28 de setembro de 2014

Capitão Fernando é declarado incompatível para com o oficialato e perde posto e patente.

Ex-capitão Fernando (centro), com Tarso Genro e Lula, Dilma ao fundo (Imagem: Blog do Capitão Fernando)
O Boletim do Exército desta sexta-feira (26) publicou a demissão ex officio, do Exército Brasileiro, do Capitão Reformado Luís Fernando Ribeiro de Sousa. Ele foi declarado incompatível para com o oficialato e perdeu o posto e a patente por decisão do Superior Tribunal Militar, de outubro de 2013, transitada em julgado em fevereiro deste ano. Na sentença, o relator afirma que "os inúmeros documentos e depoimentos carreados aos autos evidenciaram um grave comprometimento dos preceitos da ética e moral descritos no Estatuto dos Militares, revelando uma conduta incompatível com aquela exigida de um Oficial das Forças Armadas, na  ativa ou na inatividade".
O agora ex-capitão Fernando ganhou notoriedade por liderar o movimento chamado 'capitanismo', que pregava a atividade política dentro dos quartéis. Foi candidato a deputado federal no RS pelo PT, nas eleições de 2010, sem sucesso. 

17 comentários:

Anônimo disse...

É e sempre foi assim, toda e qualquer iniciativa de participação política de militar será rechaçada, por isso que não levo fé no PMB, pois militares da ativa que se licenciarem para concorrer a qualquer cargo, caso volte para a caserna serão perseguidos, como ocorreu no Rio de Janeiro a poucos anos, onde todos foram transferidos após o pleito.
No MS um colega que concorreu a deputado estadual na última eleição foi proibido de entrar em sua residência, na Vila Militar, pois seu carro possuía um propaganda de sua candidatura. É lamentável essa mentalidade que acarreta nossa falta de representatividade e de uma consciência de classe.

Anônimo disse...

Agora vai posar de coitadinho... Só quem conhece a ficha corrida deste elemento sabe que ele colheu o que plantou! Sua exclusão não tem nada haver com política e sim com Hierárquia e Disciplina, pilares que o Exército não pode abrir mão. Que seja feliz.

Pablo disse...

Nada é por acaso. Este cidadão foi considerado indigno não por ser candidato. Foi pelo conjunto da sua obra. Quem conviveu com ele (tanto nas OM como na ESAO) sabe bem a motivação. Ninguém é proibido de fazer política, desde de que sigam as normas vigentes. Intencionalmente ou não, este senhor seguia a cartilha gramiscista, que pregava de forma pacífica e sorrateira, minar e enfraquecer as principais trincheiras democráticas: Executivo, Legislativo, Judiciário, Forças Armadas, Religião e Família. Desta lista, acredito eu, só falta as FFAA. E olha que eu não costumo ver chifre em cabeça de cavalo e pelo em casca de ovo. Nada é por acaso.

Anônimo disse...

Esse perda do posto e patente corta o salário ?

Anônimo disse...

Quem julga o que são preceitos éticos e morais? Não falo do caso supracitado pois não sei detalhes mas, me causa estranheza que um ganhe a medalha do pacificador...outro promovido a general...outros com 150 anos de idade...e alguém diz que o sujeito faltou com a ética e a moral? só com muita ECEME para entender.
Obs. Montedo, só com ECEME para provar que não sou um robô, tá difícil o código.

Anônimo disse...

Quem quiser mais detalhes, basta ler o BE 39. Mas militar não lê. Não entendo isso !!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Montedo! Somente pela companhia desta foto já deveria ter sido mandado embora. Não servi com o cidadão, mas recebia e-mail do mesmo e dava para ver que só poderia acontecer isso. Vamos ver ser os companheiros vão arrumar uma boquinha para ele.

Anônimo disse...

"ESTATUTO DOS MILITARES"

Art. 119. O oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido ex officio sem direito a qualquer
remuneração ou indenização e receberá a certidão de situação militar prevista na legislação que trata do serviço
militar.

Anônimo disse...

As FFAA jamais vão permitir e incentivar a politizacao dos militares, pois eh uma ameaça ao status quo, e não há interesse dos que se beneficiam do status quo em perder suas regalias.
A quem quiser entrar na política, prepara-se para enfrentar todo tipo de revez e perseguições , por vezes veladas , por vezes ostensivas.
Pior ainda se escolher más companias como as da foto.
O melhor mesmo para quem é militar da ativa é pedir afastamento, tipo LTIP, ou demissão O melhor mesmo é o pessoal da reserva se organizar e candidatar. Pois na reserva estão mais imunes a perseguições e transferências forçadas.

Anônimo disse...

A esposa dele (se for casado) tem direito a receber a pensão (morte fictia).

Anônimo disse...

Se for casado, sua esposa permanece recebendo sua pensão.

Anônimo disse...

Montedo não sei se vc já viu ou ouviu um certo vide-o no youtube (Exercito serve para que?), se já conhece não precisa nem publicar este comentário meu, e também se não achar interessante também não precisa publicar este meu comentário.

https://www.youtube.com/watch?v=sQY7xKqZWP4

Anônimo disse...

Agora sim vai receber sem trabalhar (a não ser que a esposa o abandone)

Anônimo disse...

Hierarquia e disciplina, pelo que entendi o cidadão, agora civil, sem vinculo algum com as FFAA, inclusive financeiro, nem a esposa ou qq outro dependente, tentou quebrar os pilares que sustentam o militarismo, muito justo, cai fora, não há espaço dentro dos quarteis para pessoas com este perfil, o PT é o lugar ideal para ele.

Unknown disse...

Mais um a fazer parte dos jovens ararinha azuis que querem ser Guevara e se encharcam de tubaína, mas ainda não sabem da terça metade do que representa a ilha assassina de Cuba. São alienados teleguiados. Lula o convencerá a terra é plana, ele acreditará; e vai alguém dizer o contrário ao mais jovem dos integrantes ararinhas azuis comunistas,cujos limitados neurônios só tem a função de transmitir o sinal vindo do sistema comunista nervoso e centralizador.

Anônimo disse...

Ao companheiro que pergunta "quem julga o que são preceitos éticos e morais", respondo: O Tribunal de Honra instituído para conduzir o Conselho de Justificação do oficial. Foi constituído por 03 oficiais superiores, mediante portaria do Comandante do Exército - um processo administrativo, portanto. No seu transcurso, o ex-militar exerceu seu direito ao contraditório e à ampla defesa, como reza a nossa Constituição Federal. Com relação à perda de posto e patente, o processo correu no STM, após o ex-capitão ser declarado "injustificado" pelo Tribunal de Honra, com mais contraditório e mais ampla defesa.
Pode acreditar: Ele fez por merecer e o Exército está melhor sem ele.
Um abraço a todos.

Fernando Brasil disse...

Prezados (as) leitores (as) do Montedo.

Inicialmente, gostaria de agradecer a todos os meus amigos e amigas que vem junto comigo trabalhando diuturnamente para termos uma bancada militar no Congresso Nacional.

Venho esclarecer-lhes algumas coisas:

Há 2 processos, digamos - maiores - rolando. Esse o Conselho de Justificação que aponta fatos ocorridos comigo após 2010 (uma suposta deserção - diversas entrevistas e consequente punição disciplinar) que culminaram com o transcrito no BE desta publicação. Porém há um outro processo, em curso na Justiça Federal e sem sentença, que eu iniciei, onde pleiteio ser reformado a contar de 2009, face a um acidente de serviço, um atropelamento. Como nao temos sentença, vale esse publicado no BE, porém devo ser reformado a contar de 2009, assim todos os fatos que me acusam no Conselho de Justificação passam, em tese, ser nulos a contar da data da minha reforma. Ou seja, não tem nada resolvido até agora.

Sobre o meu pagamento, nesse processo da justiça federal já há sentença de antecipação de tutela, bem como já homologada pelo TRF-4 onde a União está obrigada a me pagar salario integral, no posto de capitão. Estou recebendo normalmente. até o transitado e julgado.

Detalhes: http://capitaofernando.blogspot.com.br/2014/09/satisfacao-aos-meus-amigos-as.html

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