25 de outubro de 2012

Na Itália, suspeitos falam em 'acerto' para Nelson Jobim favorecer venda de fragatas ao Brasil

Ex-ministro Jobim citado em escândalo na Itália
É o principal assunto na Itália o escândalo da venda de armamento ao Brasil e Panamá com uma “taxa de sucesso” paga a Claudio Scajola, ex-ministro de Desenvolvimento do governo Silvio Berlusconi, e a parlamentares. Paolo Pozzessereal, ex-diretor do grupo Finmeccanica, que vendeu 11 fragatas à Marinha do Brasil, está preso. Suspeitos citaram o nome de Nelson Jobim, ex-ministro da Defesa de Lula.

Caça ao tesouro
Dois intermediários teriam sido “ponte” no Brasil e Itália com Jobim, mas a Procuradoria não acusa Nelson Jobim de receber a comissão.
Leia também:
Acerto
À Procuradoria da Itália, os tais suspeitos falaram em “acerto” para o ex-ministro Nelson Jobim favorecer a estatal na venda de 11 fragatas.

‘Privilegiado’
A Procuradoria de Nápoles cita 11% de comissão no negócio de € 550 milhões e que Claudio Scajola tinha “canal privilegiado” com Jobim.
Cláudio Humberto/montedo.com

7 comentários:

Anônimo disse...

DENÚNCIA VAZIA
Italianos voltam atrás na acusação contra ex-ministro Nelson Jobim por compra de fragatas que não existiu
ITALIANOS RECUAM NA DENÚNCIA DE CORRUPÇÃO CONTRA JOBIM
Ao contrário do relato inicial, a Marinha brasileira não comprou fragatas da empresa italiana Finmeccanica
Ruy Barata
As denúncias envolvendo o ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, em torno da aquisição de fragatas italianas para a Marinha brasileira acabaram sendo esvaziadas ontem pela imprensa italiana após a confirmação de que o negócio do Brasil e a Itália nem sequer chegou a ser concluído. Segundo as acusações, a Finmeccanica, fabricante das fragatas e que tem 30% do capital nas mãos do governo italiano, chegou a negociar propina com Jobim para a venda dos equipamentos por intermédio do ex-secretário de desenvolvimento durante o governo de Silvio Berlusconi, Claudio Scajola. O Brasil Econômico apurou que as únicas aquisições mais recentes da Marinha nesta direção foram de três navios de patrulha oceânica de origem inglesa. Os modelos haviam sido produzidos inicialmente para Trinidad e Tobago — que desistiu da compra por problemas de financia-mento — e mais tarde foram adquiridos pelo Brasil. Dos três modelos comprados, dois já chegaram ao país e o último deverá ser entregue em2013.Os equipa-mentos servirão para reforçar o patrulhamento da costa brasileira, principalmente na área de exploração do pré-sal. Por conta das falta de um fato concreto contra Jobim, o Ministério da Defesa, que soube da denúncia pelos jornais italianos, decidiu não comentar o caso e aguardar o desenrolar das investigações conduzidas pelo Ministério Público de Nápoles.
De acordo com as acusações, publicadas pela imprensa, Scajola teria negociado comissões ilegais com Jobim pela venda de 11 embarcações (cinco fragatas, cinco escoltas e um super navio de apoio). Um negócio foi estimado em 5 bilhões euros. Do total, cerca de 11% seria destinado a Scajola, Jobim e a Massimo Nicolucci, porta-voz do ministro. Em depoimentos, o ex-presidente da Finmeccanica, Pierfrancesco Guarguaglini, concordava apenas em pagar 3% de propina. A principal acusação do inquérito contra o Jobim diz respeito às relações com Scajola, com o qual participou de pelo menos três reuniões. Trechos de um depoimento de um ex-funcionário da Finmeccanica, aponta que Scajola tinha boa relação com Jobim e por isso conduzia as negociações para a venda das fragatas com o governo brasileiro, apesar de ocupar o cargo de ministro de desenvolvimento na Itália. A Finmeccanica possui 30% do capital nas mãos do governo italiano. Apesar da gravidade das denúncias envolvendo Jobim, o governo brasileiro não parece preocupado com a repercussão do assunto. Em análises preliminares, há a percepção de que as denúncias estão relacionadas a disputas políticas internas da Itália, sendo Jobim apenas um adereço nas acusações. O Ministério da Defesa de fato estuda ampliar a frota de fragatas para a Marinha como parte do Plano de Articulação de Equipamentos de Defesa (PAED). O programa reúne as demandas das Forças Armadas , mas ainda nem sequer foi finalizado pelo Ministério. “A Itália conseguiu produzir um caso inédito de corrupção onde sequer houve a venda de equipamentos militares. Seria o primeiro caso de propina por um negócio não realizado”, ironiza um especialista na área de equipamentos militares.

Anônimo disse...

E Oficiais militares santos do pau oco não levaram nada?

Anônimo disse...

Gostaria de saber qual o critério de promoção para QAO?Precisa ser gaúcho?Precisa servir em Brasília?

Anônimo disse...

Ao Companheiro que pergunta sobre critérios para promoçao ao QAO acho que é a Valorização do mérito, ou seja, toda a vida do militar, e lá se vão mais de vinte anos de pontos acumulados semestre a semestre. E ser gaucho não faz parte do critério, mas sim, é um privilégio de poucos. abraço e sucesso na carreira. Antes que pergunte sou QAO da reserva e nascido no RS. Sem mágoa.

Anônimo disse...

E aí anonimo das 14:46! Mordeu a língua! Quanta frustação!

Anônimo disse...

Kkkkkk.... Ser gaúcho, privilégio de poucos.... Fala sério.
Quer sacanear um gaúcho, manda ele servir no Sul, kkkkkkkkk
90% quer distância de lá, kkkkkk

Anônimo disse...

É muita idiotice, não precisamos de inimigos mesmo, pois para quem não sabe antes de alguém ser gaúcho é brasileiro, portanto pode servir onde bem entender nesse Brasil, sou gaúcho e sirvo no RS e vejo muita gente de fora casar com gaúchas e muitos companheiros gaúchos casarem com mulheres de outras partes do Brasil, qual o problema? O resto são praças como eu, "que sou praça", falando mal dos Oficiais e poucas ou raras vezes vejo o inverso, tenho dó dos bairristas sejam gaúchos ou dos outros estados da federação!

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