1 de fevereiro de 2013

Forças Armadas querem baterias de mísseis antiaéreos russos

As Forças Armadas do Brasil anunciaram o interesse de comprar cinco baterias de mísseis antiaéreos russos, três do modelo Pantsir-S1 e dois do Igla, informou nesta sexta-feira o Ministério da Defesa.
O chefe do Estado-Maior, o general José Carlos De Nardi, afirmou, por meio de um comunicado, que as Forças Armadas apresentarão a proposta à presidente Dilma Rousseff para que o governo negocie a compra durante a próxima visita ao Brasil do primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, que está prevista para o final de fevereiro.
A negociação poderia incluir o estabelecimento de uma fábrica no Brasil e um acordo para a transferência de tecnologia para o país, segundo o comunicado.
Os governos do Brasil e da Rússia manifestaram interesse em colaborar no setor de defesa durante a visita que Dilma realizou a Moscou em dezembro do ano passado.
Terra (EFE)/montedo.com

5 comentários:

Anônimo disse...

Pra quê?

Anônimo disse...

Amigo;
Tanto na Copa 2014 como nas olimpiadas de 2016 existe uma exigência da FIFA e Comite olímpico que todos os Estádios devem possuir uma def Ae!

Anônimo disse...

A coisa tá ficando russa...

Anônimo disse...

O que esses generais querem mesmo é ajuda de custo, diarias, entre outras vantagens..........

Anônimo disse...

Por causa do terrorismo internacional. Exigência da FIFA e das delegações dos países membros da OTAN. Só o Brasil parece que não se liga com o que ocorre no mundo ou, quando o faz, é com anos de defasagem. A AAAe brasileira vem sendo relegada às moscas por décadas. Aí, quando resolvem se candidatar a uma Copa do Mundo, "descobrem" que os atletas dos EUA ou da UE não porão os pezinhos de primeiro mundo aqui, se as condições de segurança não forem mínimamente adequadas. Depois dos grandes eventos, os materiais vão virar sucata, igualzinho ao que aconteceu com os mísseis Igla. (que, por sinal, são umas boas m...). Enquanto isso, a indústria de defesa nacional vai pelo ralo, sucateada e esculhambada. Nem mesmo a lei brasileira ampara o emprego de armamento antiaéreo em situações de não-guerra. Quem será o coitado do oficial que comandará essas baterias, sabendo que estará sujeito a ir para o Capa Preta, na infelicidade de ter que empregar o material? Ou não empregará, indo para o Capa Preta do mesmo jeito? Ou vai ser tudo de mentirinha, pra "inglês ver" - os mísseis serão de isopor? Ou vão fazer vista grossa às leis brasileiras, como no caso da proibição de bebidas alcoólicas nos estádios e concessão de descontos nos ingressos para idosos, tudo suspenso porque a FIFA "não concordou"? E, se assim for, QUEM assumirá a responsabilidade? A FIFA? O Ronaldo? O baixinho Amorim? A corda vai arrebentar no lado do sargento que receber a ordem de apertar o botãozinho vermelho. Nossa soberania já foi pra latrina há muito tempo, em nome do maldito futebol. Imagino as gargalhadas que se devem ouvir nos altos círculos internacionais quando se comenta que o Brasil pleiteia assento permanente no Conselho de Segurança da ONU...
E tratando seus militares pior que lixo.
Imagino ainda a seriedade das nossas instituições (principalente o Exército), depois de fazer nossos antiaéreos usarem tubos vazios sobre os ombros, como se mísseis fossem, na "segurança" da Rio +20. Embuste, figuração, acochambração. Podem ter enganado aos paisanos, mas jamais enganariam um terrorista profissional. Não se trata de "revelar segredos", é só olhar e ver. O tubo está vazio, kct! Nos prestamos a esse papel ridículo, porque não temos um único chefe militar que firme o pé - e diga que o Exército há muito vem operando sem mínimas condições de pessoal, material e moral. Que palhaçada.
Que piada, de muito mau gosto. Quem nasceu pra fusquinha, não chegará jamais a disco voador.
Tomara que haja, pelo menos, um antiaéreo na comissão que vai nos comprar essas trapizombas da Rússia, ganhando gordas diárias internacionais. Já disse aqui mesmo, em outras ocasiões - quem nos comprou essa b... do Igla foram os cavalarianos. Nada contra os cavalarianos (glória à Cavalaria!), mas convenhamos - eles entendem de blindados, não de AAAe;
Assina: um Artilheiro AAe cansado de embuste e pobreza institucional.

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