29 de agosto de 2013

Comissão da Câmra vai cobras explicações do General Elito e de ministra sobre contratação de assessor pedófilo

Gleisi e general do GSI terão de explicar a deputados a contratação de assessor pedófilo

General Elito
Ainda ministra da Casa Civil, a petista Gleisi Hoffmann e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, general José Elito Carvalho Silveira, terão de explicar na Câmara dos Deputados como se deu a contratação de assessor acusado de abusar sexualmente de menores. Requerimento do deputado federal Fernando Francischini (PR), aprovado nesta quarta-feira (28) pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, solicita informações dos titulares sobre a contratação de Eduardo Gaievski, suspeito de obrigar adolescentes à prestação de favores sexuais em troca de dinheiro na época em que era prefeito de Realeza, no interior do Paraná, entre 2005 e 2012.
De acordo com denúncias do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Paraná, o ex-assessor de Gleisi Hoffmann teria cometido diversos crimes contra adolescentes da cidade de Realeza. Segundo depoimentos, Gaievski, que está foragido, pagava entre R$ 150 e R$ 200 a meninas pobres para manter relações sexuais com elas. Exonerado da Casa Civil no último sábado (24), Gaievski era encarregado de coordenar importantes programas sociais do governo, como o de combate ao crack e o de construção de creches.
“Esse é um caso absurdo. Estamos chocados com o fato de a Presidência da República nomear alguém que responde por estupro de meninas, e o pior: ser encarregado pela ministra para cuidar de políticas públicas de combate ao crack e construção de creches, cujos destinatários são exatamente os jovens”, declarou Francischini.
O parlamentar quer que Gleisi e José Elito expliquem como a Presidência da República pode contratar alguém com um histórico como o de Gaievski. Em entrevista, a ministra alegou estar chocada com o caso e levantou preocupação com a “vulnerabilidade” dos órgãos de controle.
Se a Casa Civil tivesse realizado uma consulta no cartório, por certo encontraria uma lista com 12 ações contra Eduardo Gaievski. A certidão obtida pelo portal “UOL” inclui o inquérito policial sobre exploração sexual, uma indenização por dano moral e três por reparação de danos.
O escândalo, sem precedentes na história do Palácio do Planalto, colocou Gleisi Hoffmann na primeira lista de demissões do governo da companheira Dilma. A ideia da presidente era despachar a chefe da Casa Civil no início de 2014, mas o entrevero envolvendo o pedófilo Gaiveski antecipou a degola.
Ucho.Info/montedo.com

5 comentários:

Anônimo disse...

bem feito bem que podia acontecer o mesmo que embaixador Antonio Patriota deixou "convidado a se mandar" o comando do Ministério das Relações Exteriores nesta segunda-feira e ainda leva uma MIXADA que pra esse já não seria novidade... velho mau educado ao atender telefone... até um comandante de companhia tem adjunto pra atende quando sabe que é um militar mais moderno ou um civil sem um cargo importante trata mau da próxima vez vou gravar e postar no youtube.com

S Ten REIS disse...

Mais um general que vai passar vergonha e com certeza será humilhado como tem sido TODOS os generais que ocupam cargos não pertinentes as Forças Armadas. Se eles tivessem o mínimo de vergonha na cara, já teriam entregue seus cargos e voltado a tropa que é o seu lugar, mas a "boquinha" deve ser muito boa mesmo, pois mesmo humilhados eles não largam o osso. Depois somos a ouvir baboseiras desses generais quando visitam as unidades e enchem a boca para honra, dedicação, etc...senhores generais parem de ser humilhados por esses governos e por tabela nos humilhando também, e voltem para seus lugares na tropa: LUGAR DE MILITAR É NO QUARTEL!!!

Subão disse...

Nada mais normal em um país que um deputado federal federal condenado a mais de 13 anos de cadeia não perde o mandato!!!

Anônimo disse...

Em um país onde a presidente é guerrilheira e sequestradora, onde existem políticos condenados que não cumprem pena, outros cumprindo pena e sem perder o mandato, país onde os cargos são distribuídos por troca de favores e interesses, não vejo nenhuma dissonância em ter um acusado de pedofilia integrando o governo. O que não pode fazer parte deste governo é gente de bem, gente cumpridora das leis, pois esses devem apenas trabalhar, produzir e pagar muito imposto para sustentar essa companheirada toda que pretende se eternizar no poder. Ainda fugiremos para Cuba.

Anônimo disse...

Hoje peço permissão ao anônimo que postou o comentário que abaixo transcrevo, pela leitura perfeita da conjuntura atual do Brasil, parabéns pelo seu comentário. Senão Vejamos:


"Em um país onde a presidente é guerrilheira e sequestradora, onde existem políticos condenados que não cumprem pena, outros cumprindo pena e sem perder o mandato, país onde os cargos são distribuídos por troca de favores e interesses, não vejo nenhuma dissonância em ter um acusado de pedofilia integrando o governo. O que não pode fazer parte deste governo é gente de bem, gente cumpridora das leis, pois esses devem apenas trabalhar, produzir e pagar muito imposto para sustentar essa companheirada toda que pretende se eternizar no poder. Ainda fugiremos para Cuba."

Vítor soares Ferreira - Natal, RN

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