31 de maio de 2013

Ceará: tentativa de invasão a depósito de armas do Exército acaba em tiroteio

Nota do editor:
Notícia atualizada de acordo com publicação do Estadão, mais completa do que a anterior

Quadrilha tenta roubar armas de grosso calibre do Exército brasileiro no Ceará
Os ladrões trocaram tiros com os sentinelas do quartel de suprimentos em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, mas acabaram fugindo sem nada levar nesta sexta-feira

Uma quadrilha de assaltantes tentou, na madrugada desta sexta-feira, roubar armas de grosso calibre do Exército brasileiro ao invadir o quartel de suprimentos em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza. Os ladrões trocaram tiros com os sentinelas do quartel, que pertence à 10ª Região Militar, e acabaram fugindo sem levar nada.
A Polícia foi acionada e levanta a suspeita de que a quadrilha é formada por assaltantes de bancos que vem agindo nos últimos dias em cidades cearenses. Foram anotados arrombamentos de caixas em Palmácia, Coreaú, Fortaleza e Parambu. A quadrilha, além de armas de grosso calibre, usa explosivos para denotar os caixas eletrônicos e levar o dinheiro.
Até agora nenhum dos invasores do quartel do Exército foi preso. A caça à quadrilha continuou durante toda a tarde, sem sucesso na captura. O quartel de suprimentos de Maranguape serve também de campo de treinamento dos soldados do Exército. Na troca de tiros ninguém saiu ferido. O ataque na madrugada, segundo a Policia, seria por uma oportunidade de encontrar o quartel sem tanta segurança. Mas os sentinelas agiram de pronto e evitaram o roubo de armas de uso exclusivo do Exercito.
Estadão/montedo.com

Pequeno, mas gastador: STM tem maior número de "marajás" entre os tribunais superiores

No Judiciário, corte militar tem maior gasto com ‘marajás’
Auditoria identificou ao menos 20 casos, cujos pagamentos além do previsto na Constituição somam R$ 3,8 milhões

Fábio Fabrini - de Brasília
Menor corte superior do País, o Superior Tribunal Militar (STM) desponta, entre os órgãos do Judiciário citados pelo TCU, com o maior número de servidores ativos, aposentados e pensionistas remunerados acima do teto. A auditoria identificou ao menos 20 casos, cujos pagamentos além do previsto na Constituição somam R$ 3,8 milhões.
O STM está na mira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que criou, este ano, um grupo de trabalho para estudar sua extinção. O motivo são as altas despesas da corte ante a produtividade, considerada baixa. O presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, Joaquim Barbosa, disse, em sessão do conselho, em abril, que os gastos da Justiça Militar, de R$ 419 milhões em 2011, são "escandalosos" e um "descalabro financeiro".
Além do STM, criado em 1º de abril de 1808 pelo príncipe regente d. João VI, a Justiça Militar é composta pelos tribunais de São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul. Só o STM consumiu R$ 322 milhões, com 15 ministros e 962 servidores. Segundo o CNJ, essa estrutura existe para julgar cerca de 600 processos por ano.
O conselheiro Bruno Dantas, que apresentou a proposta para criar o grupo, diz que os gastos da corte correspondem a um terço do orçamento do Superior Tribunal de Justiça, que tem muito mais causas a analisar. O grupo de trabalho ainda não apresentou conclusões. Se prevalecer a ideia da extinção, a proposta será enviada ao Congresso e às Assembleias Legislativas dos três Estados. O STM não respondeu aos questionamentos do Estado sobre a auditoria do TCU. A assessoria de imprensa disse que a corte não foi notificada.
Estadão/montedo.com

Entidades convocam militares para manifestação em Brasília

Militares convocam ato de ‘resistência’ em Brasília por aumento salarial e contra ‘governo revanchista’ e ‘comissão de meias verdades’

Mário Magalhães
Post da manhã desta terça-feira na página da Associação Nacional dos Militares do Brasil, no Facebook
Entidades que agrupam militares das Forças Armadas, parentes seus e membros das Polícias Militares estaduais convocaram para 11 de junho um ato público de “resistência” em Brasília.
A “Vigília da Família Militar”, como se denomina a manifestação, reivindicará aumento salarial e atacará o governo de Dilma Rousseff, acusando-o de “revanchista”. Na convocação, a Comissão Nacional da Verdade, instituída pela presidente para apurar violações dos direitos humanos de 1946 a 88, é qualificada de “comissão de meias verdades”.
Os signatários do manifesto foram os presidentes da Associação Nacional dos Militares do Brasil, Marcelo Machado, e da União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas, Ivone Luzardo.
Bandeiras de partidos políticos serão vetadas no protesto, mas Machado e Luzardo mantêm militância político-partidária.
Na página de sua associação no Facebook, ele assina também como presidente do Diretório Municipal da Arena, Aliança Renovadora Nacional, no Rio de Janeiro. Essa foi a sigla que representou por mais tempo os partidários da ditadura instaurada em 1964 e encerrada em 1985. Militantes saudosos da ditadura tentam hoje reorganizar a Arena.
Outra agremiação que colhe assinaturas para poder concorrer nas eleições do ano que vem é o PMB, Partido Militar Brasileiro, cujo site incluiu Ivone Luzardo como integrante do Diretório Nacional.
Na manhã desta terça-feira, Marcelo Machado afirmou no Facebook que a página da associação está sofrendo ataques que provocam o desaparecimento de manifestos (reprodução acima).
Os manifestantes também vão defender a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 300, que prevê piso salarial único para os policiais militares.
Eis a íntegra da convocação para o ato:
Diante da falta de diálogo por parte deste governo revanchista que, notoriamente, tenta desmoralizar as forças de segurança regulares (Forças Armadas e Forças Estaduais) com comissão de meias verdades, sucateamento bélico e o ‘terrorismo salarial’, faz-se necessária uma resistência, ainda que ordeira e pacífica, já que dias sombrios rondam nossas famílias e a todos os brasileiros. Sendo assim, a UNEMFA e a ANMB convidam a todos que têm amor à Pátria, à Família, a Deus e à preservação da liberdade, a estar presentes na Vigília da Família Militar dia 11 de junho de 2013 (Dia da Batalha Naval do Riachuelo), em Brasília – DF, com concentração às 09:00h na Praça dos Três Poderes, onde lutaremos pelos nossos 28,86%, demais perdas e a PEC-300 dos Militares Estaduais! Essa Vigília não é um ato exclusivo de militares e sim de TODOS os brasileiros: Militares Federais, Estaduais, Ativos e Inativos, parentes, amigos e simpatizantes.
O dia 11 de junho foi escolhido por ser o dia em que se comemora a Batalha do Riachuelo, ocorrida no rio Riachuelo em 1865, um dos afluentes do rio Paraná. A batalha é um dos episódios da Guerra do Paraguai, o mais mortífero e violento conflito entre países do continente sul-americano.
Solicitamos a todos os participantes que levem água potável, cobertura (boné sem conotação política partidária), protetor solar. Os militares devem usar suas camisetas de serviço e os civis que queiram fazer parte desta batalha, camisas brancas. Lembramos que será expressamente PROIBIDO bandeiras de partidos políticos e sindicatos.
Nosso muito obrigado! Juntos somos fortes!
Ivone Luzardo – Presidente da União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas –UNEMFA
Marcelo Machado – Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB
BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES/montedo.com

30 de maio de 2013

Guerra civil: Síria recebe mísseis russos


Declaração de Al-Assad indica que parte do sistema de defesa antiaérea da Rússia já foi recebido pela Síria
Síria recebe mísseis russos VLADIMIR MASHATIN/AFP
Mísseis S-300 russos em treinamento militar na Rússia em 1996 Foto: VLADIMIR MASHATIN / AFP

O presidente sírio, Bashar al-Assad, reconheceu implicitamente ter recebido o sofisticado sistema de mísseis de defesa antiaérea S-300 russos, em declarações à rede de televisão Al-Manar, do movimento xiita libanês Hezbollah.
Ao ser interrogado sobre a entrega destes mísseis, o presidente respondeu: "Todos os acordos com a Rússia serão cumpridos e uma parte já foi cumprida recentemente".
Moscou havia justificado na terça-feira sua decisão de fornecer o sistema de defesa antiaérea ao regime da Síria, provocando uma reação raivosa de Israel.
Na quarta-feira, a rádio pública israelense indicou que o chefe de governo, Binyamin Netanyahu, ordenou que seus ministros não fizessem declarações sobre a Síria e sobre a possível entrega de mísseis russos a esse país.
Segundo a rádio, a ordem chegou após declarações do ministro da Defesa, Moshe Yaalon, que afirmou que Israel saberá o que fazer se a Rússia entregar sistemas de defesa antiaérea S-300 à Síria.
Os meios de comunicação israelenses estimaram que Yaalon fez alusão a novos bombardeios aéreos que Israel poderia levar adiante, como já ocorreu no início do mês perto de Damasco.AFP
Zero Hora/montedo.com

O Projeto de Lei do Quadro Especial e seus altos e baixos

Retirada?
Segundo o blog do Paulo Roberto, a SEORI (Secretaria de Organização Institucional) do  Ministério da Defesa teria solicitado a retirada de pauta da CREDN (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) do PL 4373/2012 (que extingue o Quadro Especial de Terceiros Sargentos do Exército, cria o Quadro Especial de Terceiros Sargentos e Segundos Sargentos do Exército e dispõe sobre a promoção de soldados estabilizados à graduação de cabo).
Ainda segundo o blog, o temor do Ministério da Defesa seria a aprovação em plenário das emendas propostas, uma das quais - lembro eu -   prevê a ascensão até a graduação de subtenente, com promoções retroativas.

Abaixo assinado
Uma petição online no site AVAAZ pede ao relator e demais congressistas a votação  do PL 4373/12, que deu entrada na CREDN em agosto de 2012. Para assinar a petição, clique aqui.

Credibilidade duvidosa
A credibilidade do AVAAZ passou a ser muito questionada, principalmente depois que seu diretor, Pedro Abramovay, retirou do ar uma petição contra a cassação do registro de psicólogo do Pastor Silas Malafaia. Leiam aqui um artigo de Reinaldo Azevedo sobre o assunto.

Ação direta
A experiência ao longo destes anos de blog reforçou minha convicção de que a ação direta dos eleitores junto aos senadores, deputados e lideranças políticas locais e regionais tem muito mais eficácia do que qualquer abaixo assinado. Aqui, você tem o nome e o endereço eletrônico de todos os deputados que integram a CREDN. É hora de pressionar o relator da PL 4373/12, deputado Cláudio Cajado (DEM/BA) e seus colegas para que a matéria siga adiante.

No mais
Aguardemos os próximos capítulos. 

RJ: Forças Armadas se preparam para a Copa das Confederações

Peacekeepers: Major brasileiro fala sobre experiência no Haiti

Ágata 7: Exército apreende agrotóxicos, maconha, crack e cigarros na fronteira com o Paraguai

Operação Ágata apreendeu agrotóxico, cigarro e drogas

Militares da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, Brigada Guaicurus, já apreenderam 60 metros cúbicos de madeira, 280 Kg de maconha, cerca de 20 pedras de crack e 610 pacotes de cigarros. Balanço parcial da Operação Ágata revela ainda apreensão de pneus, bebidas, eletrônicos e brinquedos.
O que chama a atenção é a apreensão de agrotóxico contrabandeado do Paraguai. Somente nesta última semana 100 kg foram barrados de entrar no Brasil. O produto chega a ser dez vezes mais barato que os fabricados aqui no país e pode causar danos à saúde por não estar sujeito a testes. A população pode ser lesada por consumir o alimento com resíduo não esperado.
A operação, que teve início na semana passada e não tem prazo para encerrar, está mobilizando cerca de mil militares da 4ª Brigada, espalhados ao longo de mais de 650 Km de fronteiras com o Paraguai. Os principais objetivos são o combate aos crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.
Ao longo destes dez dias de operação, foram ocupados mais de 250 postos de bloqueio e controle de estradas, e realizadas mais 300 patrulhas e cerca de 13 mil veículos foram revistados. Além das tropas do Exército Brasileiro, participam da operação tropas da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira, além de agentes das Polícias Federal, rodoviária federal, Militar e Civil e de agências governamentais.

Social
A fim de levar assistência social às comunidades carentes, estão sendo realizados ações cívico-sociais que realizam atendimento médico e odontológico, além de atividades sociais e recreativas. Até o momento, já foram realizados mais de 80 atendimentos médicos e 70 atendimentos odontológicos. Duas dessas ações foram realizados na região de Amambai e estão previstos mais duas em Dourados e em Bela Vista nos dias 28 e 29 de maio.
Dourados Agora, via Fátima News

Guerra na Síria: Cavalaria europeia

Cavalaria europeia – Joep Bertrams
Cartun de Joep Bertrams (Amsterdã)

presseurop/montedo.com

Militares brasileiros fazem homenagem aos soldados das missões de paz da ONU


Foto: Élio Sales (MD)
Em celebração ao Dia Internacional dos Mantenedores da Paz das Nações Unidas (ONU), os chamados peacekeepers, 600 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica prestaram homenagens aos militares em missões de paz no mundo.
Durante a cerimônia, um grupo de ex-integrantes de missões de paz desfilou com boinas azuis, símbolo dos mantenedores da paz das Nações Unidas. Um capacete da cor azul e uma coroa de flores homenagearam militares mortos nas missões e durante o terremoto do Haiti, em 2010.
Entre os brasileiros homenageados, está o capitão-de-mar e guerra e fuzileiro naval, Alexandre Mariano Feitosa, que participou de missões de paz no Haiti, na Síria e em Nova York, na sede da ONU. Para ele, o dia não é apenas um reconhecimento ao trabalho de quem luta pela paz mundial.
“Esse é um dia muito importante para nós mantenedores da paz pela importância do trabalho feito em diversos cantos do mundo e pelo resultado desse trabalho que é a paz que nós conseguimos levar às regiões, não só por causa das operações, mas também pela parte cívico-social, pois existem lugares onde o apoio militar é aquele que chega e dá suporte para a região, como alimentação e segurança. A presença do militar é importantíssima”, disse.
O capitão destacou a satisfação em receber a homenagem. “Me sinto muito lisonjeado, muito orgulhoso de poder representar bem a Marinha do Brasil e o corpo de fuzileiros navais nas missões de paz. É uma satisfação muito grande, em primeiro lugar, por poder levar a paz em regiões tão conflituosas que a gente vê que carece de um diálogo, de algo que nós brasileiros temos, como a nossa capacidade de bem negociar, de chegar a um consenso. É uma satisfação ser brasileiro e poder levar uma esperança de paz.”
Em 29 de maio de 1948, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas criou a primeira missão de paz, na Palestina. Mas a data em celebração aos mantenedores da paz passou a ser comemorada a partir de 2003. O Brasil participa das missões de paz da ONU desde 1956. Em Brasília, as homenagens aos peacekeepers, conhecidos como boinas azuis, são organizadas por meio de rodízio entre as Forças Armadas.
Agência Brasil/montedo.com

Posse de área do CIGS por ribeirinhos é tema de audiência no Senado


Regularização fundiária de área do Exército em Manaus pode ser intermediada pela CDH


Simone Franco
A coordenadora da Pastoral da Terra, Marta Valéria, o general Jaborandy e a senadora Ana Rita
A troca de farpas entre representantes do Exército e da Comissão Pastoral da Terra (CPT) não inviabilizou a intermediação de acordo pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em torno da regularização fundiária de comunidades tradicionais que ocupam – há décadas – parte de área de 115 mil hectares onde está instalado o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) do Exército, em Manaus (AM).
Debate sobre o tema foi encerrado, nesta terça-feira (28), com o compromisso de uma comissão especial ligada à CDH negociar um entendimento no prazo de três meses. O grupo terá a participação dos senadores João Capiberibe (PSB-AP), que é vice-presidente da CDH, e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Também farão parte representantes do Exército, Ministério Público Federal (MPF), da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Advocacia Geral da União (AGU), CPT e comunidade local.
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RIBEIRINHOS REIVINDICAM A POSSE DE ÁREA DE TREINAMENTO DO CIGS

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Bolsa Verde
O acerto deve passar pela retirada de ação judicial aberta pelo Exército contra moradores que rejeitam os termos da Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) proposta e pelo não condicionamento da titulação prévia das famílias para acesso ao programa de eletrificação rural (Luz para Todos). A coordenadora da Pastoral, Marta Valéria Andrade Cunha Spontan, também reivindicou que a SPU assuma o processo de regularização fundiária tocado pelo Exército.
Apesar do desencontro sobre a quantidade de comunidades tradicionais afetadas – o Exército falava em cinco, enquanto a Pastoral citava 19 –, houve convergência sobre a necessidade de sua permanência na área.
– Essas comunidades são um patrimônio vivo da Amazônia, têm uma relação diferenciada com a terra e preservam a natureza – afirmou o procurador-chefe do MPF no Amazonas, Júlio José Araújo Júnior.
O comprometimento do Exército com a preservação ambiental da área, assim como o bom relacionamento mantido com seus moradores, também foi assinalado pelo procurador-chefe da AGU no Amazonas, Allan Carlos Moreira Magalhães. O viés conservacionista das comunidades, aliás, levou a secretária de Patrimônio da União, Cassandra Maroni Nunes, a cogitar a inclusão destas comunidades entre os beneficiários do Programa Bolsa Verde, que concede uma ajuda de custo por meio do Ministério do Meio Ambiente.

Divergências
As divergências entre Exército e CPT não se limitaram ao contingente de famílias que reivindicam titulação fundiária. O ápice do desentendimento entre o chefe do Comando Militar da Amazônia, o general de brigada José Luiz Jaborandy Junior, e a coordenadora da Pastoral da Terra foram acusações feitas a um homem que se apresenta como morador tradicional e requer a legalização de sua permanência na área.
De acordo com o general Jaborandy Junior, essa pessoa não só ocuparia irregularmente o local, como teria sido denunciado pela esposa por estupro de sua enteada, com quem teria tido uma filha.
– Ele não é morador tradicional, não é bem quisto pela comunidade e sua atuação é questionável – afirmou o militar.
Marta Valéria Spontan contestou a versão apresentada pelo Exército sobre o acusado. Segundo afirmou, ele teve a casa derrubada por dois oficiais que não foram punidos no inquérito militar aberto para apurar o caso. Depois que a Pastoral denunciou o episódio à Ouvidoria Agrária Nacional, um dos militares resolveu processar a entidade. A representante da Pastoral da Terra pediu que o acusado fosse ouvido pela CDH.
Agência Senado/montedo.com

STM nega habeas corpus a russo que invadiu o CIGS

Negado habeas corpus a russo que invadiu quartel em Manaus

MARCELO GOMES

Cidadão russo já havia tido outro pedido negado
Cidadão russo já havia tido outro pedido negado - Arquivo pessoal/Facebook
Reprodução: Facebook
O Superior Tribunal Militar (STM) decidiu manter preso o cidadão russo Denis Alexandrovich Saltanov, de 42 anos, acusado de invadir o quartel do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) do Exército em Manaus (AM). O habeas corpus impetrado pela Defensoria Pública da União (DPU) em favor do estrangeiro foi negado pelo Plenário da Corte nesta quarta-feira, 29. O pedido já havia sido negado liminarmente no último dia 17. Saltanov está preso desde 29 de abril em uma cela individual na 12ª Companhia de Polícia do Exército, na capital amazonense. A Embaixada da Rússia acompanha o caso. 
Ao analisar o habeas corpus, o ministro José Coêlho Ferreira disse que não verificou qualquer ilegalidade ou abuso na prisão do russo. Segundo o magistrado, ao ingressar na unidade militar portando mochila e máquina fotográfica, o acusado sabia que agia contra a lei. O ministro afirmou ainda que a prisão cautelar está fundamentada em dispositivos do Código de Processo Penal Militar que foram recepcionados pela Constituição Brasileira. Por unanimidade, os ministros do STM acompanharam o voto do relator e mantiveram o curso normal da ação penal. 
Leia também:

Russo é preso ao tentar invadir o Centro de Instrução de Guerra na Selva

 Em depoimento no procedimento aberto pelo Exército logo após a prisão em flagrante do russo, uma tenente disse que, ao perguntar o motivo que o levou a saltar para dentro do quartel, ele respondeu que pulou o muro "para testar o treinamento dos soldados", com visível "ar de deboche, sorrindo e gracejando". Um major afirmou que, ao perguntar se a atitude de pular muros de instalações militares seria comum em seu país de origem, o russo disse que não. Ainda segundo o major, Saltanov disse que sabia que o que ele havia feito era contra a lei. Ao ser interrogado, em inglês, com a ajuda de um intérprete, Saltanov disse que pretendia visitar o zoológico (que fica dentro do CIGS), mas que pretendia usar a entrada principal. Ele não disse por que decidiu pular o muro. Ao final, pediu para ver a identificação do escrivão que lavrou o auto de prisão em flagrante. 
O defensor público da União Thomas Luchsinger disse que Saltanov nega que tenha dito que queria testar o treinamento dos soldados. Segundo o defensor, o estrangeiro pretendia visitar o zoológico, e pulou o muro para cortar caminho pela mata. Ele estava com um mapa que não dizia que ali era uma instalação militar. Além disso, as placas de perigo são em português, e Saltanov mal fala inglês, diz Luchsinger. A DPU já recorreu ao Supremo Tribunal Federal para soltar o russo. O habeas corpus será analisado pelo ministro Dias Toffoli. Em 10 de maio, o Ministério Público denunciou o estrangeiro pelo crime de "penetrar em estabelecimento militar por onde seja defeso ou não haja passagem regular", previsto no artigo 302 do Código Penal Militar. Se condenado, ele pode pegar de seis meses e dois anos de detenção. A Embaixada da Rússia informou que Saltanov não responde por nenhum crime em seu país. 
Estadão/montedo.com

Agência americana testa novo exoesqueleto militar


DARPA desenvolve novo tipo de exoesqueleto militar
Equipamento deve ser usado junto com as armaduras comuns e proteger o soldado contra contusões musculares causadas pelo carregamento de equipamentos pesados.

Ramon de Souza
DARPA desenvolve novo tipo de exoesqueleto militar

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (mais conhecida pela sigla DARPA, do original Defense Advanced Research Projects Agency) está atualmente trabalhando na confecção de um exoesqueleto bastante interessante e diferente de outros projetos semelhantes que nós já estamos acostumados a ver.

De acordo com o site oficial da instituição, a “Warrior Web” (como está sendo provisoriamente chamada) não é uma armadura voltada para a proteção do soldado contra investidas inimigas, e sim para o aumento de suas capacidades atléticas naturais e diminuição dos danos musculares causados pelo peso dos equipamentos que os militantes costumam carregar.
O exoesqueleto deve ser vestido como uma “roupa de baixo” e será totalmente transparente, atuando com conforto junto com as vestimentas tradicionais do soldado. Objetos de proteção são dispostos estrategicamente em áreas mais propensas a sofrer com contusões (tornozelo, joelho etc.).
A ilustração acima resume algumas das principais características da Warrior Web. O vídeo que abre esta matéria, por sua vez, mostra um protótipo da armadura em ação. No clipe, um soldado carrega 61 lb (cerca de 28 kg) com maior facilidade do que o normal, enquanto um computador confirma que a pressão exercida em algumas áreas de seu corpo se torna quase ínfima.
Ainda não há qualquer previsão para que o exoesqueleto comece a ser testado nos campos de batalha reais. Fonte: DARPA
TecMundo/montedo.com

Maranhão: Exército cederá área para construção de hospital em São Luís

Prefeitura e Exército discutem construção do Hospital Dr. Jackson Lago
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior coordenou, na manhã desta terça-feira (28), a reunião de trabalho que discutiu a definição do local onde deverá ser construído o Hospital de Urgência Dr. Jackson Lago.
Durante o encontro, realizado com a presença de oficiais das Forças Armadas e de representantes do Serviço do Patrimônio da União (SPU), ficou acertado que o novo hospital deverá ser edificado em uma área pertencente ao 24º Batalhão de Caçadores, localizada às margens da Avenida dos Africanos.
O general de brigada Lauro Luís Pires da Silva, diretor de Patrimônio Imobiliário e de Meio Ambiente do Exército Brasileiro, e o comandante do 24º Batalhão de Caçadores, tenente-coronel Hebert Costa, manifestaram-se favoráveis à ideia de que o hospital seja construído em área hoje pertencente ao 24º BC.
“Reconhecidamente, é compromisso secular das Forças Armadas cooperar com o desenvolvimento nacional. Neste caso específico, achamos pertinente que se estabeleça esta parceria com o Município de São Luís para a construção de um hospital que, com certeza, será muito importante para o Maranhão”, afirmou o general Lauro Pires da Silva.
Durante a reunião, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior fez uma detalhada explanação sobre o projeto, explicando que o Hospital Dr. Jackson Lago terá 300 leitos e 10 salas de cirurgia para atender a mais de 400 mil pessoas que moram nesta área da capital maranhense.
“Será uma obra de grande valia para a nossa cidade. E, com a graça de Deus, esta inovadora parceria que iniciamos agora com o Exército Brasileiro irá prosperar e, muito mais do que isto, servirá de exemplo para todo o País”, frisou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, destacando o ineditismo da parceria das Forças Armadas com a Prefeitura de São Luís.
O secretário municipal de Saúde, Vinícius Nina, afirmou que este novo hospital, que terá uma localização estratégica, e de fácil acesso, “será a materialização de um grande projeto em uma obra de extrema importância, que será um divisor de água na Saúde Pública do Maranhão”.
O secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, José Silveira, anunciou que, para a construção do hospital, serão construídas ainda duas novas avenidas, que farão interligação com as Avenidas João Pessoa e Avenida dos Africanos.
Segundo Silveira, o projeto prevê ainda a regularização fundiária e benfeitorias que irão servir de melhorias urbanísticas para áreas do Bairro de Fátima, Coroado, João Paulo e ruas e avenidas circunvizinhas.

PROTOCOLO DE INTENÇÕES
Ao final da reunião, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior propôs a elaboração de um protocolo de intenções entre a Prefeitura, o SPU e o Exército.
“Com este protocolo, vamos poder definir um calendário de atividades e uma agenda de trabalho para a construção deste projeto, passo a passo, a partir de agora”, sugeriu o prefeito.
Falando em nome do Comando do Exército, o general de brigada Lauro Luís Pires da Silva concordou com a proposta do prefeito e também sugeriu que, o quanto antes, seja constituída uma equipe multidisciplinar e que seja feito um plano diretor de toda aquela região, para que possam ser avaliadas todas as implicações ambientais e urbanísticas do projeto.
Com o SPU ficou de ser acertado o teor de um documento que servirá para a elaboração de um contrato de cessão da área, que pertence ao Exército, para a Prefeitura de São Luís.
Além do coronel Aguinaldo e de outros oficiais do Exército, a reunião contou também com a participação do superintendente do Serviço de Patrimônio da União (SPU) no Maranhão, Jorge Luís Pinto, e dos secretários municipais Rodrigo Marques (Governo), Márcio Jerry (Comunicação), Rodrigo Maia (Meio Ambiente), Antonio Araújo (Urbanismo) e o assessor especial Ted Lago.
JORNAL PEQUENO/montedo.com

29 de maio de 2013

Copa das Confederações: 7,4 mil homens das Forças Armadas ficarão de prontidão no RJ

Forças Armadas ficarão de prontidão durante Copa das Confederações

RIO DE JANEIRO – Cerca de 7,4 mil homens das Forças Armadas ficarão de prontidão para garantir a segurança da Copa das Confederações, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo o coordenador do Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio, general José Alberto Abreu, os militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica não serão vistos patrulhando as ruas da cidade, como aconteceu em grandes eventos anteriores, e serão acionados apenas se os órgãos policiais requisitarem.
Abreu afirmou que os militares ficarão nos quartéis, de prontidão, e também em instalações consideradas estratégicas, como subestações de energia, estações de tratamento de água, centrais de telecomunicações, portos, aeroportos e usinas de produção de energia elétrica. A única participação visível das Forças Armadas serão os navios da Marinha, que patrulharão a orla da cidade durante a competição.
“Chegou-se à conclusão de que colocar as tropas nas ruas em um evento como esse seria inócuo. Vamos ficar no Palácio Duque de Caxias, no centro do Rio, com o Centro de Coordenação de Defesa de Área, acompanhando tudo o que possa acontecer. Vamos ficar na reserva porque, na área do Maracanã, a primeira atuação será da segurança privada. Caso aconteça alguma coisa que extrapole a capacidade da segurança privada, a Polícia Militar será acionada. Em último caso, serão acionadas as Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem”, disse o general.
Segundo ele, o modelo de segurança – com militares atuando apenas como força de reserva, será usado nas outras cinco cidades-sede da Copa das Confederações, que acontece entre os dias 15 e 30 de junho. A expectativa é que esse modelo se repita também durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
No Rio de Janeiro, especificamente, as Forças Armadas estarão de prontidão até o dia 4 de agosto, já que no final de julho a cidade também sedia a Jornada Mundial da Juventude, principal evento da juventude católica no mundo, que terá a participação do papa Francisco. Para esse evento, serão mobilizados 9 mil militares que, além de ficarem de prontidão nos quartéis, também farão patrulhamento da área de Guaratiba, onde haverá a missa final da jornada.
Agência Brasil/montedo.com

'Sucatão': que descanse em paz

Avião da FAB nesta segunda-feira (27) no aeroporto de Porto Príncipe, no Haiti (Foto: Thony Belizaire/AFP)
Foto: Thony Belizaire/AFP


QUE DESCANSE EM PAZ

Ancelmo Góis
O Boeing 707 de matrícula KC-137 que pousou de barriga, domingo, no Haiti, levando 143 militares brasileiros, provavelmente não voltará à ativa.
Era um dos dois Boeings idosos que serviram à Presidência da República entre 1986 e 2005 e ganharam o apelido de Sucatão. O outro, o KC-03, fez um pouso de emergência na Holanda em 1999, com ex-vice-presidente Marco Maciel.
 O GLOBO/montedo.com

Haiti:após o acidente, 'operação de guerra' retira 'Sucatão' da pista do aeroporto em Porto Príncipe


FAB tira da pista do Haiti avião que teve pane ao decolar com soldados
Acidente com aeronave que trazia soldados da ONU restringiu voos.
Técnicos avaliam condições do avião; tropa chegou nesta terça ao Brasil.

Tahiane Stochero 
Do G1, em São Paulo
haiti avião FAB (Foto: Alban Mendès de Leon/Minustah/UN)
Militares retiram da pista de Porto Príncipe avião da FAB que sofreu pane em turbina (Foto: Alban Mendès de Leon/Minustah/UN)
A Aeronáutica conseguiu retirar da pista do aeroporto internacional de Porto Príncipe, a capital do Haiti, na manhã desta terça-feira (28), o avião que sofreu uma pane ao decolar na tarde de domingo (26) com 143 militares a bordo. A tropa retornava ao Brasil após seis meses de trabalho na missão de paz da ONU no Haiti.
Um mutirão engenheiros brasileiros, chilenos e equatorianos trabalhou durante toda a madrugada com guindastres para a retirada do aeronave da área. Técnicos avaliam agora se a aeronave poderá continuar operando.
Desde o acidente, quando uma pane em uma das turbinas provocou fogo e o piloto abortou a decolagem, a aeronave, um KC-137 (Boeing 707), ficou caída na lateral esquerda da pista, que passou a operar com restrições. Ninguém ficou ferido.
O aeródromo do Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, tem cerca apenas uma pista, de asfalto, da qual operam companhias de rotas diárias com destino aos Estados Unidos e Caribe.
Um avião de menor porte, C-130 Hercules, chegou a capital haitiana por volta das 22h30 (horário de Brasília) de segunda para trazer ao Brasil os militares do Exército que deveriam retornar ao país no domingo, segundo o centro de comunicação social da FAB.
Como C-130 é de menor porte, será necessário mais voos para trazer a tropa de volta. O avião decolou, com destino a Manaus (AM), ainda na noite de segunda cerca de 60 soldados a bordo. Em Manaus, dois aviões Amazonas C-105 dividiram a tropa: um seguiu para Fortaleza e outro para Brasília e Rio de Janeiro.
O C-130 retornou já a Porto Príncipe, de onde decola na noite desta terça com o restante dos soldados.

O acidente
haiti avião FAB (Foto: Alban Mendès de Leon/UN/Minustah)
Engenheiros trabalharam durante a madrugada para retirar avião de parte da pista (Foto: Alban Mendès de Leon/UN/Minustah)
Técnicos da FAB chegaram ao Haiti no C-130 para acompanhar os trabalhos de remoção do KC-137 e a investigação do acidente. Segundo a FAB, um problema técnico durante a corrida de decolagem obrigou o piloto a abortar. A aeronave derrapou, o trem de pouso dianteiro quebrou e o avião ficou de barriga na grama, na lateral da pista.
A aeronave decolava com 143 pessoas (131 passageiros e 12 tripulantes), todos militares do 17º contingente do Exército na missão de paz da ONU no Haiti (Minustah), que retornavam ao Brasil após seis meses de trabalho. Os soldados integram o 2º Batalhão do Exército na operação de paz, que encerrou as operações em abril devido à redução de contingente das Nações Unidas.
Segundo o coronel Paulo Queirós, da divisão militar do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que apura o caso, o problema em uma das turbinas provocou a suspensão do voo. A turbina não chegou a explodir, informou o oficial.
O KC-137 ficou conhecido como Sucatão após servir a presidência da República e ser aposentado.
G1/montedo.com

Câmara analisa projeto que aumenta número de cargos do Exército

Karla Alessandra
A Câmara está analisando proposta (PL 4370/12) que aumenta o número de cargos do Exército em tempos de paz. A proposta prevê um aumento de 29 mil cargos que devem ser preenchidos gradualmente nos próximos 15 anos.
Atualmente, o número de oficiais, de subtenentes e de sargentos do Exército brasileiro já está no limite máximo autorizado. Mas o contingente não está sendo suficiente para desenvolver as atividades atribuídas ao Exército.
A proposta do Ministério da Defesa tem por objetivo aparelhar o Exército para cumprir suas funções, entre elas, a formação de unidades para os novos blindados; a manutenção do sistema de mísseis e foguetes; a proteção das fronteiras; a defesa cibernética e o sistema de defesa antiaérea.
O projeto já foi aprovado na Comissão de Relações Exteriores. O relator na comissão, deputado Vitor Paulo, do PRB do Rio de Janeiro, informou que o efetivo do Exército não é alterado há 30 anos.
Vitor Paulo destacou a atuação do Exército na pacificação dos morros no Rio de Janeiro e durante as catástrofes como enchentes e deslizamentos de terra.
"O aumento desse efetivo, não é no número de generais, não é no número de cabos e soldados. Esse efetivo é para aumentar o número de oficiais e sargentos que são exatamente as pessoas que estão na frente desses projetos, porque são técnicos, são pessoas preparadas e formadas para exercer essas funções."
O chefe da assessoria de Planejamento Institucional do Ministério da Defesa, major brigadeiro do ar José Pompeo Brasil, explicou que o aumento do contingente das Forças Armadas está previsto no Livro Branco da Defesa Nacional e tem por objetivo garantir a segurança do país.
"Esse crescimento é para corrigir uma defasagem do crescimento da Nação em relação à estrutura das Forças Armadas. Haverá, sim, é gradativo - não é imediato - e está ali representado no Livro Branco, especificamente, numericamente esclarecendo esses dados para o crescimento das Forças."
O Livro Branco é um documento de acesso público onde estão listadas as diretrizes do governo para as Forças Armadas.
A proposta que aumenta o contingente do Exército ainda vai ser analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.
DefesaNet/montedo.com (colaborou: 'Chapa Quente')

China e EUA prometem maior cooperação naval apesar da tensão regional






A China e os Estados Unidos prometeram maior cooperação naval, numa reunião entre altos responsáveis militares dos dois países, numa altura de tensão no Pacífico devido às disputas territoriais na região, informou hoje a imprensa oficial chinesa.
No encontro, que decorreu em Pequim, participou o comandante norte-americano para o Pacífico, Cecil Haney, e o subchefe do Estado-Maior do Exército de Libertação Popular chinês, Qi Jianguo, o qual sublinhou que a China "vai trabalhar com os Estados Unidos para aprofundar a confiança militar e a cooperação".
Às periódicas tensões na região provocadas pelo conflito latente entre as duas Coreias, somam-se nos últimos anos as disputas territoriais entre a China e países vizinhos, como o Japão, Filipinas e Vietname.
Os Estados Unidos, que o Presidente chinês vai visitar na próxima semana, têm vindo a insistir na sua neutralidade nos conflitos territoriais da região, mas Pequim receia que Washington tente aproveitar as tensões para aumentar a sua influência no Pacífico, com recentes medidas como o aumento das suas tropas na Austrália.
Um relatório anual elaborado por especialistas ligados ao exército chinês, publicado na terça-feira, assinala que a região da Ásia-Pacífico se transformou num "novo centro global", onde se vislumbra "uma competição geopolítica, económica e militar".
O documento, do Centro para a Política Nacional de Defesa citado pela agência oficial chinesa Xinhua, indica que os "Estados mobilizaram o seu foco estratégico para este" e que as grandes potências "têm intensificado o seu `jogo` no sentido de um domínio regional". (Lusa)
RTP NOTÍCIAS/montedo.com

Namorada de soldado morto na 2ª Guerra recebe diário após 70 anos

Laura Mae, de 90 anos, perdeu grande amor na Segunda Guerra Mundial.
Ao visitar museu em Nova Orleans, Laura deu de cara com o diário.

Hélter Duarte Nova York, EUA
video
Jornal da Globo/montedo.com

28 de maio de 2013

Soldado do Exército é preso na baixada fluminense

Atualizado 30/5
Policial e soldado do exército são presos durante operação na Baixada
SÃO JOÃO DE MERITI (RJ)  - A Policia Civil cumpriu nesta terça-feira (28), 27 mandados de prisão em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Entre os presos, está um policial militar, Carlos Eduardo Celestino, de 51 anos e um soldado do exército, Deivison Luciano de Oliveira Galvão, de 19 anos.

A operação foi coordenada pelo delegado titular da 64ª DP (São João de Meriti), Delmir da Silva Gouvea, com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e da Corregedoria-Geral Unificada (CGU). No total, a polícia tinha 40 mandados de prisão.
Dos 27 mandados cumpridos, 17 são contra criminosos que já estavam presos. A maioria dos mandados é de homicídio e roubo.
O Repórter/montedo.com

Moçambique: militar das Forças Armadas alugava fardas e armas para assaltos

Moçambique
Polícia deteve militar que alugava armas e fardas para assaltos

Chimoio - A polícia de Manica, centro de Moçambique, deteve um militar das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e um cúmplice, acusados de alugarem armas e fardas a quadrilhas para assaltos, disse hoje à Lusa fonte policial.
A detenção ocorreu na semana passada, mas só hoje foi divulgada, na sequência de diligências para a recuperação do material, que continuava nas mãos dos "comparsas do militar". Vários uniformes militares foram recuperados e devolvidos ao nono batalhão das FADM.
Este é o segundo caso este ano de detenção de militares envolvidos em esquemas de roubo na província de Manica.
"O agente da FADM estava acfeto ao hospital militar e fornecia meios para actividades criminais a seus comparsas. Por vezes, exigiam coisas como se estivessem escalados e outras vezes envolviam-se em assaltos a residências.
Recuperámos camisas, calças e botas", disse à Lusa Belmiro Mutadiua, porta-voz da polícia de Manica.
Em Abril, a polícia no distrito de Manica deteve um fuzileiro naval das FADM e outras quatro pessoas depois de terem sido surpreendidos, fardados, a criar distúrbios numa igreja da região, provocando o pânico entre os crentes durante a missa. Na operação, a polícia apreendeu 13 artigos militares. 
Angola Press/montedo.com

Temer diz que operações nas fronteiras serão permanentes

Vice presidente e representantes das Forças Armadas anunciam resultados da Operação Ágata na região de Foz do Iguaçu Foto: Christian Rizzi / Gazeta do Povo / Futura Press
Foto: Christian Rizzi / Gazeta do Povo / Futura Press

O vice-presidente da República, Michel Temer, anunciou nesta segunda-feira que o governo dará continuidade às mega operações que as Forças Armadas realizam nas fronteiras, como a lançada há dez dias e que atualmente mobiliza cerca de 34,5 mil militares, policias e promotores. "Essas ações conseguiram reduzir os crimes além das fronteiras e, por isso, serão constantes", afirmou ele, que é responsável pela coordenação do Plano Estratégico de Fronteiras, em sua visita nesta segunda-feira a um batalhão de infantaria em Foz do Iguaçu (PR).

Temer se referiu especificamente às operações de combate como a Ágata e a Sentinela, que as Forças Armadas organizam periodicamente e que mobilizam milhares de pessoas e materiais para combater crimes como o narcotráfico, o contrabando, o tráfico de pessoas e armas, a mineração ilegal e a imigração irregular. Na sétima edição da operação Ágata, lançada há dez dias, participam cerca de 2,5 mil militares e 10 mil policiais de dez diferentes agências reguladoras em operações de vigilância e de fiscalização ao longo dos 16.886 quilômetros de fronteira terrestre do Brasil com 10 países vizinhos.
O objetivo da sétima edição da operação é garantir a segurança durante a Copa das Confederações, que o Brasil organizará em junho, e da visita que o papa Francisco fará ao País em julho para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Segundo Temer, as operações deixarão de ter objetivos específicos para assumir um caráter permanente. "Os únicos que reclamam dessas operações são os que estão na ilegalidade", afirmou o vice-presidente em um pronunciamento realizado durante sua visita em Foz do Iguaçu.
Conforme Temer, o uso do aparato militar nas fronteiras "afugenta as organizações criminosas e reduz os ilícitos". Na visita à unidade militar, Temer foi informado sobre os resultados parciais da Operação Ágata 7, segundo um comunicado do Ministério da Defesa. De acordo com o chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, tenente-brigadeiro do Ar Ricardo Machado Vieira, a nova operação mobilizou até agora 33.563 militares e 1.090 fiscais promotores de agências governamentais.
O oficial acrescentou que a operação foi reforçada entre as cidades de Guaíra, na fronteira com o Paraguai, e Chuí, na fronteira com o Uruguai, por voos de Veículos Aéreos não Tripulados (Vant ou drones) operados tanto pela Polícia Federal como pela Força Aérea. Os voos "permitiram fazer mapas de regiões nas quais ocorrem operações ilícitas e utilizar os dados para reprimir tais crimes", segundo o comunicado do ministério.
Antes de lançar a Operação Ágata 7, o governo brasileiro manteve contatos com as autoridades dos dez países. O Brasil faz limite com a Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai. Para a nova operação, a sétima desde 2011, o Exército empregou aviões, carros blindados e veículos ligeiros para o transporte de tropas.
A Marinha desdobrou navios de patrulha fluvial, lanchas e helicópteros UH-12, e navios de assistência hospitalar, e a Força Aérea empregou os caças Súper Tucano (A-29) e F 5EM, aviões radares, helicópteros e seus VANT.
TERRA/montedo.com

Questionado por Joaquim Barbosa, STM vai construir nova sede


Dyelle Menezes

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou grupo de trabalho que vai avaliar a real necessidade da Justiça Militar da União (JMU) no país. Apesar de ter os trabalhos questionados pelo próprio Judiciário, o Superior Tribunal Militar (STM), a principal Corte da Justiça Militar, está se preparando para construir uma nova sede em Brasília. Até o momento, R$ 4 milhões já estão orçados para o prédio.
Segundo a assessoria do STM, no momento, o Grupo Especial de Trabalho do Tribunal criado por Termo de Cooperação entre o STM e o Ministério da Defesa, trabalha na preparação do Termo de Referência que instruirá o Edital previsto para a licitação de empresa que fará a elaboração de projetos executivos de arquitetura, estruturas e instalações do futuro edifício-sede do Tribunal.
“O custo total e o prazo para a contratação e a realização do referido projeto, somente será possível precisar, após a conclusão da licitação e a apresentação do Plano de Trabalho, por parte da empresa vencedora”, explica nota.
Pelo termo de cooperação, coube ao Exército Brasileiro o planejamento, o acompanhamento e a execução do projeto e obra da futura sede. Ao STM caberá a orientação geral para a confecção do projeto, o levantamento das necessidades funcionais, a observância das normas que regem o assunto e, em particular, as diretrizes do CNJ, o repasse de recursos, o acompanhamento físico-financeiro e a fiscalização. “No entanto, a construção da futura sede do STM dependerá de recursos do Orçamento da União, a serem aprovados e alocados à JMU”.
Para as obras de construção nenhum centavo foi sequer empenhado, no entanto, o empreendimento da futura sede, próximo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), já apresenta gastos. No último dia 17 de maio, o STM empenhou R$ 60 mil para a contratação da empresa “Sarcon Comércio de Material Elétrico” para a prestação de serviços de limpeza do terreno onde será construído o novo prédio. O valor também inclui o fornecimento e instalação de placa de sinalização da obra.
Segundo o STM, o empreendimento é necessário em razão da inserção de novas unidades na estrutura do STM, a exemplo da Ouvidoria, do Centro de Estudos Judiciários da Justiça Militar da União (CEJUM) e do Núcleo de Repercussão Geral e Recursos Repetitivos (NURER).
Além disso, de acordo com a Corte, a criação de uma nova Auditoria na 11ª Circunscrição Judiciária Militar, sediada em Brasília-DF, e a criação de novos cargos, trouxeram, como consequência, o acréscimo de pessoal à nossa Justiça especializada que, com a realização do concurso público de 2011, deu provimento aos cargos criados”.
Atualmente, em razão do incremento, foi necessário alugar um prédio para acomodar a Auditoria de Correição e as duas Auditorias Militares da 11ª Circunscrição Judiciária Militar, anteriormente localizadas no edifício-sede do STM.

Exclusão
O início do estudo para exclusão ou não da Justiça Militar aconteceu depois do julgamento de um processo administrativo contra dois juízes do Tribunal Militar de Minas Gerais. Eles perderam o prazo para julgar 274 processos de um total de 392. Os processos prescreveram e não puderam ser julgados – e, portanto, os réus não foram punidos. Os dois juízes receberam como pena a censura do CNJ.
Diante dos fatos relatados, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou as cifras orçadas para a Justiça Militar. “Esses números são escandalosos. É indicativo de verdadeiro descalabro financeiro”, protestou Barbosa.
Em defesa da exclusão da Justiça Militar, o ministro Joaquim Barbosa afirmou que os processos da Justiça Militar Estadual poderiam ser repassados para a Justiça comum, o que geraria uma visão de conjunto no Judiciário.
As críticas foram rebatidas pelo presidente do STM, general Raymundo Nonato de Cerqueira, que as classificou como "temerárias". “Quem fala em extinção é o Congresso Nacional, e nem em 1988, após a ditadura, e em um clima de revanchismo, isso foi discutido”, afirmou.
Para o advogado especialista em direito militar, Diógenes Gomes, a Justiça Militar poderia ser excluída. Segundo Gomes, dentre os 15 ministros do STM, apenas cinco são civis e somente estes são formados em advocacia. “Muitas vezes os processos acabam no senso comum, no senso de justiça de cada um”, expõe.
O especialista afirmou ainda que o número de processos atrelados a essa esfera é baixo e que os Tribunais Federais poderiam suprir essas necessidades com pequenas mudanças, como turmas compostas por magistrados especializados em processos militares. “Até mesmo o Superior Tribunal de Justiça poderia ter turmas especializadas no tema”, afirma. “É preciso cuidado para que a Justiça Militar não se torne apenas um cabide de empregos”, conclui.
Contas Abertas/montedo.com

Ágata 7: Exército apreende armas na fronteira com a Argentina


As unidades da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, com sede em Santiago (RS), atuam em uma extensa área na Operação Ágata 7, visando coibir crimes como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos e imigração.
No último final de semana, o 4º Regimento de Cavalaria Blindado durante a fiscalização em um ponto de controle em Porto Xavier, na fronteira com a Argentina, apreendeu dois revólveres calibre 38, um deles com numeração raspada, munições, 02 adagas e um bastão retrátil.
O material e os envolvidos foram entregues à Polícia Civil para as medidas legais.
(Imagens: SCS 1ª Bda C Mec)

Marinha terá 2,5 mil militares na segurança da Copa das Confederações

Militar usa camuflagem especial durante treinamento do Comando do 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro
A Marinha do Brasil vai mobilizar entre 2 mil a 2,5 mil militares para o esquema de segurança que vai vigorar durante a Copa das Confederações, que ocorre no País entre os dias 15 e 30 de junho. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo capitão de fragata Osmar da Cunha Penha, comandante do 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Riachuelo), durante o treinamento de Controle de Distúrbios Civis voltado para a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
O treinamento reuniu cerca de 100 militares da equipe especializada de fuzileiros navais do Complexo Naval da Ilha do Governador, sede da Divisão Anfíbia, o principal núcleo das unidades de operações da Força de Fuzileiros da esquadra. As demonstrações, abertas à imprensa, tiveram o objetivo de mostrar algumas das capacidades do Corpo de Fuzileiros Navais em situações onde for necessária a intervenção do grupo para a segurança das pessoas envolvidas no evento, inclusive atletas, e também de potencial de risco de dano ao patrimônio público ou privado.
"Foi uma pequena demonstração da capacidade dos fuzileiros navais que vão trabalhar durante a Copa das Confederações. Nós fizemos uma pequena demonstração das ações de controle de distúrbios e de prevenção e combate ao terrorismo com vistas a garantir a segurança dos eventos", disse o capitão de fragata .
Divididas em três etapas, as ações envolveram - além da ação do Controle de Distúrbios Civis, quando foi utilizado um blindado Mowag Piranha - uma demonstração de um posto de controle de trânsito com simulação de vistoria aleatória de uma viatura suspeita, com imobilização e ataque de um cão da raça rottweiler. Também foi empregado farejador da raça pastor malinois, utilizado no vasculhamento do veículo para detectar a presença de explosivos. Por fim, houve uma demonstração do Grupo de Retomada de Ações Especiais, que simulou o resgate de um atleta mantido refém.
O capitão disse que, do ponto de vista logístico, a Marinha está preparada para apoiar e garantir a segurança dos eventos. "As tropas estão mobilizadas, ultimando os preparativos e adestramentos específicos e, com certeza, a partir do dia 15, quando terá início efetivamente a Copa das Confederações, tudo estará 100% para o desenvolvimento da ação em caso de necessidade."
Cunha disse que a Marinha terá, durante a Copa das Confederações, o apoio do Grupamento Marítimo responsável pelas ações de segurança na orla marítima da cidade, com a presença de diversas embarcações da Marinha, que farão a inspeção e o patrulhamento naval ao longo da costa.
A Marinha estará presente no Rio de Janeiro, em Fortaleza e em Salvador, três das seis cidades-sede da Copa das Confederações. No caso de Salvador, a Marinha terá o comando das operações de segurança - subordinada ao Segundo Distrito Naval.
TERRA/montedo.com

No "Memorial Day" dos EUA, Obama faz homenagem a militares mortos




Jeff Mason

ARLINGTON (EUA) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prestou homenagem nesta segunda-feira a homens e mulheres das forças armadas que morreram em combate, durante uma cerimônia do Memorial Day em que lembrou os norte-americanos de que o país ainda está em guerra.
Durante uma visita solene ao Arlington National Ceremony, onde estão enterradas muitas vítimas militares, Obama destacou, em declarações a visitantes, que o próximo ano marcará o último Memorial Day da guerra dos Estados Unidos no Afeganistão.
"Mas, ainda que viremos a página de uma década de conflito, mesmo quando olhamos para a frente, que nunca nos esqueçamos, enquanto nos reunimos aqui hoje, que o nosso país ainda está em guerra", disse Obama.
Diferentemente da Segunda Guerra Mundial ou a Guerra do Vietnã, conflitos que envolveram quase todos os norte-americanos, hoje a maioria dos cidadãos dos EUA não foram diretamente afetados pelos conflitos militares no exterior, observou o presidente.
"Enquanto nos reunimos aqui hoje, neste exato momento, mais de 60 mil de nossos compatriotas norte-americanos ainda servem longe de casa no Afeganistão", afirmou Obama.
"Eles ainda vão sair em patrulha, ainda estão vivendo em bases operacionais, ainda arriscam suas vidas para realizar a sua missão. E, quando eles dão suas vidas, eles ainda estão sendo sepultados em cemitérios em locais tranquilos pelo país, incluindo aqui em Arlington."
Antes de seu discurso, Obama, acompanhado de sua mulher, a primeira-dama Michelle Obama, depositou uma coroa de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, colocando a mão no coração.
A maioria das tropas de combate dos EUA devem sair do Afeganistão até o fim de 2014. Obama terminou formalmente a guerra no Iraque no início de seu mandato na Casa Branca.
Reuters/montedo.com

Exército implode pista usada no garimpo ilegal na reserva Yanomami

Atualização: 28/5 (0h)
O local fica no meio da Amazônia, onde só é possível chegar de avião. Os minérios eram retirados de um garimpo ilegal.
Militares utilizaram dinamite para implodir pista nesse domingo (26).
Serviço de inteligência do Exército detectou clareira na área indígena.

Francisco de Assis 
Da TV RR
Pouco mais de 20 militares que fazem parte da Operação Ágata 7 implodiram nesse domingo (26) uma pista de garimpo ilegal aberta na Floresta Amazônica em Roraima. A pista destruída fica no interior da Terra Indígena Yanomami e é conhecida como Pernambuco, na região de Cachoeira Xiriana, a 50 Km da fronteira com a Venezuela.
A ação conjunta foi realizada pelo 7º Batalhão de Infantaria de Selva (7º BIS) e 6º Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC), sediados em Boa Vista, além do 4º Batalhão de Aviação do Exército (4º BAvEx), sediado em Manaus (AM).
Pista aberta na Terra Indígena Yanomami que era usada no suporte do garimpo ilegal   (Foto: Laudinei Sampaio)
Pista aberta na Terra Indígena Yanomami que era
usada no suporte do garimpo ilegal
(Foto: Laudinei Sampaio)
A clareira foi descoberta pelo serviço de inteligência do Exército há três semanas e estava em atividade na reserva indígena. "Essa era, realmente, uma pista utilizada de forma ilícita. Ela foi destruída com dinamite em três pontos de sua extensão. As crateras deixaram a área inoperante", afirma o comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, general José Luiz Jaborandy.
Durante a ação, nenhum garimpeiro foi preso. Apesar disso, as Forças Armadas reconhecem a invasão de pessoas ligadas à atividade ilegal na região do Surucucu, situado a 30km da divisa com a Venezuela.
"Existe ao longo dessa área Yanomami uma série de pistas clandestinas que precisam realmente de um trabalho de inteligência para serem descobertas. Nós já identificamos outros pontos e todas elas serão neutralizadas em outras ações", acrescenta.
Segundo o piloto tenente da Aeronáutica, Eugênio Jacobs, as pistas clandestinas, na maior parte das vezes, apresentam condições precárias e oferecem riscos até mesmo para os pilotos mais experientes.
"A Amazônia, no geral, já tem uma característica diferente das demais regiões do país, sobretudo no que diz respeito às questões climatológicas. Para descer nessas pistas de 400 metros de comprimento, esburacadas, é preciso ter muito cuidado porque elas são impróprias para pousos e decolagens", comenta.
O Brasil tem quase 17 mil quilômetros de fronteira, dos quais 11 mil estão localizados na Floresta Amazônica. "A Operação na Amazônia envolve um pouco mais de planejamento pela própria complexibilidade da logística. Aqui, por exemplo, só é possível chegar de avião ou helicóptero. Então, os garimpeiros se aproveitam disso para explorar a reserva", diz o major do Exército, Rodrigo Luiz Soares Evangelista.
Para não despertar a atenção de quem sobrevoa o local, os acampamentos são montados debaixo das árvores e ficam escondidos entre as copas.
Pista implodida pelo Exército na Terra Indígena Yanomami durante a Operação Ágata 7 (Foto: Laudinei Sampaio)
Pista implodida pelo Exército na Terra Indígena Yanomami durante a Operação Ágata 7 (Foto: Laudinei Sampaio)
"Os Yanomami são contra a presença de não-indígenas na área. Cerca de 130 índios moram aqui e eles se sentem incomodados com a presença de quem vem aqui sem autorização do tuxaua", lembra o sargento Rodrigo de Freitas Cortês, um dos coordenadores do batalhão de Surucucu.
BOM DIA BRASIL/G1/montedo.com

27 de maio de 2013

Exército presta atendimento de saúde em regiões de fronteira de RR



Operação fiscaliza garimpos e desmatamento em reservas indígenas.
Brasil tem quase 17 mil quilômetros de fronteira, 11 mil na Amazônia.

Do Globo Rural
video
 
Um avião da Força Aérea partiu de Boa Vista com destino às fronteiras do Norte do Brasil em missão de encontrar crimes ambientais e levar serviço de saúde às comunidades indígenas de difícil acesso. Já foram realizados mais de 20 mil atendimentos médicos até agora.
O Brasil tem quase 17 mil quilômetros de fronteiras, com 11 mil só na Amazônia. São regiões de difícil acesso, caso do Surucucu, onde só é possível chegar de avião ou helicóptero e onde também ocorrem alguns dos principais crimes fronteiriços.
O garimpo é um dos crimes cometidos no lugar. As pistas clandestinas são usadas para escoar os minérios extraídos dentro da terra indígena. Uma delas foi implodida durante a operação.
"Existe ao longo dessa área yanomami uma série de pistas clandestinas e que precisam realmente de um trabalho de inteligência para descobrir e realizar posteriormente uma ação de neutralização”, diz José Rodrigues, comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva.
O índio yanomami Xaropita trabalha há cinco anos como cabo do Exército e é fundamental para a Operação Ágata Sete. “Aqui é difícil para os brancos porque eles não sabem o caminho e vão se perder".
A operação também fiscalizou a extração de madeira no meio da Amazônia. Para isso, o Exército e o Ibama entraram em vicinais que dão acesso aos locais onde ocorrem o desmatamento. Nas pequenas estradas também há barreiras com militares do Exército.
Alguns acampamentos e pontos de extração já tinham sido previamente identificados pelo Ibama, agora, um levantamento será feito para constatar se a área é explorada ilegalmente.
G1/montedo.com

Bronca na Marinha com gastos em alimentação


Militares da Marinha afirmam estar pagando alimentação do próprio bolso. 
“Já não basta ter os soldos achatados pelo governo, unidades em abandono, com instalações precárias, armamento velho, agora unidades de ensino programam viagens e manobras nas quais os militares que a compõem precisam custear a própria alimentação durante os eventos, sem receber o pagamento correto das viagens”, afirma uma fonte da Coluna.
Questionada pelos problemas, a Marinha destacou de maneira genérica que, quando afastado da base, o militar só recebe diárias quando a unidade que motivou o afastamento não fornece alojamento, alimentação e apoio para deslocamentos, mas a explicação não se aplica ao problema relatado pela fonte à Coluna Força Militar de O DIA publicada neste sábado, que afirma não ter recebido os valores devidos durante viagens para treinamentos. Ainda em nota, a Marinha ressalta que os direitos pecuniários de militares são respeitados e estão previstos em legislação interna da instituição.

CONFIRA ABAIXO A ÍNTEGRA DA REPOSTA DA MARINHA À COLUNA FORÇA MILITAR
Senhor Jornalista,
Em atenção à sua solicitação, participo a Vossa Senhoria os seguintes esclarecimentos:
1) “Tenho recebido reclamações de fontes da Coluna Força militar do Jornal o Dia, sobre alguns problemas na Marinha do Brasil. De acordo com as fontes, unidades de ensino programam viagens e manobras aonde os militares que a compõem precisam custear a própria alimentação durante os eventos, não recebendo o pagamento correto das viagens. Além disso, alegam dificuldades para marcação de consultas nos hospitais, que superam os três meses de espera. Diante disso, pergunto: Há algum problema no custeio da alimentação nas viagens?”
Tudo referente a direitos pecuniários de militares e servidores civis desta Força encontra-se preconizado em publicação interna específica que se baseia na legislação federal existente. Deste modo, dá-se o nome de “Diária” ao direito pecuniário devido ao militar que se afastar de sua sede, em serviço, para outro ponto do território nacional, a fim de cobrir as despesas de pousada, alimentação e locomoção urbana. Entretanto, cabe ressaltar que o militar deixa de ter direito ao recebimento de diária, quando a unidade que motivou seu afastamento estiver lhe fornecendo alojamento, alimentação e apoio para deslocamentos que se façam necessários, ou seja, quando os gastos atinentes a sua viagem forem custeados pela União.

2) “Qual o prazo máximo para marcação de consultas nos hospitais?”
A Marinha envida esforços no sentido de buscar que a marcação de consultas ambulatoriais tenha um prazo máximo de 15 dias. Os atendimentos emergenciais são realizados nas unidades de saúde que possuem Serviço de Emergência Médica. Entretanto, sabendo que determinadas especialidades tem uma grande demanda que impossibilita o cumprimento de tal meta, a MB realiza o credenciamento de clínicas e profissionais de saúde para agilizar tal atendimento.
Atenciosamente,
JOSÉ ROBERTO BUENO JUNIOR
Contra-Almirante
Diretor
O Dia Online(Força Militar)/montedo.com

Avião que traria militares brasileiros do Haiti sofre acidente ao decolar

Atualização: 27/05 (00h)
Sucatão sofre acidente com militares brasileiros a bordo no Haiti

RENATO MACHADO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE PORTO PRÍNCIPE (HAITI)
O avião modelo Boeing 707, de matrícula KC-137, pousou de barriga após um problema em uma das turbinas, em Porto Príncipe (Haiti)
O avião modelo Boeing 707, de matrícula KC-137, pousou de barriga após um problema em uma das turbinas, em Porto Príncipe (Haiti) - Renato Machado/Folhapress
Um avião com 143 militares brasileiros a bordo sofreu um acidente quando decolava na tarde deste domingo no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, capital do Haiti. Todos os passageiros são integrantes da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), que é comandada militarmente pelo Brasil. Não houve feridos.
O acidente aconteceu com o Boeing 707 de matrícula KC-137. Trata-se do mesmo modelo do avião que recebeu o apelido de Sucatão, quando serviu à Presidência da República na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, e depois foi aposentado pelo Planalto.
O avião levava de volta ao Brasil 131 militares do Brabatt-2 (2º Batalhão de Infantaria de Forças de Paz), que haviam encerrado a sua missão no Haiti. Os demais ocupantes da aeronave eram da tripulação.
Por volta de 14h30, o avião decolava com destino a Manaus quando, a alguns metros do solo, uma das turbinas explodiu. O piloto desligou os motores e cortou o combustível para evitar um acidente maior. No entanto, ao voltar à pista, o trem de pouso do avião quebrou e por isso ele se arrastou "de barriga" pela pista principal.
Em nota, a FAB (Força Aérea Brasileira) informou que já deu início às investigações sobre o caso. A Minustah confirmou que nenhum militar ficou ferido.
"As companhias de engenharia do Brasil e do Chile já analisaram a situação e verificaram que a aeronave pode ser deslocada para que o aeroporto seja reaberto", informou o coronel Marcos Santos, porta-voz do componente militar da missão.
Fontes ouvidas pela reportagem informaram que os incidentes com os aviões que levam os contingentes são frequentes, por conta da antiguidade dessas aeronaves, embora nenhum acontecimento anterior teve a mesma gravidade.
Um militar que pediu anonimato afirma que um grande grupo de militares precisou ficar um dia a mais que o previsto em Boa Vista (RR), quando fazia o trajeto para o Haiti, porque foram necessários reparos.
A Minustah chegou ao Haiti em junho de 2004, meses após um golpe que derrubou o ex-presidente Jean Bertrand Aristide. Desde o início, a parte militar da missão é comandada pelo Brasil, país que também detém o maior contingente --que está sendo reduzido e ficará com 1,2 mil militares a partir do próximo mês, quando o Brabatt 2 será fechado e haverá apenas um batalhão. 
Folha/montedo.com

Confira a nota oficial da FAB: 
Nota Oficial - Ocorrência com aeronave da FAB no Haiti
Um avião KC-137 (Boeing 707) da Força Aérea Brasileira sofreu, neste domingo (26/5), um problema técnico que provocou sua saída da pista durante a decolagem do aeroporto de Porto Príncipe, no Haiti, com destino a Manaus. A ocorrência foi por volta das 15:30 (horário de Brasília) e não houve feridos.
Estavam a bordo doze tripulantes e 131 passageiros, todos militares do contigente da Missão de Paz no Haiti.
A Força Aérea Brasileira já iniciou as investigações para apurar os fatores contribuintes para a ocorrência.
Brasília, 26 de maio de 2013.
Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
 

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