24 de fevereiro de 2013

Exército é acionado para instalar ponte em Santo André

Imagem: NERDS da UFABC
Neste sábado (23/02), o prefeito Carlos Grana, o secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra, e o diretor do Departamento de Segurança e Trânsito, Epeus Pinto Monteiro, receberam representantes do Exército para vistoriar o local e saber se há viabilidade técnica de se erguer uma ponte – nos moldes que as Forças Armadas fazem em situações de calamidade e de guerra – na região.
A futura ligação, em estrutura metálica, fica pronta geralmente em dois dias. Ela resolveria temporariamente o problema local, até a ponte que cedeu ser totalmente reconstruída – pelos cálculos do governo, este trabalho deve durar aproximadamente seis meses.
Técnicos do Exército fizeram a vistoria na área e disseram ser viável atender a demanda da Administração. “Temos equipamentos capazes de acatar a solicitação do governo, e restabelecer o fluxo de veículos neste período que a Prefeitura necessita para reconstruir a ponte em definitivo”, afirmou o coronel Gilberto Barbosa Moreira, chefe do Estado-Maior 2ª Divisão do Exército.
Técnicos do Exército fizeram a vistoria na área e
disseram ser viável atender a demanda da Administração.
Segundo ele, um relatório será enviado ao Ministério da Defesa no início da semana com as informações coletadas neste sábado em Santo André, pela equipe de engenharia do Batalhão de Pindamonhangaba.
“É fundamental esta parceria com o Exército, que está preparado para resolver situações calamitosas. Vamos analisar a viabilidade financeira para colocar o projeto em prática e, assim, minimizar os transtornos com mobilidade naquela região. O povo já tem muitos problemas com os quais se preocupar”, declarou Grana.
O prefeito andreense garantiu solução definitiva para a ponte que cedeu. “Não faremos apenas uma reforma, será uma reconstrução da estrutura, mais moderna e com traçado mais adequado”, acrescentou, considerando a possibilidade de a futura ponte não ser erguida no mesmo local em que está atualmente.
RD/montedo.com

4 comentários:

Anônimo disse...

Lá vão os "SEVERINOS".

Anônimo disse...

Entrei na Engenharia justamente para isso. É uma ótima atividade de adestramento e elevação do moral da tropa. No meu Btl, o PELOPES teria o maior prazer e vontade de cumprir essa missão.
1º Ten Eng

Anônimo disse...

Severinos para lá Severinos para cá, na incompetência dos petralhas há os militares para apagarem o incêndio. Uso político, sucateamento e soldos baixos predominam nas FFAA infelizmente.

Anônimo disse...

Porque "severinos" afinal? Concordo que a alcunha nos caem bem quando somos chamados para recolher lixo, pintar meio fio e coisas do gênero, mas neste caso. A tropa estará sendo adestrada e, se formos espertos, saberemos tirar proveito da situação, uma vez que é o tipo de atividade que eleva nossa imagem diante da população que muitas vezes sequer sabe que estamos passando necessidades.
Sgt Brasil!

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