28 de março de 2013

Militares exaltam golpe de 1964 e disparam contra Comissão da Verdade

Associação diz que organização varre crimes hediondos de militantes ‘para debaixo do tapete’

Três associações de militares das Forças Armadas brasileiras — Clube Militar, Clube Naval e Clube da Aeronáutica — divulgaram uma carta aberta para comemorar o aniversário de 49 anos do Golpe Militar, que ocorreu na noite de 31 de março de 1964, com a deposição do então presidente João Goulart. O manifesto também critica a Comissão da Verdade e chama os membros de pessoas “disfarçadas de democratas”.
O texto destaca que “o povo brasileiro, no início da década de 1960, em movimento crescente, apelou e levou as Forças Armadas Brasileiras à intervenção” em um “governo que, minado por teorias marxistas-leninistas, instalava e incentivava a desordem administrativa, a quebra da hierarquia e disciplina no meio militar e a cizânia entre os Poderes da República”.
— Das consequências dessa intervenção, em benefício da Nação Brasileira, que é eterna, há evidências em todos os setores: econômico, comunicações, transportes, social, político, além de outros que a História registra e que somente o passar do tempo poderá refinar ou ampliar, como sempre acontece.
Os militares aproveitaram o manifesto para disparar contra a Comissão da Verdade. A nota chama os integrantes de “democratas arrivistas, arautos da mentira”, que pretendem “dar lições de democracia”.
— Disfarçados de democratas, continuam a ser os totalitários de sempre. Ao arrepio do que consta da Lei que criou a chamada “Comissão da Verdade”, os titulares designados para compô-la, por meio de uma resolução administrativa interna, alteraram a Lei em questão limitando sua atividade à investigação apenas de atos praticados pelos Agentes do Estado, varrendo “para debaixo do tapete” os crimes hediondos praticados pelos militantes da sua própria ideologia.
Os militares destacam ainda a “credibilidade” das Forças Armadas junto à população brasileira e afirmam que a intervenção de 1964 resultou em “em benefício da Nação Brasileira, que é eterna”.
— Há evidências em todos os setores: econômico, comunicações, transportes, social, político, além de outros que a História registra e que somente o passar do tempo poderá refinar ou ampliar, como sempre acontece.
R7/montedo.com

4 comentários:

Anônimo disse...

Comissão aprova indenização para policiais, fiscais e auditores nas fronteiras

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou hoje o Projeto de Lei 4264/12, do Poder Executivo, que institui indenização para policiais federais, policiais rodoviários federais e auditores da Receita Federal que trabalhem em regiões de fronteira. A indenização será de R$ 91 por dia de trabalho.

O relator da proposta, deputado Luciano Castro (PR-RR), estendeu o benefício aos fiscais federais agropecuários e aos auditores fiscais do Trabalho. Ele também deixou claro em seu texto que o valor não está sujeito à incidência do Imposto de Renda.

A indenização será paga aos que trabalharem nas delegacias, postos e unidades situadas em localidades estratégicas, definidas em ato do Poder Executivo. Ela também valerá para o servidor público federal ocupante dos Planos Especiais de Cargos da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério da Fazenda.

O objetivo do projeto é evitar a saída de servidores das regiões consideradas vitais para a política de segurança nacional. “Dado à dificuldade de permanência nesses postos de trabalho, geralmente inóspitos e isolados, os servidores acabam se movimentando, judicial ou administrativamente, para outras regiões do País”, explica a justificativa da proposta.

O governo estima que as indenizações serão concedidas a 4.787 servidores e terão um custo total da ordem de R$ 115 milhões. A aprovação do projeto de lei é uma das prioridades do Ministério da Justiça relacionadas à área de Segurança.

Tramitação
De caráter conclusivo, o projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara


Face ao exposto, um agente da Polícia Federal que desempenha suas atividades na fronteira receberá aproximadamente R$ 11.000,00, enquanto um praça velho não chega nem nos R$ 4000,00. Tá na hora de abandonar o barco.

ROBERTO CESÁR disse...

O GOLPE DE 1964, FOI NECESSÁRIO. PORÉM HOJE A REALIDADE É OUTRA, E A CULPA É DESSES MESMOS QUE AO INVES DE APROVEITAR O PIJAMA FICA METENDO O DEDO ONDE NÃO LHES CABE. CURTAM SUAS RESERVAS, SENHORES. QUANDO ESTAVAM NA ATIVA NADA FIZERAM.

Anônimo disse...

E os servidores militares, NINGUÉM VAI DAR O GRITO?
Fala sério! Nenhum General irá se manifestar? Por isso que sempre digo: A palavra M I L I T A R é anagrama de L I M I T A R . E ISSO REPERCUTE NA VIDA DE TODOS ELES...são limitados por natureza.
Acham que servir a pátria é a mesma coisa de servir ao País. Pátria é coisa criada pelos militares da antiga, que trazem um sentimento surreal a respeito de um conceito pessoal e deturpado. TODAS AS FORÇAS DE SEGURANÇA DO BRASIL SERVEM AO PAÍS, e isso é muito diferente, pois, sabem que sentimento de patriotismo não enche barriga e por isso estão sempre tratando de suas famílias com dignidade. VEJAM AS POLÍCIAS (DF) que paga para um Sd o que o EB paga para um STen. ACORDEM LIMITADOS!!!!!!! APRENDAM A DIFERENÇA ENTRE PAÍS E PÁTRIA!

Anônimo disse...

SUGESTÃO: ALVORADA FESTIVA NO DOMINGO PRÓXIMO, DIA 31 DE MARÇO.
TODO MILITAR, DE ONDE ESTIVER, EXTERNAMENTE DE SUA OM, ATRAVÉS DE FOGOS DE ARTIFÍCIOS PELAS MANHÃ

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