31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo!

Desejo:
Feliz Ano Novo aos meus leitores, espalhados por este mundão de Meu Deus.
Feliz Ano Novo aos amigos, virtuais ou não, ligados que estamos pelo coração.
Feliz Ano Novo aos desafetos, que felizmente são poucos, esperando que se tornem os amigos de amanhã.
Feliz Ano Novo aos militares que estão de serviço hoje, zelando pela segurança de nossa Pátria nos confins do Brasil.

Que possamos todos olhar para o 2013 que finda e dizer: MISSÃO CUMPRIDA! BRASIL!
Que o próximo ano seja repleto de sucessos e realizações.
Paz e Luz!
FELIZ 2014!

Tenente do Exército reage a assalto e mata bandido no litoral paulista

Tenente do Exército reage a tentativa de assalto e atinge suspeito na cabeça
Tentativa ocorreu na tarde desta segunda-feira, em São Vicente.
Autoridade aguardava sinaleiro abrir quando foi abordado.
Equipes de resgate tentaram socorrer o homem mas ele não resistiu (Foto: Roberto Strauss / Arquivo Pessoal)
Equipes de resgate tentaram socorrer o homem mas ele não resistiu (Foto: Roberto Strauss / Arquivo Pessoal)
Do G1 Santos
Um homem morreu com um tiro na cabeça após tentar assaltar um tenente do Exército na tarde desta segunda-feira (30), em São Vicente, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar (PM), a autoridade ia entrar em um carro na avenida Prefeito José Monteiro, no bairro Vila Valença, quando foi abordado e reagiu.
Testemunhas disseram à polícia que três homens abordaram um militar que saía de um prédio para entrar em um carro parado em um sinaleiro. Os suspeitos perceberam que a vítima estava armada e, antes de atirarem, o militar acertou um disparo na cabeça de um dos indivíduos. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamada para prestar atendimento, mas o homem morreu no local.
Ainda de acordo com os policiais, não há informações se o homem tinha alguma passagem por algum crime, pois ele estava sem os documentos. Os outros dois suspeitos conseguiram fugir.
De acordo com o serviço de relações públicas do 2º Batalhão de Infantaria Leve de São vicente, o tenente está em férias e a arma usada por ele era pessoal. O militar irá prestar depoimento no 1º DP de São Vicente.
G1/montedo.com

Mirage: último voo e aposentadoria

Caça Mirage 2000 faz último voo e é aposentado pela FAB
Último modelo em uso partiu da base aérea de Anápolis (GO), às 10h42.
Aeronave será aposentada e substituída pelos caças suecos.

Tahiane Stochero
Do G1, em Anápolis (GO)
videoA aeronave mais potente do Brasil, o caça Mirage 2000, acaba de se aposentar. Após completar mais de 10,6 mil horas de voo no país, sucateado, sem munição e com alto custo de manutenção, o avião, que já deveria ter deixado de operar em 2011, fez o voo derradeiro na manhã desta terça-feira (31) (veja ao lado vídeo da decolagem).
O último modelo em uso, o avião 4948, partiu da base aérea de Anápolis, em Goiás, às 10h42, com destino ao museu da Força Aérea no Rio de Janeiro, onde pousou às 11h53 e ficará como peça de museu.
O G1 vai publicar nesta quarta-feira (1º) um vídeo com a íntegra do último voo do Mirage.
Só a partir de 2018 chegará o substituto: o sueco Gripen, que foi escolhido no início de dezembro pela presidente Dilma Rousseff como a nova aeronave de combate brasileira. Serão compradas 36 aeronaves ao custo de US$ 4,5 bilhões.
Até lá, o Mirage 2000 será substituído temporariamente pelo F-5, uma aeronave de menor potencial bélico e mais lento - atinge até 1,9 vezes a velocidade do som.
O capitão Augusto Ramalho, de 33 anos, fez a última hora de voo do Mirage, do avião que desde 2006 protegia o espaço aéreo do país, em especial, as fronteiras da Amazônia, do Centro Oeste e do o Planalto. "É um momento de dor, de despedida. O avião é como parte do nosso corpo, faz parte do piloto. O conhecemos por dentro para não correr riscos", diz o oficial.
Foi o Mirage que destruiu as vidraças do Supremo Tribunal Federal em julho de 2012, quando a Aeronáutica ainda temia uma indefinição quanto ao futuro da aviação de caça. Isso porque a aeronave pode chegar até 2,2 vezes a velocidade do som.
Caça Mirage brasileiro antes de decolar para o último voo oficial (Foto: Tahiane Stochero/G1)
Caça Mirage brasileiro antes de decolar para o
último voo oficial (Foto: Tahiane Stochero/G1)
Na ocasião, o piloto exagerou na velocidade a baixa altitude (cerca de 300 metros) e acabou sendo transferido para outra unidade.
Leia também:
Mirage, adeus!
Comprados em uma estratégia tampão da França já usados em 2004, os 12 Mirage 2000 completaram 10,6 mil horas de voo no país desde então. Desde o início do ano, apenas 6 estavam voando - o restante começou a ser decepado (ter peças tiradas) para que o restante pudesse continuar operando, devido ao nível de sucateamento. A última hora de voo custou mais de US$ 7 mil. Já o Gripen, cujo contrato ainda será assinado e será produzido 70% no Brasil, deverá ter o custo de hora de voo calculado em US$ 4,5 mil.
O clima em Anápolis nesta manhã foi de um misto de alegria e tristeza. O Mirage 4948 assumiu a prontidão às 8h. "Quando estamos de prontidão, pode soar o alarme a qualquer momento. Temos que sair correndo e entrar no avião. Só saberemos a caminho o que está acontecendo", explica o capitão Ramalho, que tem mais de 2 mil horas de voo na aviação de caça. "Somos chamados para interceptar qualquer avião que sobrevoe aqui sem autorização, seja criminoso ou que esteja sem plano de voo", diz o oficial.
O caça pode atingir até 15 km de altitude e carrega bombas. Para ser levado para o Rio, os mecânicos tiveram que tirar sua munição: 125 cartuchos de bombas incendiárias que ficam armazenados em um canhão.
O capitão  Augusto Ramalho, de 33 anos, fez a última hora de voo do avião que desde 2004 protegia o espaço aéreo do país,  (Foto: Tahiane Stochero/G1)
O capitão Augusto Ramalho, de 33 anos, fez a última hora de voo do avião que desde 2004 protegia o espaço aéreo do país, (Foto: Tahiane Stochero/G1)
Foi o Mirage que, em março de 2009, abordou um monomotor roubado do aeroclube de Luziânia, em Goiás, por um homem que viajou com sua filha de 5 anos e tentava chegar a Brasília. O avião acabou sofrendo um acidente e caiu no estacionamento de um shopping em Goiânia (GO). Ambos morreram. Naquela situação, os pilotos tentaram convencer o homem a pousar e poderiam realizar um tiro de abate caso ele não obedecesse. A decisão do tiro de abate de oficiais do alto comando da Aeronáutica, em Brasília, e só pode ocorrer em último caso - como em ataques terroristas - ou se o piloto se sentir ameaçado.
"Somos treinados para qualquer situação. O avião parte armado para todas as missões. Se você comandou o avião para colocar munição, você tem certeza do que pode fazer. Quando se dá um disparo, não tem volta. É como o tiro de uma pistola", afirma o capitão.
O comandante da base aérea de Anápolis, Sérgio Bastos, também piloto de caça, lembra que o Mirage completou sua tarefa na Aeronáutica ao permitir que pilotos e mecânicos aprendessem a lidar com novas tecnologias. A versão anterior do Mirage, o Mirage III, foi utilizada entre 1973 e 2004, e foi determinante na Guerra das Malvinas (1982), quando um avião cubano e outro inglês foram interceptados ao sobrevoarem sem autorização o país e obrigados a pousar.
A previsão é que até as Olimpíadas de 2016 modelos do Gripen sejam transferdios pela empresa Saab ao Brasil até que a nova versão, o Gripen NG, seja produzido. O avião sueco foi escolhido como o novo caça do Brasil, em detrimento do F-18, da norte-americana Boeing, e do Rafale, da francesa Dassault, devido à transferência de tecnologia: 70% da aeronave terá fabricação nacional.
G1/montedo.com

Dilma dribla impacto eleitoral ao prorrogar Comissão da Verdade

Prováveis recomendações do relatório final, como a revisão da Lei da Anistia, poderiam aprofundar hostilidades das Forças Armadas e desagradar eleitorado conservador

Vasconcelo Quadros -
Decidida com cálculo político, a prorrogação do prazo de funcionamento da Comissão Nacional da Verdade por mais sete meses desvinculou das eleições do ano que vem os efeitos do relatório final das investigações sobre os anos de chumbo. As prováveis recomendações que devem constar no relatório - entre elas a polêmica revisão da Lei da Anistia - poderiam aprofundar as hostilidades entre a ala conservadora das Forças Armadas e desagradar o eleitorado conservador às vésperas da campanha.
“A presidente Dilma Rousseff detectou um clima pesado e driblou a polêmica. O relatório final - que seria divulgado em maio - poderia criar uma fumaça no processo eleitoral”, diz o cientista político Gaudêncio Torquato, experiente analista dos movimentos de caserna.
Segundo ele, nas duas últimas semanas aumentou a reação de oficiais de pijama, entrincheirados no Clube Militar, no Rio, contra o trabalho das comissões empenhadas em reconstituir o período de arbítrio pela relembrança dos casos de tortura, execuções de militantes da esquerda armada e desaparecimentos forçados. O movimento, diz Torquato, tem como alvo despertar o sentimento corporativo dos militares da ativa.
De acordo com a nova Medida Provisória, publicada na quarta-feira, a CNV terá mais 12 meses de funcionamento, completando o trabalho em dois anos e sete meses. Amparada por outras 140 comissões estaduais, municipais e de entidades da sociedade civil, A CNV terá de reconstituir os anos de chumbo pela história das vítimas e romper o impasse que impede a localização do paradeiro dos desaparecidos entre 1968 e 1976.
O relatório final só será conhecido em 16 de dezembro do ano que vem, portanto, já na transição para um novo governo, período propício inclusive para tentar virar a página dos anos de chumbo através de uma saída pactuada com as Forças Armadas.
“O esclarecimento não depende de prazo. Depende das informações de quem matou, torturou ou sumiu com corpos”, diz o presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous. Segundo ele, o grande obstáculo para elucidação do período está nas Forças Armadas, que “não colaboram e nem abrem seus arquivos”.
“O que sai é na base do saca rolha”, reclama o vereador Gilberto Natalini (PV), presidente da Comissão Municipal de São Paulo. Uma das descobertas, lembra ele, em novembro do ano passado, foi por acaso: a polícia gaúcha investigava o assassinato do ex-coronel do Exército Julio Miguel Molina Dias, ex-comandante do DOI-Codi do Rio, e encontrou na residência deste documentos revelando a entrada (sem registro de saída) do deputado Rubens Paiva no estabelecimento militar e detalhes sobre o atentado ao Riocentro.
Os documentos encontrados com o ex-comandante do DOI-Codi são os mesmos que o Ministério da Defesa vêm, sistematicamente, alegando que foram destruídos pelos órgãos de informação e repressão das três forças.
Há fartura de indícios reforçando suspeitas segundo as quais as principais informações foram retiradas ilegalmente dos arquivos das Forças Armadas e ficaram em poder de oficiais da linha dura que estiveram à frente das operações decisivas da repressão. O caso mais exemplar é do coronel Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, a cara da repressão na Guerrilha do Araguaia. Ele guardou os documentos e só os revelou ao jornalista Leonêncio Nossa, autor de Mata!, a mais completa biografia de Curió.
As informações sobre os desaparecidos são guardadas a sete chaves. O coordenador da CNV, Pedro Dallari, diz que a decisão da presidente Dilma dá mais tempo para a elaboração do relatório final, mas não alimenta a possibilidade de um resultado que possa levar aos corpos.
“Assim como ocorreu em outros países, a comissão não esgotará as investigações. A estratégia é deixar uma cultura para a continuidade das investigações através de novas comissões”, afirma Dallari. A maioria delas encerraria os trabalhos em maio, mas aderiu à prorrogação.
“O prazo foi ampliado porque era muito curto” diz o jornalista Ivan Seixas, ex-preso político e coordenador da Comissão da Verdade paulista. Segundo ele, a decisão de Dilma, “correta e republicana”, indiretamente acaba tirando a possibilidade de o relatório final interferir na eleição.
“O importante é que o Estado brasileiro siga as recomendações que constarão no relatório”, afirma. As duas questões mais polêmicas em debate na CNV são uma medida governamental que abra ou resgate os arquivos das Forças Armadas _ seja através de documentos ou pelo depoimento dos oficiais _ e a possibilidade de mexer na Lei da Anistia (para levar criminosos ao banco dos réus) diante da nova composição do Supremo Tribunal Federal.

Críticas à CNV
O acirramento dos ânimos militares reflete o imobilismo da CNV que, em 20 meses de investigação, apresenta como resultado mais relevante o resgate da imagem do ex-presidente João Goulart, mas patina nas grandes questões e acelera no retrabalho. Os cerca de 500 depoimentos já tomados são, na maior parte, uma repetição dos relatos sobre violações existentes no acervo da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, que disponibilizou à CNV um acervo com 60 mil denúncias.
Nos bastidores, as críticas mais frequentes apontam a falta de audiências públicas que envolvam a população, ações pífias na busca dos desaparecidos e a ausência de interlocutor ou negociador que abra diálogo produtivo com as Forças Armadas.
As poucas audiências até aqui realizadas não acrescentaram informações. Além disso, viraram “palanque” para a ala militar conservadora criticar o governo, como ocorreu nos depoimentos do ex-chefe do Dói-Codi paulista, Carlos Alberto Brilhante Ustra, e do general Álvaro de Souza Pinheiro.
Em 2014, na tentativa de dar rumo às investigações, a CNV retomará as audiências públicas com dois temas barulhentos, a Casa da Morte - centro de tortura em Petrópolis, no Rio - e Guerrilha do Araguaia, o episódio mais forte dos anos de chumbo.
Gaudêncio Torquato diz que a elucidação seria facilitada com o aparecimento de um interlocutor “isento, gabaritado e independente”, capaz de negociar com a área militar. Ele afirma que, passados quase três décadas do fim do regime e às vésperas dos 50 anos do golpe civil-militar, os fantasmas golpistas estão exorcizados e não há riscos de quebra institucional por conta dos anos de chumbo. Mas acha que falta interlocução com a área militar e tem sugestão:
“O nome mais indicado é o do Aldo Rebelo (ministro do Esporte). Sua visão nacionalista e os conceitos de defesa da Amazônia são parecidos com o pensamento das Forças Armadas. Ele tem boa interlocução e é respeitado no meio militar”, afirma o cientista político.
Até o anúncio das sentenças do mensalão, segundo ele, o interlocutor ideal era o ex-deputado José Genoíno, que foi assessor especial do Ministério da Defesa. Os dois, curiosamente, têm suas histórias ligadas a Guerrilha do Araguaia. Aldo, como dirigente do partido que organizou o movimento rebelde, o PC do B, e Genoíno como ex-guerrilheiro.
Torquato acha que o caminho para um entendimento foi azeitado pela presidente Dilma Rousseff ao atender a área militar na questão dos caças, mas aponta que ainda falta o que chama de “um agrado”: o reequipamento das Forças Armadas, que estão sucateadas. O gesto derrubaria as alegações de revanchismo e ajudaria a virar a página do período.
ÚLTIMO SEGUNDO (iG)/montedo.com

Comento:
Caso a interpretação dos 'doutos' corresponda ao pensamento de Dilma, cabe dizer que a Presidente comete um grosseiro erro de avaliação. A não ser por uma ou outra manifestação isolada, por conta e risco do autor, as Forças Armadas já deram demonstrações reiteradas que estão dispostas a cumprir o papel que lhes foi reservado nesta pantomima: engolir sapos cada vez maiores em posição de sentido, fazendo meia-volta volver aos militares da reserva. Senão, vejamos:
Estas imagens são de 29 de março de 2012
29/3/12: militante profissional, Luiz Felipe Monteiro Garcez, o "Pato", dá uma cusparada na cara do octogenário Coronel Aviador Juarez Gomes

29/3/12: Coronel Amerino Raposo Filho, herói da FEB, sofre esculacho na entrada do Clube Militar do RJ
Essas agressões covardes a senhores com mais de oitenta anos ocorreram em frente ao Clube Militar do RJ, durante o debate "1964 - A Verdade", promovido pela entidade. Sem entrar no mérito sobre a motivação do evento,  é fato que ele foi programado e executado, por seus promotores, de forma absolutamente civilizada, pacífica, ordeira e dentro da normalidade democrática. 
É fato também que as Forças Armadas não mexeram uma palha para defender a integridade dos participantes e de uma entidade, o Clube Militar, que as representa há mais de cem anos. Em meio à balbúrdia, não apareceu um PE nem sequer para sair na foto. Quem fez a segurança do evento e tentou proteger os militares inativos da sanha esquerdopata foi a PM do Rio. 
Várias ações (ou seriam omissões?) do Comando nos últimos anos, comprovam que a presidente não precisa temer burburinho algum por trás dos muros dos quartéis: a supressão de qualquer menção ao 31 de Março no âmbito das Forças Armadas; o 'chega pra lá' no General Heleno, cancelando na última hora sua palestra  “A contrarrevolução que salvou o Brasil”; a recusa do Comandante do Exército em cassar a Medalha do Pacificador de José Genoíno 'et caterva', etc.
Não há porque preocupar-se com as recentes manifestações do Comandante Militar do Sul, general Bolivar, em relação ao circo armado em torno da exumação e inumação do corpo do ex-presidente João Goulart. Por parte do comando do Exército, houve um silêncio ensurdecedor em relação à fala do general, deixando claro tratar-se de uma manifestação isolada de um estrelado que, por sinal, já foi abrangido pela quota compulsória e só espera o sucessor para vestir o pijama.
Assim, em relação à reeleição,  Dilma pode dormir tranquila no que diz respeito aos militares da ativa. Já em relação a Lula e seus sabujos, tudo vai depender das pesquisas eleitorais.

Exército efetiva primeira promoção a Segundo Sargento do Quadro Especial

O Informex nº 40, de hoje (31), transcreve a Portaria Nº 317-DGP, de 30 dez 13, com a promoção de 409 terceiros sargentos à graduação de segundo sargento do Quadro Especial. As promoções são retroativas a 1º de Dezembro. Aqui, você confere a íntegra do documento.

Marinheiros são presos assaltando durante festa de réveillon na Bahia

Presos Marinheiros com arma roubando na festa de Réveillon

Marcelo Castro 
(Twitter: marcelo_castro1)
Dois militares da Marinha do Brasil foram presos com um comparsa na noite desta segunda-feira (30), no bairro do Comércio, praticando assaltos com um revólver calibre 38. De acordo com informações do major Wildon, comandante da Apolo, as guarnições receberam informações da Central de Polícia (Centel), de assaltos a turistas que estavam na festa do Réveillon.
Os militares Italo Ribeiro Santana de Jesus e Iago Castro Miranda Meira, ambos trabalham na Base Naval de Aratu, estavam com um revólver calibre 38 em uma moto, quando foram surpreendidos pelas guarnições de Apolo. Um terceiro homem também envolvido nos assaltos foi preso.
Segundo informações do capitão Zanony, responsável pela prisão todos foram reconhecidos pelas vítimas e apresentados na Delegacia do Turista (DELTUR), no Centro. (R. A.)
Bocão News/montedo.com

O embuste ideológico

Para encerrar o ano refletindo sobre alguns conceitos. Boa leitura

O assassinato político tornou-se uma forma ‘corriqueira’ de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos

DENIS LERRER ROSENFIELD
O assassinato político de Jang Song-Thaek, tio e mentor político de Kim Jong-un, Líder Máximo da Coreia do Norte, apesar de grotesco, não deixa de ser algo, digamos, “normal”, dada a característica stalinista deste regime político. Nada muito diferente do que a esquerda totalitária fez na extinta União Soviética, nos hoje amplamente conhecidos Processos de Moscou, que eliminaram a velha guarda bolchevique.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
O assassinato político tornou-se uma forma “corriqueira” de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos. Processos jurídicos de fachada, tortura, acusações infundadas e mortes eram características próprias da esquerda no Poder. Não há sequer uma experiência histórica de compatibilização entre socialismo/comunismo e democracia. Lá onde o socialismo vingou, a democracia jamais germinou. Cuba e Coreia do Norte são rebentos deste período.
Se tomarmos a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, teremos uma oportunidade rara de comparação entre socialismo e capitalismo. O capitalismo sul-coreano produziu uma sociedade próspera, com alto grau de desenvolvimento industrial, científico e tecnológico. Empresas e universidades lá se retroalimentam. Sua educação tornou-se referência mundial. A democracia é o seu regime político.
A Coreia do Norte, por sua vez, é um regime tirânico, liberticida, que reduz a sua população a uma vida miserável. A fome grassa e os servos deste país sucumbem à falta de alimentos. Nada funciona, a não ser o Exército dotado de armamento nuclear, usado como ameaça constante à Coreia do Sul. Os seus processos políticos são uma caricatura, tendo sido neste país instaurada uma monarquia comunista, com direito de hereditariedade!
O século XX também apresentou outra experiência altamente significativa. Só os tolos hesitam em extrair dela o seu ensinamento. Havia duas Alemanhas, a Ocidental, capitalista, e a Oriental, socialista.
A primeira se caracterizava pela pujança, pelo respeito às liberdades, por uma vida sindical forte, por um crescimento econômico notável e por condições sociais invejáveis. Sua indústria tornou-se um exemplo mundial. Veio a ser uma das maiores economias do Planeta.
A segunda tinha como característica central a dominação violenta de sua população, com uso do partido e de sua polícia política. As suas condições sociais eram precárias e a liberdade era sistematicamente pisoteada. Tais eram seus problemas que o socialismo sucumbiu às suas próprias contradições. Nem os prussianos resistiram ao socialismo. A queda do Muro de Berlim foi um símbolo da derrocada socialista/comunista. A ideia socialista esborrachou-se no chão.
A esquerda tupiniquim, porém, teima em nada aprender. Parafraseando Talleyrand, discorrendo sobre a aristocracia emigrada, que se obstinava em não reconhecer os eventos revolucionários: “Eles nada aprenderam e nada esqueceram.”
Para essa esquerda, o socialismo continua plenamente vigente, sendo superior ao capitalismo, compreendido como fonte de todos os males. Trata-se de uma visão religiosa: o capitalismo é o pecado, o mal sobre a Terra, a origem do egoísmo e do lucro, enquanto o socialismo seria a redenção da humanidade, a solidariedade enfim conquistada entre os homens.
O embuste consiste no seguinte. O capitalismo não é comparado ao socialismo. Se isto fosse feito, a comparação, por exemplo, deveria ser entre a Alemanha capitalista e a socialista, ou ainda, entre a Coreia capitalista e a socialista. Os termos da comparação teriam parâmetros que serviriam de critério para qualquer avaliação.
A “comparação” é de outro tipo. Compara-se o capitalismo real, existente, com a ideia do socialismo, forjada por aqueles que lhe atribuem todas as perfeições. Ou seja, atribui-se ao socialismo todas as perfeições e, de posse destes atributos, passa-se a verificar se eles “existem” no capitalismo.
Isto é equivalente a comparar uma sociedade perfeita a uma imperfeita, ou ainda, a comparar o homem a Deus. É claro que o homem, com suas imperfeições, sairá sempre perdendo quando comparado a Deus. O mesmo destino teria a comparação entre uma sociedade perfeita (ideal) e uma imperfeita (real).
Mais curiosa ainda é a afirmação de alguns segundo os quais haveria plena compatibilidade entre socialismo e democracia, quando isto não se verificou historicamente em nenhum lugar. O socialismo no Poder se caracterizou pela tirania totalitária. O “pensamento” esquerdista, se é que se pode utilizar essa palavra, é totalmente capturado pelo dogma, esse repouso dos que se recusam a pensar. É o mundo das ideias descontroladas, que não podem ser verificadas empiricamente. Ora, só onde o capitalismo prosperou é que a democracia representativa foi consolidada e os cidadãos puderam usufruir da liberdade.
Há uma mentalidade religiosa, teológico-política, que guia a esquerda tupiniquim. Vive de “preconceitos” contra a economia de mercado e o direito de propriedade, postulando, como se fosse uma coisa teoricamente séria, a “utopia” ou o “socialismo” enquanto ideias “superiores” ao capitalismo. Na ausência de conceitos, contenta-se com diatribes contra o “neoliberalismo” e outras patranhas do mesmo tipo, como se fazer política residisse somente em enganar o próximo, em abusar da inteligência alheia.
G1/montedo.com

30 de dezembro de 2013

AM: índios deixam batalhão do Exército e retornam a reserva em Humaitá

01protesto54bisabrigo
Indígenas deixaram quartel do 54º BIS
Após seis dias em quartel, índios voltam a aldeias no Sul do AM, diz PF
Transporte de cerca de 140 indígenas ocorreu na madrugada desta segunda.
Grupo estava no 54º BIS deste o dia 25, após ataques a bens da Funai.




Adneison Severiano e Eliena Monteiro
Do G1 AM
Após seis dias refugiados no 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS) do Exército, em Humaitá, município no Sul do Amazonas a 590 km de Manaus, a maioria dos 143 indígenas voltou para as aldeias de origem na madrugada desta segunda-feira (30). O grupo estava no quartel militar desde o dia 25, dia de Natal, quando bens da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) foram incendiados por moradores da área que cobravam agilidade nas buscas por homens desaparecidos na BR-230 (Rodovia Transamazônica) desde o dia 16 deste mês. A população da região culpa índios da etnia Tenharim pelo sumiço do grupo.
De acordo com informações da Superintendência da Polícia Federal em Rondônia, o transporte dos índios para as aldeias aconteceu por volta de 5h. A intenção era manter a integridade física dos indígenas. No grupo, há adultos, adolescentes e crianças. Apenas três indígenas que necessitam de transporte aquaviário para chegar às aldeias onde moram permaneceram na unidade do Exército.
As autoridades que montaram uma operação, tanto para fazer buscas pelos homens na Rodovia Transamazônica como para proteger os indígenas de possíveis agressões de moradores da região, marcaram uma coletiva com a imprensa às 9h desta segunda-feira (30). O encontro, que deve trazer um balanço das ações realizadas na área dos conflitos, foi remarcado para às 10h30.
Neste domingo (29), a Justiça Federal do Amazonas acatou o pedido de proteção à terra indígena Tenharim Marmelos, em Humaitá, feito pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM). A partir da decisão, a União e a Fundação Nacional do Índio (Funai) deveriam adotar medidas de segurança no local em até 24 horas. O MPF informou que acompanha os desdobramentos da situação para verificar se há necessidade de novas ações em favor dos indígenas.
Leia também:
Mais de 100 índios buscam refúgio em quartel do Exército após serem alvo de protestos no AM
Conflitos
O Sul do Amazonas sofre com constantes conflitos agrários. Há suspeitas de que a tensão na área se agravou após o desaparecimento de três homens na Transamazônica. Moradores da área culpam a etnia Tenharim de fazer o grupo refém dentro da reserva indígena, localizada na divisa entre os estados de Rondônia e Amazonas. Segundo eles, a suposta ação dos indígenas seria uma retaliação pela morte do cacique Ivan Tenharim. A polícia afirma que a liderança indígena morreu atropelada no início do mês de dezembro. Os indígenas suspeitam de assassinato, segundo Marcos Apurinã, vice-presidente da Articulação dos Povos Indígenas de Rondônia (AIR).
De acordo com o coronel Antônio Prado, comandante do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), no dia 24, véspera de Natal, familiares e amigos dos desaparecidos interditaram a balsa que faz a travessia do Rio Madeira, em Humaitá.
No dia 25 deste mês, moradores de Apuí e Humaitá promoveram diversas manifestações para cobrar agilidade da Polícia Federal de Rondônia (PF-RO) nas buscas pelos homens que desapareceram na rodovia. Os manifestantes chegaram a atear fogo nas sedes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) de Humaitá e em bens das instituições.
Após os ataques, 143 índios Tenharim passaram a receber segurança do Exército no 54º BIS, em Humaitá. Na tarde de sábado (28), foram iniciadas as buscas - dentro da reserva indígena - pelos homens desaparecidos. A operação parou na noite de sábado e foi retomada na manhã de domingo (29). De acordo com o 54º BIS ainda não há novas informações sobre as buscas. Cerca de 400 homens do Exército, Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal atuam na operação.
Pedágio
Outro impasse que estaria entre os motivos da retaliação aos indígenas seria a cobrança de pedágio em um trecho da Transamazônica, na altura do Distrito de Santo Antônio do Matupi, em Manicoré, município a 332 km de Manaus.
A cobrança de pedágio feita pelos índios não é legalizada na rodovia. "Para nós indígenas, isso é legal, apesar de que não existir na Lei. A rodovia levou à degradação do meio ambiente, introdução do álcool nas aldeias, entre outros problemas. Esses danos não foram reparados e nós entendemos que deveríamos fazer a cobrança como forma de compensação. Cabe ao governo regularizar, caso contrário vai continuar morrendo índios e não-indígenas. E nós queremos a harmonia", afirmou Marcos Apurinã, vice-presidente da Articulação dos Povos Indígenas de Rondônia (AIR), em entrevista ao G1 na sexta-feira (27).
A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea) critica o pedágio. O presidente da instituição, Muni Lourenço, também cobrou a instalação de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na localidade. Para ele, a unidade ajudaria a evitar desentendimentos entre indígenas e não-índios sobre o tráfego na rodovia.
G1/montedo.com

Exército começa a construir ponte no interior do Espírito Santo

video
BOM DIA ES (Tv Gazeta)/montedo.com (R. A.)

Exército reforça o efetivo na busca de desaparecidos em reserva indígena no sul do Amazonas

Exército reforça homens para busca de desaparecidos em reserva no AM
Três homens estão desaparecidos há 14 dias em reserva indígena.

Polícia suspeita de retaliação por morte do líder indígena.
video

G1(Globo Rural)/montedo.com

Brasil!!! FAB resgata mais de 300 pessoas em vinte e quatro horas no Espírito Santo

FAB resgata mais de 300 pessoas em distrito alagado em Linhares, ES
Moradores de Pontal do Ipiranga ficaram ilhados neste sábado (28).
Em 10 dias de ação do estado, militares já resgataram mais de 550 pessoas.
Militar da FAB resgata bebê em Pontal do Ipiranga, em Linhares (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
Militar da FAB resgata bebê em Pontal do Ipiranga, em Linhares (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
Do G1 ES
Mais de 300 vítimas das chuvas foram resgatadas pela Força Aérea Brasileira (FAB), no distrito de Pontal do Ipiranga, em Linhares, região Norte, entre a tarde desta sábado (28) e a manhã de domingo (29). A localidade está alagada e isolada. De acordo com os militares, o tempo tem colaborado com as demandas por socorro em todo o Espírito Santo. Em dez dias de atuação na missão humanitária, a FAB já resgatou mais de 550 pessoas e transportou mais de 30 toneladas de mantimentos para os municípios isolados.
Famílias inteiras estão sendo resgatadas, como a da aposentada Inacelina Carlo, de 75 anos. Ela, os cinco filhos e os oito netos agora estão alojados em um abrigo na cidade de Linhares. Ela contou que em casa não havia luz e nem o que comer.
Ao todo, 53 militares e seis aeronaves da FAB participam da missão. As buscas neste domingo se concentraram principalmente em Baixo Guandu, na região Noroeste, uma das mais afetadas, para identificar pessoas que ainda estejam isoladas necessitando de mantimentos ou remoção.
Mais de 300 pessoas foram resgatadas em Ponta do Ipiranga, em Linhares (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
Mais de 300 pessoas foram resgatadas em Pontal do Ipiranga, em Linhares (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
Governo federal
O governo federal enviou ao Espírito Santo quatro toneladas de medicamentos e insumos farmacêuticos.
Além dos medicamentos, o governo autorizou o repasse de recursos no valor de R$ 6.648.042 ao estado, para execução de ações de Socorro, Assistência às Vítimas e Restabelecimento de Serviços Essenciais.
A medida foi tomada por causa da quantidade de estragos em vários municípios, devido àschuvas dos últimos dias. A decisão foi divulgada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (26).
Militar da FAB regata idosa no Norte do Espírito Santo (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
Militar da FAB regata idosa no Norte do Espírito Santo (Foto: Sargento Batista/ Agência Força Aérea)
G1/montedo.com

Feio, porém simpático

Poder sem Pudor

Feio, porem simpático, Humberto Castello Branco tinha 22 anos quando foi apresentado pela irmã Lurdinha, em Belo Horizonte, a um grupo de moças interessadas em conhecer aquele rapaz “baixinho e feio”, mas culto e “muito inteligente”. Entre elas estava a bela Argentina Viana, que depois entregaria os pontos:
- Não o acho tão feio assim, e ele é muito simpático.
Apaixonaram-se e foram casados por 41 anos. Ela morreu do coração um ano antes de ele assumir a presidência da República, em 1964.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

O general da Dilma

General Adriano em recente evento no CMS em Porto Alegre. Foto - CMS
Nota DefesaNet
O Editor de DefesaNet falou com o Gen Adriano, sobre os já insistentes comentários, em Outubro de 2013, da indicação de seu nome para o Comando do Exército, caso a presidente fizesse uma alteração nos comandos militares.
Sem aparentar surpresa com o assunto, o General Adriano não mostrou-se entusiasmado com a ideia.
O Editor

Publicado Coluna do Jorge Moreno
O Globo 28 Dezembro 2013
O General da Dilma
Que Mercadante, que nada!
O queridinho da presidenta Dilma Rousseff agora é o ex-chefe de Logística do Ministério da Defesa e atual secretário Nacional de Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior.
Nestes dias, principalmente, com a chuva castigando metade do país, todas as informações são repassadas à presidente pelo general Adriano, que dá também a mesma atenção aos governadores das áreas atingidas.
Como comandante do Leste, o general participou ativamente dos últimos desastres climáticos do Rio e da desocupação das áreas comandadas pelo tráfico.
( Nota DefesaNet - O general Adriano foi o comandante direto da Operação Arcanjo)
A cotação do general está tão alta que seu nome já foi especulado até para ser o comandante do Exército. Apesar de burocraticamente vinculado ao Ministério da Integração Nacional, que é a grande cobiça do PMDB, o general Adriano despacha diretamente com a presidente Dilma.
Duvido que o PMDB queira esse cargo. É só problema!
DEFESA NET/montedo.com (R. A.)

Autoridades usam jatos da Força Aérea, em média, 240 vezes por mês


video

Cabo da FAB é executado em frente de casa, em Manaus

Disparos também atingiram portão da casa da vítima (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
Disparos também atingiram portão da casa da
vítima (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Cabo da Aeronáutica morre enquanto bebia em frente de casa, em Manaus
Vítima estava apreensiva e disse à família que estava com muito medo.

Girlene Medeiros
Do G1 AM
Um cabo da Aeronáutica morreu após ser atingido com um tiro no peito no fim da tarde deste domingo (29). A vítima estava bebendo em frente à casa onde morava, na Rua do Areal, bairro Compensa 2, Zona Oeste de Manaus. Nenhum suspeito do crime foi preso.
Os disparos foram feitos por volta de 16 horas. Testemunhas informaram à Polícia Militar que o soldado estava bebendo com o irmão em frente de casa, quando um homem de identidade desconhecida chegou em um carro Gol de cor vermelha e efetuou vários disparos. Um dos tiros atingiu o lado esquerdo do peito da vítima. Os disparos, conforme a polícia, foram feitos por uma pistola ponto 40.
Com vida, o soldado foi levado ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, também localizado no bairro Compensa, onde foi atendido e recebeu curativos. No entanto, o homem não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde no fim da tarde.
Segundo o policial militar Igor Charleston, da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), familiares contaram que desconheciam possíveis inimizades da vítima, mas perceberam que ele estava agitado neste domingo. "Os parentes disseram que ele estava diferente e, quando perguntaram, a vítima se limitou a dizer que estava com muito medo e que na hora certa a família ia saber o porquê", afirmou o soldado Charleston, da Polícia Militar.
Crime aconteceu na Rua do Areal, Compensa 2, Zona Oeste de Manaus (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Crime aconteceu na Rua do Areal, bairro
No SPA Joventina Dias, o irmão e demais familiares da vítima se descontrolaram em frente à unidade de saúde. Na confusão, um do homem derrubou uma moto da Polícia Militar. Segundo o soldado Igor Charleston, ele foi algemado e levado ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), também no bairro Compensa.
No início da noite deste domingo, o corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), situado na Zona Norte da capital. O crime será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), da Polícia Civil.
G1/montedo.com

29 de dezembro de 2013

Intocada, previdência dos militares gasta mais do que o Bolsa Família

Esse é um tema bumerangue: vai e volta. Está na Folha de São Paulo de Hoje.  O assunto interessa a todos os militares e o direcionamento é muito claro. A comparação com o Bolsa Família é de uma desonestidade intelectual inacreditável. Mas funciona. Para ter acesso à página é necessário fazer um cadastro (gratuito). Que tal deixar também seu comentário lá? Participe do debate e ajude a esclarecer a opinião pública. Faça sua parte!

Preservada das reformas que atingiram os setores público e privado, a previdência dos militares mantém gastos em alta e superiores a, por exemplo, os do Bolsa Família.
Segundo o boletim de pessoal do Ministério do Planejamento, as despesas com aposentadorias e pensões militares somaram R$ 24,5 bilhões no período de 12 meses encerrado em agosto.
Principal programa de combate à miséria da administração petista, o Bolsa Família tem um orçamento de R$ 24 bilhões neste ano, destinado a 13,7 milhões de beneficiários.
Os aposentados e pensionistas da previdência militar não chegam a 300 mil.
Como os servidores públicos civis, os militares ativos e inativos contribuem com valores muito abaixo do necessário para custear as despesas previdenciárias: a receita fica em torno dos R$ 2 bilhões ao ano.
A diferença é que, desde fevereiro, os novos servidores civis foram submetidos a um novo regime de previdência, com um teto de aposentadoria equivalente ao do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de R$ 4.159 mensais.
Para receber acima desse valor, é preciso contribuir para um fundo de pensão, que, apesar das vantagens oferecidas, tem despertado resistências nas corporações, como a Folha noticiou hoje.
A permanência de privilégios para os militares tem sido justificada pelas condições especiais da carreira, que incluem possíveis riscos de vida, disponibilidade permanente e a sujeição constante a mudanças de residência.
Mas, no próprio Ministério da Defesa há queixas contra o volume de despesas com aposentadorias e pensões, que restringe as verbas disponíveis para investimentos.
A previdência militar consome cerca de 35% dos recursos da pasta e supera os gastos com os militares da ativa. (R. A. e Ivonete)

Dinheiro Público (Folha)/montedo.com

Alguns comentários sobre a matéria no site da Folha
Suzana Souza comentou em 29/12/13 at 12:21 
Sim,faltou informar que militar desconta para a previdência mesmo depois que está na reserva ou reformado,que o teto da profissão,o generalato,recebe em torno de 15 mil.Na ativa não existe hora— extra e a disciplina é diferenciada.A ordem é trabalhar até cair e eles o fazem.Comparar uma categoria que contribui e sustenta seu efetivo com bolsistas é questionável.Não seria mais adequado comparar com os servidores do Legislativo,por exemplo?
Dinheiro Público & Cia comentou em 29/12/13 at 12:34Suzana,
A informação de que os inativos também contribuem foi acrescentada ao texto.

Marcos comentou em 29/12/13 at 12:26
Esta é mais uma das desigualdades e incoerências que o governo insiste em manter para uma pequena elite. Enquanto isso o trabalhador que contribui por 35 anos ganha uma miséria que não paga nem um convênio decente.
Paulo Pinto comentou em 29/12/13 at 12:44Chamar os militares de “pequena elite” é uma piada. A remuneração dos militares é altamente defasada em relação ao funcionalismo público federal. Não recebem hora extra. Estão sujeitos frequentemente a mudar de cidade, por necessidade do serviço.
As pensionistas filhas de militares, que constituem família mas não abrem mão do benefício, essas sim são um problema. Mas não se pode condenar a categoria por completo.

Eliseu comentou em 29/12/13 at 12:38
No passado, os militares recolhiam para a previdência de modo separado do orçamento do Governo Federal. Na crise da dívida, o governo confiscou os recursos depositados das aposentadorias dos militares, que passariam a se aposentar pelo setor público.

Artur Atoxa comentou em 29/12/13 at 12:42
O BRASIL têm que ser passado a limpo , inclusive com a ajuda dos militares.
Ha a necessidade de formar cidadãos com o serviço militar i que está sendo impedido por falta de verbas para as forças armadas
CIDADÃO aliste-se nesta luta

antonio comentou em 29/12/13 at 12:45
o militar trabalha 24 horas por dia, não FGTS, não recebe hora extra,coloca a vida em risco a todo momento e se for dispensado sai com uma mão atrás e outra na frente, sem nada, e os críticos querem que ele ganhe igual um trabalhador que folga todo feriado e final de semana. Porque os servidores do legislativo e judiciário ganham 4 vezes que o executivo e ninguém critica. Isso ninguém observa.

Luiz Clemente comentou em 29/12/13 at 12:45
Pois é Suzana, o jornal prestando mais um serviço de desinformação, comparando coisas diferentes, penalizando o aposentado, tentando nivelar por baixo. A bolsa família é esmola e a aposentadoria é um direito conseguido com muitos anos de serviço e de contribuição.

Dilma passeia em lancha da Marinha na Bahia

Dilma passeia de lancha na Bahia
Presidente Dilma Rousseff faz passeio com a lancha da Marinha, em Salvador, Bahia
FÉRIAS – Presidente Dilma Rousseff faz passeio com lancha da Marinha na Bahia (Lúcio Távora /Agência A Tarde)
Pela terceira vez consecutiva desde que chegou ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff aproveitou o descanso da virada do ano para fazer um passeio de lancha pelo litoral da Bahia neste domingo. A bordo da embarcação Amazônia Azul, da Marinha brasileira, a presidente foi flagrada por fotógrafos dando uma volta nas proximidades da Base Naval de Aratu, em Salvador.
O local tem se tornado um tradicional retiro para a presidente. Nos anos de 2011 e 2012, ela também passou o réveillon no local, assim como o recesso de Carnaval. Dilma está no local com familiares desde a quinta-feira, dia 26. Um dia depois, ela interrompeu o descanso para visitar cidades de Minas Gerais atingidas pelas fortes chuvas. Ela deve descansar na Base Naval até o dia 5 ou 6 de janeiro, quando retornará para Brasília. (Com Estadão Conteúdo)
Veja/montedo.com

Soldado do Exército é preso suspeito de cometer assaltos em Manaus

Militar foi flagrado com arma de fogo e três munições intactas.
Adolescente que estava na companhia do suspeito foi apreendido.
Soldado do Exército (dir.) foi preso suspeito de cometer assaltos na Zona Sul (Foto: Divulgação/PM)
Soldado do Exército (dir.) foi preso suspeito de cometer assaltos na Zona Sul (Foto: Divulgação/PM)
Do G1 AM
Um soldado do Exército de 19 anos foi preso e um adolescente, de 17, apreendido na noite deste sábado (28). Eles são suspeitos de realizar assaltos no bairro Japiim, na Zona Sul de Manaus. De acordo com a Polícia Militar (PM), denúncias anônimas apontam que a dupla cometia o crime em uma moto.
Segundo a assessoria da PM, policiais da 6ª Companhia Interativa Comunitária chegaram à dupla após investigar denúncias anônimas. Com o soldado, a polícia diz ter encontrado um revólver calibre 32, com três munições intactas.
A dupla foi encaminhada ao 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Ainda de acordo com a PM, o soldado atua em uma unidade do Exército em Manaus. Ele foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. O adolescente foi conduzido à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai).
PM encontrou arma e munições com o militar (Foto: Divulgação/PM)
PM encontrou arma e munições com o militar (Foto: Divulgação/PM)G1/montedo.com

Mais de 50% das mulheres falham em prova física da Marinha dos EUA


Washington, 28 dez (EFE).- Mais da metade das soldados no curso de instrução básica da Infantaria da Marinha falhou na prova física de levantar seu próprio peso pelo menos três vezes, atividade considerada requisito mínimo, informou neste sábado o Pentágono.
O Pentágono iniciou provas nas diferentes galhos das Forças Armadas dos EUA para incorporar gradualmente às mulheres em postos de combate, aos que são hoje oficialmente vedadas.
A partir de 1º de janeiro todas as recrutas deviam completar o teste de força física, fazendo barra e levantando pelo menos três vezes o peso do próprio corpo.
Em uma breve mensagem na rede social e no programa de televisão da Infantaria da Marinha, a cabo primeiro Ally Beiswanger explicou que a prova de “pullups” foi adiada para uma data ainda não determinada do ano que vem “para permitir que todas as soldados tenham a melhor oportunidade de sair bem-sucedidas”.
Nesse exercício se considera uma pontuação elevada a repetição entre 20 e 25 vezes, e o mínimo é de três. 55% das recrutas não conseguiram fazer a quantidade mínima de exercícios exigida pelo teste.
A Infantaria da Marinha usou esse exercício como prova da força no tronco do corpo humano e dos braços, durante mais de 40 anos, e considera essa destreza e força como essenciais para que cada soldado possa sair de uma situação como um pântano, ou para pular um muro ou carregar uma caixa de balas.
Durante anos para as recrutas a Infantaria da Marinha usou uma medida diferente que consiste em a soldado conseguir se levantar pelo menos uma vez e sustente o queixo acima da barra durante pelo menos 15 segundos.
Mas, sob as instruções do Pentágono, está prevê em 2016 que a infantaria da marinha e o exército incorporarão as mulheres em suas unidades de infantaria, blindados e artilharia.
Os resultados destas provas reavivaram o debate não só sobre a conveniência de enviar mulheres à linha de combate, mas sobre a capacidade delas para carregar armas, munição, equipes e seus colegas da mesma maneira que fazem os homens.
Milharesde mulheres serviram já em postos de combate durante os mais de 12 anos de guerras no Iraque e Afeganistão, e muitas delas se queixam porque a proibição oficial do serviço em combate impede que obtenham os mesmos reconhecimentos e promoções que os homens. EFE
Boa Informação/montedo.com

Soldado do Exército morre em acidente de trânsito no Pará

Soldado do 8º BEC morre após bater moto em muro
Acidente ocorreu na madrugada deste sábado, 28.
Jovem bateu na moto da frente e perdeu o controle.

Soldado Marlisson morreu ao colidir moto com muro
(reprodução: TV Tapajós)
Do G1 Santarém
Um jovem de 22 anos, que é [era] soldado do 8º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) morreu após bater a motocicleta no muro de uma construção abandonada, por volta de 1h30 da madrugada deste sábado (28), no cruzamento das Avenidas Dom Frederico Costa com a Santos Dumont, bairro Santana em Santarém, oeste do Pará.
De acordo com testemunhas, Marlisson Bacelar da Silva seguia com mais dois colegas de profissão, cada um em uma motocicleta, quando a vítima, que seguia entre os dois, encostou na moto do colega à frente, perdeu o controle, bateu no muro e morreu na hora. Com o impacto, as marcas de sangue e a viseira do capacete ficaram pelo local. O motociclista que seguia na frente, caiu do veículo e sofreu escoriações.
O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e liberado na manhã de sábado. O velório será realizado na Igreja Assembleia de Deus, Nova Hebron, no bairro Diamantino.
G1/montedo.com

O ano no País e no Mundo

Este ano no País e no Mundo e Outras notícias

Gelio Fregapani

Este ano, no País

1 - As manifestações de junho e julho evidenciaram o clima de mal estar causado pela corrupção generalizada. Por um momento assustou a classe política, mas as depredações afastaram o povo ordeiro das ruas e esvaziou o movimento, até então popular. Ainda que tenham manifestado insatisfação, as manifestações não tocaram nos verdadeiros problemas nacionais. O julgamento do mensalão expôs as entranhas da politicalha aumentando nosso desprezo pelas instituições, mas pela primeira vez foram castigados os corruptos, prenunciando uma mudança de comportamentos.

2 - Fingindo buscar justiça para minorias, as cotas para negros e a ampliação desproporcional das reservas indígenas visam nos separar em etnias hostis, tiveram sucesso em criar as bases para dividir o nosso País em pequenas nações étnicas, segundo a orientação estrangeira. O movimento indigenista estendeu suas atividades por todo o País e provocou tantas invasões e outros malfeitos que já se esboçou certa reação armada.No Rio Grande do Sul o povo de uma cidadezinha expulsou os índios invasores de um logradouro. No longínquo Amazonas a população de Humaitá, inconformada com os desmandos da FUNAI, reagiu queimando a sede, viaturas e embarcações daquele nefasto órgão e da também a FUNASA e pôs para correr os cem homens da Policia Militar que os defendiam, aliás sem entusiasmo, pois ne nhum patriota tolera mais a Funai e a política indigenista. Como esperado, a Funai apelou para que os índios a defendessem. Furiosa a população voltou-se contra eles, que se homiziaram em um quartel do Exército para não serem agredidos e entre a população revoltada se encontravam inúmeros mestiços e muitos índios aculturados, que são discriminados pela FUNAI por não rezarem pela cartilha dela, mas é no Mato Grosso do Sul que está sendo montada a maior resistência, que pode servir de espoleta para a explosão planejada pela oligarquia financeira internacional.

3 - Ainda que timidamente o Governo inicia a compreender que o problema ambiental está sendo usado contra o País. Derrubou a ação que impedia os trabalhos pela hidrovia Paraguai-Paraná apesar do barulho das ONGs internacionais e também as que paralisavam Belo Monte, mas o transporte dos reatores importados para o Complexo Petroquímico de Itaboraí que deveria estar refinando 165 mil barris diariamente desde setembro está travado pelo Ministério do Meio Ambiente, por cruzar uma área de “proteção ambiental”, mas é pouco pois ou o Governo controla o Ibama , Funai e as ONGs ou isto conduzirá a revolta e a violência. Aí então, quem gostar de aventura não terá motivo de queixa.

4 - Correm rumores, provavelmente verdadeiros, que a oligarquia financeira mundial teria decidido acabar com o atual domínio do PT na política nacional, certamente motivada pelas (tímidas) medidas nacionalistas do Governo. Estando a economia declinante, com a imprensa incentivando o nosso complexo de vira-lata, com as nossas contradições e com a falta de pulso para conter as ações das ONGs, a oligarquia internacional terá grande possibilidade de ser bem sucedida entretanto, os outros partidos não são melhores e os atuais candidatos ainda piores.


No mundo verificaram-se fatos decisivos:

1º - A ofensiva militar dos Estados Unidos pelo petróleo, iniciada nos anos 1990 encontrou pela primeira vez uma barreira que não pôde transpor, sua intervenção na Síria não pôde passar à etapa da ação direta, comoacontecera antes, na Iugoslávia, Iraque, no Afeganistão e na Líbia. A oposição da Rússia impediu a intervenção na Síria em setembro. Foi quase um renascimento da guerra-fria, não mais ideológica e marcou, se não um enfraquecimento estratégico dos EUA, pelo menos o fim de seu poder absoluto. No Oriente Médio e Ásia Central os aliados tradicionais dos EUA - Arábia Saudita, Israel e Turquia sentiram-se órfãos. Foi um duro golpe à imagem de onipotência da máquina militar dos EUA e do conjunto de interesses econômicos e políticos vinculados à mesma, enquanto aumentou a influência da Rússia. O fato é que uma dúvida sobre a eficácia do principal instrumento de dissuasão dos Estados Unidos causa umdesconcerto estratégico que altera a percepção do que pode acontecer.

Mais grave é a recente disputa entre a China e o Japão por pequenas ilhas desabitadas, que apresenta potencial de conflito armado. Neste caso como fica o tratado que os EUA garantiriam a defesa do Japão? E a aliança da Rússia com a China? Arriscar-se-ão eles a uma guerra que poderá se global por uns rochedos inúteis que ninguém sabe de quem são ou preferirão perder a credibilidade de seus tratados ante seus aliados?Não se trata de um simples deslocamento de influências mas, também de um dilema portador do futuro.

2º- Com a ameaça de cessação de pagamentos do estado norte-americano, em Outubro, pela segunda vez nesta década, os Estados Unidos estiveram à beira do descumprimento da dívida pública federal que atingiu a algo mais de 360% do PIB, evidenciando uma deterioração político-institucional. Se essa “bomba” financeira houvesse explodido teria produzido uma catástrofe financeira global sem precedentes e certamente naufragado a economia dos EUA na hiper recessão, e não somente ela. Agora todos esperam o próximo jogo do descumprimento sem que se saiba em que pode terminar.

- Os dois fatos – a contenção político-militar na Síria mais a ameaça de descumprimento estimulam o esgotamento da atual unipolaridade e impulsionam o avanço de pelo menos duas potências que aspiram um papel global destacado: a Rússia e a China, tendendo a construção de um mundo multipolar, ou seja, a repartição do planeta entre um grupo reduzido de impérios. Contudo, nem uma, nem as três super-potências garantirão controlar o sistema global. A despolarização é um fenômeno complexo, onde algumas potências retrocedem e outras avançam, onde algumas aparentam recuperar-se para a seguir voltar a declinar, outras parecem escapar da onda depressiva para mais adiante sofrer os impactos das forças entrópicas globais. É necessário entender os pormenores e as especificidades sem perder de vista o panorama mais amplo. A ilusão de menos imperialismo, com mais autonomias nacionais ou regionais articuladas expandindo suas forças produtivas pode não ser tão cor de rosa. A realidade apresenta a marcha rumo a convulsões cada vez maiores, à generalização da desordem e a economia tendendo ao caos, com o capitalismo em vias de esgotamento apresentando horizontes futuros de barbárie em busca de um novo equilíbrio.

No próximo ano será verificado até que ponto a propaganda sobre o gás do xisto nos EUA corresponde a realidade. Caso corresponda totalmente os EUA terão condições de manter sua supremacia por longo tempo. Caso se revele apenas um blefe, os acontecimentos se precipitarão. O mais provável é que se situe no meio termo.

Neste ambiente de incerteza, a melhor política para o nosso País seria esquecer a globalização e tornar-se tão autárquico quanto possível. Temos tudo para viver bem sozinhos e até disponibilidade para auxiliar os demais, desde que criemos força militar, inclusive nuclear, suficiente pata dissuadir ambiciosos e desesperados.

Caso atinjamos um dia tal cenário ideal teremos então que cuidar de evitar a armadilha em que caiu os Estados Unidos da América: Querer impor aos demais o seu estilo de vida enquanto suga impiedosamente seus recursos.


Outras notícias nacionais

1 - Aparentemente será substituído o atual Ministro da Defesa por um que se interessa realmente pelo poderio militar. O ministro Amorim assinara a convenção dos direitos dos povos indígenas, uma verdadeira traição e depois disto não tinha como se recuperar perante seus comandados. Diferente será com seu provável substituto, um verdadeiro nacionalista, muito considerado pelos militares que o conhecem. Seja bem-vindo Ministro Gabbas.

2 - A maior preocupação dos que pensam no Brasil é com o comprometimento de candidatos com o paralisante programa da Marina Silva, na ânsia de cabalar seus votos. Para contrabalançar a influência dela será lançada a candidatura de Ronaldo Caiado, que falará do Estado de Direito, do fim da impunidade,do combate às invasões e do direito às pessoas de bem a defenderem sua família e sua propriedade com o mesmo tipo de armas que os bandidos usam. Se, como esperado, o programa dele tiver mais apelo popular do que o da internacionalista Marina, no mínimo contrabalançará a influência dela. A demora do Governo em controlar as demarcações de terras indígenas é hoje o principal fator de afastamento do mundo rural da campanha pela reeleição e o que mais tende a aproximá-los dos outros presidenciáveis.

3 - A Dívida Pública manipulada nos impôs em 2012 uma sangria R$ 750 bilhões, (44% do orçamento) somente com os juros. Não temos os dados de 2013, mas com certeza o estrago foi maior. Enquanto não baixarmos os juros e não nos livrarmos da dívida nenhum governo pode dar certo, mas isto só conseguiremos se unidos. Lamentavelmente setores da esquerda revanchista insistem em provocar a nossa divisão, a ponto de só nos restar arreganhar os dentes e morder. O pior é que isto não ajuda em nada.


Não havendo algo de muito importante, voltaremos a nos ligar em fevereiro. Que Deus os acompanhe no novo ano e que proteja o nosso País

Conflito no Amazonas: Exército participa de busca por desaparecidos em reserva indígena

Buscas por desaparecidos continuam em reserva indígena, no Sul do AM
Três homens que sumiram na rodovia Transamazônica são procurados.
Buscas devem ser retomadas na manhã do domingo (29).
28122013-211705-exercito_vai.jpg
Exército presta apoio logístico à operação (A Crítica-AM)
Do G1 AM
A ação conjunta entre órgãos de segurança para realização das buscas de três homens desaparecidos na BR-320 (rodovia Transamazônica) foi interrompida na noite deste sábado (28), após o anoitecer. As buscas foram retomadas na manhã deste domingo. Iniciada às 13h do sábado, a operação não obteve resultados no primeiro dia. Cerca de 400 homens do Exército, Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal participam. A ação ocorre na reserva dos índios Tenharim, que fica localizada entre os municípios de Humaitá, Apuí e Manicoré, no Sul do Amazonas.
As equipes paralisaram a procura no começo da noite. “É uma área muito extensa e as buscas são impossibilitadas à noite, devido a baixa visibilidade”, afirmou o tenente coronel Carlos Torres, do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS).
Na manhã deste sábado, representantes da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e demais autoridades policiais envolvidas se reuniram no quartel do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em Humaitá, município do Amazonas a 590 km de Manaus. No encontro, foram definidos detalhes da operação, que é coordenada pela Superintendência da Polícia Federal em Rondônia. Em seguida, as autoridades sobrevoaram a área em um helicóptero.
Segundo o secretário titular da SSP-AM, coronel Paulo Roberto Vital, a situação na região no sábado é mais tranquila. Porém, os moradores de Humaitá relatam que existe um clima de medo pela possibilidade de confrontos entre índios e moradores do município.

Conflitos
Na sexta-feira (27), um grupo de madeireiros e fazendeiros ateou fogo em uma área de pedágio e casas de apoio localizadas em uma aldeia indígena situada na área do município de Manicoré, no Sul do Amazonas, segundo a Polícia Militar (PM). O Exército informou que 143 indígenas estão abrigados no quartel do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em Humaitá.
Entre o grupo há adultos, adolescentes e crianças. Os índios recebem segurança depois que as unidades da Funai foram incendiadas por um grupo de pessoas que cobra agilidade nas buscas por homens desaparecidos. Parte dos índios abrigados recebia atendimento médico em uma unidade de saúde que também foi incendiada.
G1/montedo.com

28 de dezembro de 2013

Forças Armadas: sempre lembradas nas emergências, mas o salário...óóó!

O Dia/montedo.com (colaborou: Roberto Alves)

Porta arrombada... Após conflito, ministro da Justiça autoriza ação da PF em reserva indígena no sul do Amazonas

Humaitá
APÓS CONFLITO, MINISTRO AUTORIZA OPERAÇÃO DA PF NA TERRA DOS TENHARIM
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, autorizou nesta sexta-feira, a entrada de tropas federais da Terra Indígena dos Tenharim, área, onde segundos os moradores de Humaitá, estão os corpos das três pessoas desaparecidas na região desde a última semana.
Uma reunião em Humaitá, entre representas da PF, Exército, Força Nacional, PRF e Polícia Militar, vai definir a ação na área, que será coordenada pelo delegado da PF Alexandre Alves.
No sábado, as equipes da Policia Federal, Exército e Força Nacional irão fazer uma varredura na região a procura dos desaparecidos. Na região de Santo Antônio do Matupi, distante 180 km de Humaitá o clima ainda é tensão, porque os moradores estão revoltados com a cobrança de pedágio promovida pelos indígenas.
RONDONIAGORA/montedo.com

A invenção do soldado


Kalashnikhov teve a ideia de projetar fuzil ao conversar com soldado soviético ferido em hospital
Kalashnikhov teve a ideia de projetar fuzil ao conversar com soldado ferido em hospital
Luiz Antônio Araujo
A propaganda apelidou a I Guerra Mundial de “guerra para acabar com todas as guerras”. Quando o conflito seguinte eclodiu, em 1939, a memória da matança de 1914 a 1918 estava viva demais para que se pudesse usar o mesmo palavrório grandiloquente. Se a II Guerra acabou com algo, foi com a luta à moda antiga, travada com cargas de cavalaria, trincheiras e delimitação clara entre alvos militares e civis. Diferentemente da longa e enervante confrontação ao longo de posições estáticas que caracterizara o conflito anterior, a II Guerra foi decidida no interior ou ao redor de grandes centros urbanos: Varsóvia, Vilna, Kiev, Stalingrado, Paris, Berlim. Uma luta assim não poderia ser empreendida com as velhas armas. Não houve tipo de armamento que não tenha sido revolucionado nos quase seis anos da II Guerra, e uma dessas inovações foi a combinação da portabilidade dos antigos fuzis com a capacidade de municiamento e o funcionamento automático ou semiautomático da metralhadora. Era o fuzil automático ou fuzil de assalto.
Ferido em combate com os alemães em 1941, o soviético Mikhail Kalashnikov, pouco mais de 20 anos, travou no hospital um diálogo que mudaria não apenas sua vida, mas a história da guerra. A recordação foi recolhida pelo repórter britânico Robert Fisk:
– Um soldado me perguntou: “Por que nossos soldados só têm um fuzil para cada dois ou três homens e os alemães têm fuzis automáticos?” Então, criei um. Eu era um soldado e criei uma arma para um soldado. Chamou-se Avtomat Kalashnikova (arma automática de Kalashnikov, AK), e levou a data em que começou a ser fabricado, 1947.
Leia também:
Inventor do fuzil AK-47 morre aos 94 anos
Pelas mãos dos soviéticos, o Kalashnikov inundou o Leste europeu, o Oriente Médio, a África e o Sudeste asiático. Com o tempo, chegou às Américas do Sul e Central. Calcula-se que nenhuma arma tenha provocado mais vítimas na história. Sua leveza e facilidade de carregar tornaram-no ideal para forças irregulares, fossem guerrilhas, exércitos de ex-colônias ou gangues criminosas. Seu criador não alcançou fortuna pessoal, mas desfrutou até a morte das homenagens de seu país. Em Izhersk, nos Urais, onde viveu como herói da União Soviética e criou os filhos, havia um complexo industrial de armamentos com seu nome. O presidente Vladimir Putin visitava-o quando ia à cidade e não esquecia de felicitá-lo a cada aniversário. Como Colt, Lee Enfield e outros nomes, o de Kalashnikov se desprendeu há muito de seu inventor e se tornou sinônimo de morte. O próprio Mikhail gostava de pensar que chegaria o dia em que seu fuzil não teria mais utilidade.
– Será depois de minha morte – concluía.
OLHAR GLOBAL (ClicRBS)/montedo.com

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics