17 de fevereiro de 2013

Exército inicia combate à dengue em Porto Velho

Exército vai auxiliar agentes de saúde no combate à dengue, em Porto Velho
Trinta homens do exercito devem iniciar os trabalhos nesta segunda.
Mais de 300 casos da doença já foram notificados neste ano.

O número de casos de dengue em Porto Velho, assim como em todo o estado, é cada vez mais crescente. De acordo com a Coordenação Municipal de Controle da Dengue, durante todo o ano passado 426 casos da doença foram registrados na capital, só em janeiro deste ano 380 casos já foram notificados. Na tentativa de mudar este cenário, o exército vai auxiliar a prefeitura do município no combate à doença a partir desta segunda-feira (18).
A situação da infestação da doença na capital é grave. Comparando os dados de janeiro de 2012 e de 2013, o amento é de mais de 1000 % nos índices, caracterizando um surto epidêmico em Porto Velho, de acordo com o coordenador de combate a dengue, Raimundo Feitoza.
Diante disto, a prefeitura solicitou o auxílio do exercito no trabalho de combate a doença. "Trinta militares trabalharão juntamente com os agentes de combate a endemias, iniciando pela Vila Militar, Vila Tupi e toda aquela região", explica o coordenador. No total, serão cerca de 70 profissionais envolvidos na ação.
Os cinco Bairros da capital que concentram a maioria das notificações são: Aponiã; São Francisco; Castanheiras; Nacional e Areia Branca. Toda a população deverá ficar atenta, eliminando os criadouros dentro e fora das residências.
G1/montedo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

Engraçado!!! Esse governo tem quase 40 ministérios, fora o montão de secretarias com o mesmo status. Tem uns que não servem nem pra cuidar de galinha! A única utilidade é garantir emprego para a "cumpanherada!" Além de ganharem uma babilônia, 24 mil deles não fizeram nem concurso público, pois a única exigência é serem amiguinhos da "tiurma." Por que não botam essa cambada de parasitas fazerem algo de útil, como combater a dengue, por exemplo? Não precisa nem pertencer à Força para saber que essas atividade paralelas que deveriam ser executadas por outros órgãos governamentais e que são "empurradas" para o Exército, prejudicam e muito a instrução da tropa. Só para ilustrar aos leitores desse blog que não são militares(pois para esses não é nenhuma novidade), vou relatar um exemplo de abuso de emprego das FFAA: certa vez, depois de uma semana de acampamento, fui escalado num domingo, quando servia em uma Unidade Militar do RS, adivinhem para quê!? Chefiando uma equipe fomos todos garbosamente para a praça principal da cidade, esquentar água para abastecer uma mateada promovida pela prefeitura municipal no dia dos pais. Sei que não é fácil estar na pele do cmt quando recebe esses pedidos, pois a Força precisa manter um bom relacionamento com os demais órgãos públicos e a comunidade em geral, mas em muitos casos cabe um NÃO com letra maiúsculas. Ora, será que essa prefeitura, por exemplo, não tinha meios para executar essa tarefa? É claro que tinha! Mas é muito mais cômodo passar a bola para os "milicos", não é mesmo?

Anônimo disse...

Severiiiiiiiiiiiiiiiiinoooooss!!!

É, meus amigos, devem estar achando que somos algum tipo de "faz-tudo".

Enquanto não nos darmos o devido valor, continuaremos fazendo todo o tipo de serviço que não é nem de longe nossa função.

Apenas complementando o que o companheiro de cima disse nas primeiras linhas: Quando fui para a casa de meus pais, recém egresso da EsSA, teve um discurso do prefeito. Pois bem, eu estava passando pelo local com meu pai e eis que vejo 4 caras tirando fotos dele e da multidão que o ouvia. Pergunto ao meu pai se eram todos os 4 empregados da prefeitura apenas para tirar fotos (eu já imaginava, pois na minha infância e adolescência era a mesma coisa) e ele disse que sim.

Isso me decepciona muito. Pensem no dinheiro público que é gasto para mantê-los parasitando?

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