9 de julho de 2014

RJ: Forças Armadas poderão permanecer mais tempo na Maré

Permanência de militares na Maré após julho não está definida, diz Pezão
Luiz Fernando Pezão. Foto: Antonio Cruz/ ABr
Vinícius Lisboa
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, disse ontem (8) que ainda não está definido se pedirá à presidenta Dilma Rousseff para que as forças armadas permaneçam no Complexo da Maré, onde estão desde 5 de abril. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem que determinou a ida dos militares para a região da zona norte do Rio termina no dia 31 de julho.
“Estamos vendo. Ainda vou conversar com a presidenta Dilma. Até o dia 31 de julho eles estarão lá”, disse Pezão. Desde a entrada das forças de segurança no complexo, que tem 129 mil habitantes, a previsão do governo é de que a Unidade de Polícia Pacificadora seja instalada neste semestre.
Junto com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e o comandante militar do Leste, general Francisco Carlos Modesto, Pezão se reuniu hoje com lideranças do complexo para ouvir demandas dos moradores. Beltrame e as autoridades militares presentes saíram mais cedo, sem falar com a imprensa. O prefeito afirmou que a Maré, comparada a outras favelas, é um complexo com mais infraestrutura e até a chamou de “bairro popular”.
“Maré não é uma favela, é um bairro popular. Boa parte dela está totalmente urbanizada e com grande quantidade de serviços públicos se comparada a outras comunidades”, disse Eduardo Paes. Leia mais.
Agência Brasil/montedo.com

4 comentários:

Anônimo disse...

é lógico que ele vai renovar a força de pacificação, pelo menos ate as eleições, assim ele garante preciosos votos naquela comunidade.

nos do exercito, severinos e agora mão de obra eleitoreira, estamos indo para lá, sou de juiz de fora, acabei de ficar um mês preso dentro de um quartel em BH por causa desta copa, mau alojado e comendo mau. com contato restrito com a família. os 2% a que tenho direito só Deus sabe quando receberei, e eu gastei muito mais do que os 2% que AINDA VOU RECEBER, principalmente com ligações telefônicas para minha família, esposa, filhos e pais.

vamos para a maré, para ficarmos mais mau alojados ainda, tudo precário, porque as famosas lições aprendidas não são aprendidas, eles não mudam nada, não melhoram nada, tem medo e pavor de pedir melhorias e acomodações para a tropa,como se fosse feio uma tropa bem alojada e bem tratada, cumprindo seu dever longe de casa e dos familiares.

como diria Boris Casoy UMA VERGONHA este nosso exercito e esta nossa logística.

Anônimo disse...

Mais uma vez continuaremos fazendo papel d polícia e na hora das prerrogativas nada, hj a PM do RJ já esta melhor remunerada que as Forças Armadas até o plano de carreira já é melhor que o da MB, saio da Mare e tenho que rezar pra não ser parado em nenhuma blitz da PM pois por incrível que pareça tenho a arma e não o porte, acredite 20 anos de svç, várias missões e não posso portar minha arma.Eu pergunto quando esta e outras injustiças para com as praças acabarão. PORTE DE ARMA PARA AS PRAÇAS já!!!!!

Anônimo disse...

Concordo com vc. Tb estava em BH• Estamos literalmente fudidos com esses cmt, que so almeja seu posto acima...so jesus na causa. Ha estava esquecendo 2% mau da para comprar um pao com mortandela e um copo de agua doce.

Marco Balbi disse...

Carta que enviei aos jornais!
Em terminologia militar, o comandante deve sempre se preocupar em não fazer uso prematuro da tropa que mantém em reserva para atender as possíveis condutas que sejam necessárias. A Comandante-em-Chefe das Forças Armadas cometeu este erro ao determinar a ocupação do Complexo da Maré, por uma pressão política ou politiqueira, dos governantes do Estado do Rio de Janeiro. Seu principal assessor, o Ministro da Defesa é político e, talvez, não tenham, nem um nem outro, ouvido quem entende do assunto, os comandantes militares. Estes recebem ordem e a cumprem da melhor maneira possível. Eis que ao se aproximar o prazo de encerramento da missão, o governador, candidato em outubro, apressa-se em tentar estender este prazo. Ele que assuma o ônus de declarar que os seus recursos de controlar a segurança pública estão esgotados, para que se cumpra a Constituição e seja nomeado um interventor no Estado. Que os fatores eleitorais não se sobreponham aos demais fatores da decisão.

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