30 de maio de 2013

Ágata 7: Exército apreende agrotóxicos, maconha, crack e cigarros na fronteira com o Paraguai

Operação Ágata apreendeu agrotóxico, cigarro e drogas

Militares da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, Brigada Guaicurus, já apreenderam 60 metros cúbicos de madeira, 280 Kg de maconha, cerca de 20 pedras de crack e 610 pacotes de cigarros. Balanço parcial da Operação Ágata revela ainda apreensão de pneus, bebidas, eletrônicos e brinquedos.
O que chama a atenção é a apreensão de agrotóxico contrabandeado do Paraguai. Somente nesta última semana 100 kg foram barrados de entrar no Brasil. O produto chega a ser dez vezes mais barato que os fabricados aqui no país e pode causar danos à saúde por não estar sujeito a testes. A população pode ser lesada por consumir o alimento com resíduo não esperado.
A operação, que teve início na semana passada e não tem prazo para encerrar, está mobilizando cerca de mil militares da 4ª Brigada, espalhados ao longo de mais de 650 Km de fronteiras com o Paraguai. Os principais objetivos são o combate aos crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.
Ao longo destes dez dias de operação, foram ocupados mais de 250 postos de bloqueio e controle de estradas, e realizadas mais 300 patrulhas e cerca de 13 mil veículos foram revistados. Além das tropas do Exército Brasileiro, participam da operação tropas da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira, além de agentes das Polícias Federal, rodoviária federal, Militar e Civil e de agências governamentais.

Social
A fim de levar assistência social às comunidades carentes, estão sendo realizados ações cívico-sociais que realizam atendimento médico e odontológico, além de atividades sociais e recreativas. Até o momento, já foram realizados mais de 80 atendimentos médicos e 70 atendimentos odontológicos. Duas dessas ações foram realizados na região de Amambai e estão previstos mais duas em Dourados e em Bela Vista nos dias 28 e 29 de maio.
Dourados Agora, via Fátima News

Um comentário:

Anônimo disse...

No Rio os militares não podem circular fardados devido ao risco de serem alvejados por criminosos.Se o governo quer usar as Forças Armadas como polícia,tudo bem,mas quero como praça o direito de ter porte de arma.Que se mude a constituição federal pois não vou ganhar R$1800 reais por mês para ser caçado por bandido.

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