28 de janeiro de 2013

Caminhões frigoríficos do Exército guardam corpos à espera das famílias

Corpos que ainda aguardam a chegada das famílias serão abrigados em caminhões frigoríficos
Pelo menos 12 jovens serão encaminhados ao veículo para que não entrem em estado de decomposição
Corpos que ainda aguardam a chegada das famílias serão abrigados em caminhões frigoríficos Emerson Souza/Agencia RBS
Caminhões frigoríficos do exército estão recebendo os corpos que não foram retirados do ginásio durante o dia Foto: Emerson Souza / Agencia RBS
Sâmia Frantz
samia.frantz@diario.com.br
Pelo menos 12 corpos de vítimas do incêndio da boate Kiss estão sendo abrigados em caminhões frigoríficos estacionados no pátio do Centro Desportivo Municipal (CDM) para enfrentar a madrugada. A medida foi tomada para evitar que eles entrem em estado de decomposição antes de seus familiares chegarem a Santa Maria para buscá-los. Todos já estão identificados.
Este é um procedimento-padrão do Instituto-Geral de Perícias. A informação foi divulgada na noite deste domingo pelo titular da Delegacia Regional de Santa Maria, Marcelo Mendes Arigony.
Zero Hora/montedo.com

9 comentários:

Anônimo disse...

Realmente é muito triste o que aconteceu em Santa Maria e tenho consciência de que o momento requer o máximo da solidariedade dos membros da sociedade como um todo. Mas há cinco minutos atrás assistindo ao JORNAL DA BAND vi militares do Exército carregando carrinhos de cimento e fazendo o fechamento da gavetas funerárias em cemitérios onde as vítimas do incêndio eram enterradas. Alguns certamente aparecerão aqui criticando a minha observação, mas ajudar no socorro e em atividades logísticas tudo bem, mas daí a pôr militares para trabalhar como coveiro nos cemitérios já um pouco de abuso por parte das autoridades. Taí uma função SEVERINA dos militares do Exército: TRABALHAR COMO COVEIROS NO(S) CEMITÉRIO(S) DE SANTA MARIA(RS).

Anônimo disse...

Para de falar besteira e deixa de ser recalcado.
Nesta hora as instituições organizadas tem que ajudar.
E nós do EB somos isso.
Se você fosse realmente militar, entenderia isto.
Vá procurar sua turma ou aonde se sinta feliz e deixe nosso Exército em paz.
O EB agradece.

Anônimo disse...

companheiro, com certeza vc nao é um dos pais que acordou ás 0600 h da manha de domingo com esta tragica noticia, e olhe que nesta hora falavam em 20 vitimas, e respirando fundo para se controlar, acordei minha esposa e ligamos para nosso filho que lá reside, pois sabemos que este é um dos lugares que ele frequenta e que no sábado anterior a turma dele estava promovendo a festa lá. Vc nao deve ter passado pela angustia até ouvir a voz dele dizendo que sabia do fato e estava bem e até tinha postado uma msg para nós no face. Amigo, graças a Deus que estes soldados, para nao chamar de meninos, estavam no apoio e nao em outro lugar que por respeito aos familiares nao ouso dizer. Nesta hora de apoio, toda logistica nossa deve ser empregada sim, nossos salários sao pagos pela populaçao, nossos materiais sao pagos pelos impostos, e se nesta hora nos furtarmos de auxiliar, tem mais é que fechar as portas.Nenhum militar gostaria de ser empregado neste evento, mas além de nosso dever como soldados, somos humanos; temos filhos, irmaos, amigos. Desculpe o desabafo. espero que repense tua opiniao sobre o apoio do EB nos cemitérios.Olhe o exemplo de bravura dos militares que pereceram no sinistro, voltando para salvar outras pessoas, mesmo depois de estarem fora da boate. Condolencias aos familiares e amigos das vitimas. desculpe o desabafo Montedo.

Anônimo disse...

Idiota esse de 19:43.
Deve ser mais um dos recalcados.
Vá estudar e vá na rota.
E saia do nosso Exército.

Anônimo disse...

Não adianta, as FFAA são "pau pra toda obra", isso não vai mudar.
Nas horas mais difíceis quem está mais preparado e disposto é que vai fazer a coisa andar e não parar.
Neste caso as FFAA agiram certo, a meu ver, pois é bem diferente, foi uma tragédia, não um caso de safadeza de prefeitura que ficou abandonada pela administração e depois vem pedir pro EB fazer faxina nas ruas da cidade pra tirar lixo.
Parabéns ao EB e a FAB de Santa Maria. Deus abençõe e dê paz as famílias neste momento tão difícil.
Servi em SM e tenho muito carinho pelo lugar. Aprendi muita coisa no Sul. Quando soubemos da tragédia, logo cedo procuramos contato com os conhecidos que ainda temos lá. Graças a Deus todos estavam bem.

Anônimo disse...

É... realmente aconteceu o que eu previ: críticas à minha crítica sobre a utilização de militares do Exército como coveiros no cemitério MUNICIPAL de Santa Maria.
Eu entendo a falta de percepção daqueles que fizeram as críticas, eles possuem uma visão curtíssima e foram impelidos pela emoção da situação, não analisaram as minhas colocações sob o ponto de vista funcional.
Se a tragédia decorreu de omissão de fiscalização das autoridades estaduais e municipais, não seria mais coerente e uma questão moral que passado o momento da emergência (resgate dos feridos e corpos do interior da boate) as atividades subalternas fossem deveriam ser executadas pelos servidores Estaduais e Municipais ou pelos empregados particulares do cemitério?
Por que militares do Exército fechando covas e não os Bombeiros? Por que os militares do Exército e não os Policiais Militares?
Por que os militares do Exército e não os Policiais Civis?
Por que os militares do Exército e não os funcionários da Prefeitura? Por que os militares do Exército e não os funcionários do Estado do RS lotados em Santa Maria?
Por que os militares do Exército e não os funcionários da Universidade Federal de Santa Maria?
Por que os militares do Exército e não os professores estaduais e municipais de Santa Maria?
Será que aqueles que concordam que não há problemas em se colocar militares como coveiros acham que todos os outros agentes públicos que eu mencionei estão menos ociosos ou exercem funções mais importantes ou mais nobres que os militares das Forças Armadas?
Por favor, entendam o que estou expondo aqui sem o uso da emoção. Vejam a desmoralização que está por trás destes "pequenos favores" que as Forças Armadas prestam à sociedade. Ajudar no resgate dos corpos e dos feridos é missão nobre. Já ser coveiro... varrer ruas... pintar escolas... catar lixo... matar mosquito da dengue... não são missões e muito menos atividades que enobreçam os militares.
Talvez o que eu esteja fazendo aqui seja o equivalente a querer ajudar um cego acendendo uma luz no local escuro onde ele se encontra. Ele não entenderá como uma ajuda... e com razão, de tão grave que é a sua limitação em enxergar e poderá até sentir-se ofendido com a minha atitude, apesar da minha instintiva boa intenção em ajudá-lo.
Esta é a minha opinião, respeitem e, caso queiram discutir mais, utilizem um linguajar digno de um militar.

Anônimo disse...

companheiro das 22:23, ponto de vista funcional,de que forma?, numa situaçao destas de calamidade como nao reagir pela emoçao. sinceramente achei que vc reconsideraria tuas primeiras colocaçoes. fazer o que? aceito tuas idéias mas de forma alguma concordo com elas. segue a vida.

Anônimo disse...

O problema não é usar o Exército para ajudar. O problema está em sempre usar o Exército para ajudar, mesmo existindo as Forças Auxiliares e outras categorias de servidores públicos com a obrigação de resolver os problemas das cidades e dos Estados. As Forças Armadas devem ser o último recurso e não o primeiro, como vem ocorrendo sistematicamente.
Sugiro àqueles que se doeram com a minha crítica a ficarem lá no cemitério fazendo as vezes dos coveiros, não gostariam não? A guarnição de Santa Maria pode até ser a segunda maior em efetivo militar, mas certamente que o efetivo da PM e Bombeiros e Guardas Municipais do RS é maior que o efetivo das Forças Armadas em Santa Maria, logo, o Estado do RS tem as suas próprias ferramentas para a solução dos seus próprios problemas. Não acho que as Forças Armadas devam se omitir, mas certamente não podem se deixar serem usadas para toda e qualquer tipo de atividade subalterna, mesmo que em situações como essa, pois o uso dos militares como coveiros certamente não atende a um situação de emergência haja vista que o momento de emergência propriamente dita se deu durante o resgate dos sobreviventes e dos corpos. E só para lembrá-los com dados concretos, tragédia maior ocorreu na região Serrana do RJ em que morreram 918 pessoas e nem por isso ouve a necessidade de militares serem utilizados como coveiros.

Anônimo disse...

Civil das 22:23 (me recuso a acreditar que é militar)
Para de falar besteira e vai trabalhar.
Tipico argumento de recalcado e frustrado.
Vai na rota!

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