30 de março de 2013

Militares das três Forças participam de treinamento de salto em queda livre em SP

Militares fazem treinamento de salto de paraquedas em Boituva, SP
Aulas envolvem militares do Exército, Aeronáutica e Marinha.
Grupos treinam os saltos em queda livre.
Treinamento salto paraquedas (Foto: Reprodução TV TEM)
Treinamento em salto em queda livre reuniu 36 oficiais das Forças Armadas do Brasil. (Foto: Reprodução TV TEM)
Militares do Exército Brasileiro, da Aeronáutica e da Marinha participaram de uma série de treinamento de salto de paraquedas em queda livre. As atividades foram realizadas no Centro Nacional de Paraquedismo, em Boituva (SP), e reuniu 36 oficiais vindos de diversos estados do país.
O curso foi promovido pela brigada de infantaria de paraquedistas. De acordo com o major instrutor chefe, João Felipe Alves Ribeiro, o curso faz parte da formação de novos alunos e o objetivo das aulas de saltos é habilitar os militares a praticar o salto livre.
Os paraquedistas saltaram de uma altura de mais de quatro mil metros. O percurso até o solo é de 40 segundos.
Segundo o major Ribeiro, foram três etapas de treinamento nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e em Boituva. “Com o curso, eles estão preparados para enfrentar adversidades. Esse militares estarão habilitados para serem empregados em uma situação de guerra, em uma situação de combate”, afirma.
Treinamento salto paraquedas (Foto: Reprodução TV TEM)
A sargento da Aeronáutica, Elisângela Secco, é a
única mulher no grupo em treinamento.
(Foto: Reprodução TV TEM)
A maioria dos oficiais já tem o curso básico de paraquedismo. Segundo o major do batalhão de dobragem de paraquedas, Nestor Lana da Silva, com a nova especialidade será possível enfrentar saltos mais altos e criar novas estratégias na hora de um combate. “O salto livre permite que você salte mais alto. Assim, conforme vai caindo um pouco e andando para frente, o militar consegue saltar até fora do território inimigo e progredir de 20 a 30 quilômetros e pousar no território inimigo. Com o outro salto não. O avião precisa passar no local para o pessoal saltar na área”, comenta.
Nos dias de treinamento, enquanto uma equipe saltava, a outra trabalhava para dobrar os paraquedas. Entre os militares do grupo de dobragem estava a sargento da Aeronáutica Elisângela Secco, a única mulher a participar dos treinos. Segundo ela, esta foi a primeira vez que uma representante do seguimento feminino da Força Aérea realiza esse curso. “A mulher está dominando várias áreas em todos os âmbitos da Força Aérea e outros seguimentos das Forças Armadas”, comenta.
G1/montedo.com

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