24 de janeiro de 2013

Militar do Exército morre afogado em treinamento da Brigada de Operações Especiais

Militar morre após se afogar em treinamento do Exército, em Goiânia
Em nota, Exército diz que acidente ocorreu durante sessão de natação.
Jovem de 20 anos chegou a ser levado para hospital, mas não resistiu.

Gabriela Lima
Um militar do exército morreu durante um exercício de treinamento, na noite de quarta-feira (23), na Brigada de Operações Especiais da corporação, no Jardim Guanabara, em Goiânia. Segundo a assessoria de comunicação da brigada, o rapaz de 20 anos se afogou durante uma instrução de natação, no complexo aquático do local.
O afogamento ocorreu por volta das 17h. Ele chegou a ser levado para o Hospital Santa Genoveva, mas não resistiu, e morreu às 18h40.
Por meio de nota, o Exército informou que abriu um inquérito policial para apurar o caso. Disse que “todas as medidas de primeiros socorros possíveis no momento do ocorrido" foram tomadas e alega estar prestando assistência à família do jovem.
Centenas de pessoas, entre parentes, amigos e militares, acompanham o velório, realizado na Igreja Maria Mãe Santíssima, no Setor Boa Vista, região noroeste de Goiânia. O enterro do militar está marcado para as 17h desta quinta-feira (24), no cemitério Vale da Paz.
G1 GO/montedo.com

13 comentários:

Anônimo disse...

E o cidadão sabia nadar?

Anônimo disse...

Afogamento em piscina ou lago ou rio em que as medidas de segurança são tomadas é muito difícil de acontecer. O problema ocorre quando os instrutores confundem esgotamento físico e inabilidade com acochambração. Aí quando a maturidade e o profissionalismo se ausentam abre-se um fértil espaço para a ocorrência de desgraças. Não estou querendo dizer que os treinamentos para os grupos de operações especiais tenham que ser acochambrados, mas deve existir uma preocupação muito grande com a segurança em treinamentos que são notoriamente mais inseguros. Se o instruendo não está com o rendimento suficiente para o curso, que seja desligado (sair do curso) então. Não deve-se permitir que o ânimo (excesso de vibração) do instruendo em demonstrar um bom resultado leve-o ao esgotamento físico fatal ou a comprometer a sua segurança durante um treinamento.

Celso

Anônimo disse...

treinamento dentro do quartel e nada foi feito

Anônimo disse...

nada paga uma vida....pura incompetência de instrutores e monitores embusteiros e despreparados. Agora vão dizer a família dele que foi uma fatalidade. Francamente parem de matar nossos jovens por pela ignorancia

Anônimo disse...

Mais uma vítima dos caveiras de araque que pesam que sao operacionais e brincam com a vida alheia...

Anônimo disse...

Parece que estou vendo:
uma piscina com água de maneira que não se pode alcançar a borda;

um otário descansado puxando os instruendos, exaustos, para o fundo;

"crianças" ostentando estrelas e divisas e acreditando que são melhores que os outros; e

nenhum tipo de fiscalização pelos militares de mais idade... aqueles que realmente têm experiência.

O pior é que será só mais um caso... entre tantos que virão futuramente.

Anônimo disse...

Só ficamos fazendo "severinadas". Aí quando vamos fazer um treinamento militar mínimo, ninguém está preparado e o risco de acidente é enorme! Exército cujo efetivo profissional só atira uma vez por ano no TAT e apenas com as armas individuais não pode ser chamado de Exército. É circo, filme de comédia, grupamento de severinos, ou qualquer outro troço, menos Exército!

comandos disse...

Quero informa a sociedade Brasileira que todas as atividades militares da Brigada de operações especias, são de maior profissionalismo, por parte de TODOS os profissionais envolvidos na parte de segurança,e em todas atividades desenvolvidas, só podemos lamentar a perda de um jovem COMANDOS.... somente devem comentar sobre o assunto quem conhece e praticante as atividades da BRIGADA, eu não aceito esses tipos de comentário de pessoas que não conhece as ações da Brigada... A familia do jovem comandos tenha certeza que o COMANDOS estvava fazendo aquilo que acreditava e sempre demostrou grande capacidade fisíca e profissionalismo sobre a atividade, saibam que DEUS é com ele onde ele estiver....... COMANDOS FORÇA BRSIL !!!

Dicano disse...

É triste ver ignorantes e infelizes na carreira se aproveitarem de um momento de dor da família para criticarem o que nao conhecem. O ocorrido foi uma fatalidade, o militar nao participava de um treinamento extenuante e nem era aluno de curso nenhum. Era sim um jovem comandos muito feliz e entusiasmado com a atividade que abraçou. Era um dos melhores nadadores. Participava de uma atividade simples quando passou mal e por coincidencia estava na agua. Tenho certeza de que ele jamais gostaria que falassem assim da instituiçao que ele tanto honrou e que lhe deu muitas alegrias e amigos.
Comandos!

Anônimo disse...

Companheiros acordem;
Não existe fatalidade, coincidências ou coisas do tipo. Não se admite perder um combatente em treinamento e se o mesmo passou mal na aguá é porque lá não deveria estar. Toda atividade por menor que seja não pode ter sua segurança negligenciada.
Ninguém tem a intenção de depredar a imagem da Brigada, mas houve uma falha e isto é fato. Os senhores são noticia por esta triste ocorrência e todos tem sim o direito de expor sua opinião, não cabendo bravatas como a do companheiro das 14:23 que tenta delimitar quem deve ou não comentar o ocorrido. Penso ser este um espaço democrático e intimidações não são aceitáveis nem mesmo entre muros dos quartéis. Que o Senhor Deus de forças a família pela perda, e a nós sabedoria para planejarmos nossa atividade de modo a não mais permitir fatos dessa natureza.
Abraços.

Anônimo disse...

Fatalidade é um raio cair na cabeça do combatente durante uma marcha no campo; morte por afogamento em piscina não é aceitável nem em clube de recreação, quiçá num treinamento militar, no qual todas as medidas de segurança deveriam ter sido tomadas. Incompetência pura, e não venha ficar escrevendo COMANDOS com maiúsculas, tenha, sim, atitudes maiúsculas, companheiro, e pára de tentar jogar o lixo para baixo do tapete...
Veja a aviação: quando um incidente ou acidente ocorre, todos se mobilizam para averiguar e ver o que ocorreu, para que o fato não mais aconteça. Agora mesmo deixaram todos os 787 Dreamliner no chão ao custo de milhões de dólares pq as aeronaves vinham dando problemas seguidos. Se todas as medidas de segurança não estiverem tomadas para uma instrução, temos de ter a CORAGEM MORAL de cancelá-la... simples assim, ou alguém aí nunca participou de uma instrução, TAT ou TAF nos quais nem médico havia? Eu já vi médico militar dizendo que se alguém passasse mal na instrução não poderia fazer muita coisa, pois o material à sua disposição era uma maca na ambulância. Eu não sei como está hoje, pois já fui para a reserva há tempos, espero sinceramente que as coisas tenham mudado e que as OM já contem com ambulância devidamente equipada para primeiros socorros para apoio às instruções, e que os instrutores estejam sendo devidamente orientados.

Anônimo disse...

Atualmente seria mais útil uma ambulância do SAMU acompanhando os treinamentos militares do que as ambulâncias e o pessoal de saúde do Exército. Nas ambulâncias não existe nem um desfibrilador ou equipamento de ventilação mecânica. E os profissionais de saúde... muitos, apesar de serem militares, nunca fizeram um estágio num hospital público para acompanhar o atendimento de pessoas baleadas e mutiladas, situações mais de que comuns no contexto de treinamento e operações de um Exército.

Anônimo disse...

Poxa, se tinha equipe médica... tinha segurança... existiam militares profissionais como monitores... tudo estava na mais perfeita normalidade... e o cara se afogou numa piscina!!!!!! Fala sério, como pode? Num rio com correnteza até pode fugir ao controle da equipe de segurança, mas numa piscina com água parada? Ninguém viu quando o militar apresentou os primeiros sinais de dificuldade? Por acaso a piscina que usam lá possui água de de cor negra que impossibilita que as pessoas vejam quem está afundando ou que permanece muito tempo submersa? Na boa... não tem explicação, a não ser que ele tenha tido uma morte súbita na piscina durante o treinamento, aí sim não teria como se evitar. Mas afogar-se durante exercício de natação que está sendo executado "conforme o QTS" e com uma equipe médica por perto e outros militares monitorando é subestimar demais a inteligência de um homem mediano. Na certa alguém fez o que não devia ou deixou de fazer o que devia e agora o "BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA" fará de tudo para encobrir, mentir e/ou omitir a verdade, caso ela seja prejudicial à "IMAGEM DA FORÇA TERRESTRE", né CCOMSEX ?

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