30 de maio de 2014

O desembarque na Normandia contado por um soldado virtual

Louis Castel: o desembarque na Normandia contado por um soldado virtual
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Charge ilustra a vitória dos Aliados (Twitter Louis Castel)
E se a história mundial fosse contada por personagens virtuais? Foi o que se propos o Mémorial de Caen, um museu consagrado à história do séc. XX, para comemorar os setenta anos do desembarque na Normandia.
Para relatar os acontecimentos ligados a esta ação militar, cujo nome de código era Operação Overlord, foi criado um soldado virtual, Louis Castel, um francês que integra as forças militares norte-americanas.
Louis Castel pode ser seguido através do Facebook e do Twitter, onde desde o dia 19 de dezembro de 2013 nos faz o relato da sua experiência do desembarque de junho de 1944 e da batalha da Normandia.
O jovem francês vive nos Estados Unidos quando rebenta a II guerra mundial. Alista-se no exército norte-americano para participar na maior operação militar de todos os tempos. E vai contando o que lhe acontece, passo a passo, na primeira pessoa e através da sua página no Facebook e da sua conta no Twitter.
Sessenta anos depois, a invasão marítima da Normandia continua a ser a maior operação militar anfíbia na história mundial. Cerca de três milhões de soldados cruzaram o Canal da Mancha, partindo de vários portos e campos de aviação na Inglaterra, rumo à Normandia, na França ocupada.

Inspirado pois numa história verdadeira, o percurso de Louis Castel leva os internautas a seguir a evolução dos acontecimentos daquele ano de 1944. Acompanhando o GI francês, de Nova Iorque à Inglaterra e das praias do desembarque à frente de batalha, na Normandia, atravessam com ele aqueles tempos turbulentos, colocados no centro de uma operação que foi decisiva para o posterior desenrolar do conflito mundial.
euronews/montedo.com

Um comentário:

Garivaldino Ferraz - Brasília disse...

Impressionante a forma como os países mais adiantados econômica e culturalmente homenageiam seus heróis e feitos de guerra. Enquanto isso, na Botocudolândia, os feitos dos pracinhas da FEB só são lembrados em ocasiões esparsas e por um número reduzido de pessoas. As instituições, quando realizam algum evento, o fazem de forma muito cautelosa, para não dizer envergonhada, com medo de desgostar a quadrilha ora empoleirada no poder.

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