregedoria da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro. No dia 4 de setembro, o TSE rejeitou o envio de tropas federais para garantir a segurança das eleições no estado do Rio de Janeiro porque a Secretaria de Segurança não aprovou o envio imediato dos soldados.
Na ocasião, o relator do processo, ministro Henrique Neves, disse que conversou com autoridades da secretaria, que relataram não ter notícias de incidentes no interior do estado durante a campanha eleitoral, Na capital, o ministro foi informado que, em localidades onde as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) estão presentes, também não foram registrados problemas.
Agência Brasil/montedo.com

Um comentário:

Anônimo disse...

O ministro da defesa, os comandantes militares e principalmente a Presidenta do Brasil estão promovendo o TRABALHO ESCRAVO nas forças armadas, pois estes estão trabalhando forçadamente sem direito a leis trabalhistas, formação de sindicato, adicionais de hora extra, periculosidade, a BAIXO CUSTO DE MÃO DE OBRA BARATA, sem FGTS, sem auxílio transporte, sem auxílio alimentação, as praças trabalham em jornadas exaustivas a mais de quarenta horas semanais (serviço de escala por 24 horas e emendam mais 8 horas de expediente) e constantemente acumulam funções e encargos, desde o ano de 1648 e sob a ilegalidade e imoralidade dos Regulamentos Disciplinares de suas forças singulares. Testemunha são todos os militares das forças armadas.
Solicito que após a aprovação iminente da PEC do trabalho escravo e sancionada pela Presidência da República o procurador-geral do Trabalho e o MPM acionem a justiça para as providências cabíveis.

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