27 de abril de 2013

Capitão do Exército destrata policiais ao ser preso em blitz da Lei Seca em Manaus

Capitão do exército se altera ao ser preso dirigindo embriagado durante blitz
Segundo os agentes de trânsito, o capitão dirigia em zigue-zague e destratou policiais e os agentes de trânsito

BRUNO STRAHM
Um capitão do exército brasileiro, identificado como João Crimato Vieira, foi pego durante a bltiz da Lei Seca realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM), durante a madrugada deste sábado (27) realizada na Avenida Santos Dumont, na Zona Norte de Manaus.
Segundo os agentes do Detran, por volta de 4h30 da madrugada o capitão Vieira dirigia seu Chevrolet Agile preto, placa EPL-3171, em zigue-zague quando parou na barreira formada pela blitz. O capitão estava bastante alterado e apresentou nível alcoolemia de 0.65 mililitros no teste do bafômetro. Por conta da Lei Seca, o militar foi encaminhado ao 18º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar esclarecimentos.
Na delegacia o capitão se mostrou contrariado e destratou os policiais presentes e os agentes do Detran. Vieira teria afirmado que "era um militar e não precisava obedecer civis". Segundo informações da polícia, o delegado plantonista do 18º DIP, Alexandre Moraes, também foi destratado pelo oficial do exército que alegou que o delegado não tem autoridade policial.
O capitão só teria se acalmado após uma ligação do próprio comandante maior do exército no Amazonas exigindo que o militar colaborasse com a polícia.
Ele foi flagranteado por embriaguez ao volante e ainda aguarda para ser ouvido no 18º Distro Integrado de Polícia (DIP).
acrítica/montedo.com

Nota do editor:
Trata-se do Capitão QCO/Enfermagem João Clímaco Vieira, do Hospital Militar de Área de Manaus

4 comentários:

Anônimo disse...

Envergonha a toda a instituição com uma atitude desse tipo. Lamentável

Anônimo disse...

QCO? Milicão, enquadrando os PMs...

Anônimo disse...

Vergonha!!! Punição exemplar... tratamento rígido.

Rumo a PRF disse...

Senhores, esse é o defeito do militar, criticar o outro ou fato sem ter conhecimento ou sem conhecer a pessoa do transgressor. Não conheço o Cap e nem sou amigo dele, só acho que as partes tem que serem ouvidas.
Se ele tiver cometido o crime e não pagou fiança, deve estar recolhido ao xadrez de alguma OM. As consequências do ato, irão falar por si só.

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