23 de agosto de 2016

Simples, como coisa de Soldado...

Integrantes da banda da Academia de West Point homenageiam os treze militares do exército americano que participaram dos Jogos Olímpicos de 2016

"Crime para com os militares!" diz Bolsonaro sobre permanência das tropas no RJ até as eleições

Única selecionada no Brasil, aluna de Colégio Militar precisa de ajuda para fazer curso em Portugal

Nota do editor
Não costumo divulgar campanhas de auxílio financeiro aqui no blog. Mas neste caso, abro uma exceção, pois a causa é nobre. A capacidade e o esforço da Gabriela merecem ser recompensados.

Santa-mariense precisa de ajuda para fazer curso de matemática em Portugal
Menina conseguiu bolsa para curso de Matemática na Universidade do Porto, mas não tem condições de pagar as passagens
Maurício Araujo
Santa Maria (RS) - Gabriela Lima dos Santos tem 17 anos, é aluna do Colégio Militar de Santa Maria, e tem uma grande paixão: matemática. A facilidade com os números já lhe rendeu títulos em olimpíadas e campeonatos científicos em várias modalidades. Mas, agora, o desafio é outro, e já não depende mais dela. Gabriela foi a única brasileira selecionada para um curso na Escola de Verão de Matemática da Universidade do Porto, em Portugal. No dia 4 de setembro precisa estar no território europeu, no entanto ela não tem condições financeiras para arcar com as passagens. Assim, a jovem precisa e conta com sua ajuda.
Gabriela abriu uma conta bancária (veja abaixo como depositar) para arrecadar fundos. Qualquer ajuda é bem-vinda e colaborará para que a menina realize seu sonho e represente o país na Universidade. São 50 participantes no curso, de todos os cantos do mundo. A jovem santa-mariense conseguiu bolsa integral, mas os valores não cobrem o custo da viagem, que gira em torno de R$ 5 mil. A esperança de Gabriela, agora, são nas pessoas que possam contribuir com ela.
“Desde os 11 anos participo de olimpíadas cientificas em matemática, física, astronomia. É minha paixão. Quero muito ir a este curso, mas realmente não tenho condições”, revela a menina que coleciona mais de 13 medalhas e menções honrosas na área de ciências exatas.
Para Gabriela, que está no 3º ano do Ensino Médio, esta é uma oportunidade única de aprendizado, troca de conhecimento e evolução. Caso consiga arrecadar o valor, ela passará uma semana em Portugal, onde na universidade terá aulas, palestras, cursos e, no fim, ainda apresentará um projeto a respeito dos temas desenvolvidos.

AUXÍLIO
A estudante afirma que já recorreu a vários órgãos governamentais na tentativa de que algum deles conseguisse pagar as passagens, mas as respostas foram sempre negativas. Professores de olimpíadas dela também estão mobilizados para tentar auxiliá-la na sua viagem. No entanto, os retornos não são animadores até o momento.
“Quero muito ir, por isso peço a ajuda das pessoas. Que contribuam comigo, que me ajudem”, pede Gabriela.

APROVAÇÃO
O processo seletivo de Gabriela iniciou ainda no ano passado. Ela, que é bolsista no Colégio Militar, afirma que necessitou escrever uma carta de motivação à Universidade do Porto falando dos porquês deveria ser aceita, além de enviar documentos para comprovar que necessitava de bolsa integral para comparecer ao curso. Tudo deu certo até o momento. Agora, Gabriela só depende das doações para embarcar. Então, contribua e ajude Gabriela a realizar este objetivo.

Ajude na viagem de Gabriela
- Banco 104 Caixa Econômica Federal
- Agência 2859
- Conta bancária: 104.2859.013.1378-0.
- Conta Poupança 1378-0
- Operação 013.
TELEFONE: (55) 9981-0838
A RAZÃO/montedo.com

22 de agosto de 2016

Forças Armadas vão permanecer no Rio para as eleições

Militares vão reforçar a segurança em regiões dominadas pelo tráfico e pela milícia
ANTONIO WERNECK 
RIO — O ministro da defesa, Raul Jungmann, confirmou na tarde desta segunda-feira que as Forças Armadas, que reforçaram a segurança no Rio durante a Olimpíada, irão permanecer na cidade durante as eleições. A permanência dos militares na cidade é para atender um pedido formal do ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Segundo o ministro, os militares irão garantir a segurança dos eleitores, das urnas e dos candidatos em regiões dominadas pelo tráfico e pela milícia.
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O general Fernando Azevedo Silva, comandante militar do leste (CML), esclareceu que é preciso aguardar o pedido formal para saber quantos militares serão empregados e onde eles atuarão. O ministro e o general participaram de uma coletiva de imprensa no CML para avaliação da segurança nos jogos do Rio. Também estavam presentes o almirante Leonardo Puntel, comandante do Primeiro Distrito Naval; e o brigadeiro José Euclides da Silva Gonçalves, comandante do Terceiro Comar (Comando Aéreo Regional). As Forças Armadas também estudam manter o patrulhamento no Boulevard Olímpico, no centro da cidade.
Ao encaminhar o pedido a Jungmann, Mendes atendeu a um pedido do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio, desembargador Antônio Jayme Boente.
“Há muita insegurança no Rio de Janeiro. O próprio presidente (do TRE) nos pediu que fizesse intervenção. E nós cuidamos de traduzir essa preocupação ao ministro Raul Jungmann, da Defesa, para que pelo menos parte dessas forças lá permaneçam depois das Olimpíadas e alcancem o período eleitoral”, afirmou o presidente do TSE, na nota divulgada pela Corte eleitoral.
O Globo/montedo.com

Atletas militares: mesmo peso, duas medidas



Profissão: Militar/montedo.com

21 de agosto de 2016

Comandante da FAB admite cortes de horas de voos e treinamento de pilotos

Nivaldo Luiz Rossato acredita que será preciso uma ginástica financeira para minimizar o impacto em serviços essenciais como o transporte de passageiros e de órgãos
Ivan Iunes , Leonardo Cavalcanti
Até o fim deste ano, a Força Aérea Brasileira (FAB) terá voado um terço a menos do que em 2014. Na melhor das hipóteses. O comandante da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, acredita que será preciso uma ginástica financeira para minimizar o impacto em serviços essenciais como o transporte de passageiros e de órgãos; o treinamento de pilotos; e as operações na fronteira. Os prejuízos, no entanto, já são contabilizados. O desenvolvimento do cargueiro KC-390, por exemplo, teve o cronograma atrasado em um ano.
“Começamos o ano com baixíssimo orçamento e não podemos voar, nem fazer contratos se não tivermos o recurso”, disse Rossato, em entrevista ao Correio na última quinta. Gaúcho, filho de agricultores, o tenente-brigadeiro do ar comanda a Aeronáutica desde a saída de Juniti Saito, no ano passado. E, apesar das dificuldades, se diz otimista ao considerar que consegue manter missões dentro do limite do suportável, e garante o desenvolvimento dos caças Gripen NG segue.
A respeito da polêmica envolvendo a continência prestada por atletas militares em pódios da Olimpíada do Rio de Janeiro, Rossato garante que o gesto não é obrigatório, mas natural de quem passa pelas fileiras das Forças Armadas.

A Aeronáutica tem um plano de redução das bases e do pessoal para aumentar a eficiência. Como isso funciona?
Estamos concentrando nossas bases aéreas em um número menor. A base é muito cara, e o essencial são as unidades onde estão os nossos aviões. Das 22 bases, reduzimos algumas, como Fortaleza, Florianópolis, São Paulo, Santos e outras que faremos mais à frente. Mas não estamos fechando, estamos reduzindo. Em vez de termos uma base com mil pessoas, teremos uma com 200, ou menos. E essa base terá infraestrutura pronta para uso em desdobramento, os aviões decolam de uma base, pousam em outro local e operam daquele lugar. A Força Aérea em todo mundo faz isso. Na Amazônia, as bases fundamentais são Manaus, Porto Velho e Boa Vista, mas temos uma série de campos de pouso, como Vilhena, São Gabriel da Cachoeira, que são bases prontas para colocar os esquadrões lá dentro e operar. Mas não precisamos ficar vivendo no meio da Amazônia.

Mas o pessoal vai para onde?
Vai se concentrar em um número menor de bases, e essas bases ficarão prontas para os desdobramentos. Inclusive, as do litoral, como vai ser a do Recife e a de Fortaleza.

Mas há um plano de redução de pessoal nas Forças Armadas, sim?
Temos uma previsão de redução do efetivo em 20 anos. Fizemos uma concepção estratégica que chamamos de Força Aérea 100, que será quando a Força Aérea completará 100 anos, em 2041.

De quanto será essa redução de pessoal?
Temos 75,4 mil militares hoje, e vamos reduzir em torno de 25% do efetivo. Estamos trocando muita gente de carreira por temporários. Todos entram como temporários para permanecer até oito anos nas Forças Armadas. O custo é muito menor, eles ganham salário, experiência. Quando eles saem das Forças Armadas, cessa o nosso compromisso. Existem certas carreiras em que as pessoas não precisam ficar sete anos estudando em nossas academias. É o caso do relações públicas, do dentista, do farmacêutico, dos auxiliares de enfermagem, dos músicos, uma infinidade.

Atletas também?
Também. Temos em nossa organização atletas de alto padrão que recebem ensino, alimentação, educação em geral, tudo isso dentro das nossas organizações. Tudo isso vem de recursos de outros ministérios.

Há resistências internas em relação ao projeto de atletas militares?
Não. Porque esses gastos são do interesse do governo. E o atleta aproveita a nossa infraestrutura e nossas edificações, e é pago por outros órgãos de fora. Da mesma forma, os atletas de alto rendimento utilizam os ginásios que temos, as pistas, o hotel de trânsito onde eles podem ficar. Além disso, têm apoio de saúde e o salário de sargento. No mais, nossos atletas têm dificuldade para conseguir patrocínio.

Uma das polêmicas recentes foi a continência dada pelos atletas militares...
Qualquer militar tem orgulho de ser militar. Essa rapaziada de alto desempenho que entrou nessa parte das Forças Armadas gosta disso e declara isso publicamente. Eles têm apoio, que é muito bom. Eu não vejo nenhum militar dentro das nossas Forças Armadas que não tenha orgulho de fazer parte dela. Ao entrar, a primeira coisa que aprende é o Hino Nacional. Ele considera Brasil acima de tudo, é a expressão, o hino e a bandeira. E uma maneira de mostrar isso é colocar a mão no peito ou fazer a continência. Depois de fazer um estágio de um mês, ele não resiste, vê a bandeira e tem que fazer a continência. É um processo natural, não é forçar nada aquele processo, não seria natural não fazer a continência. No mundo inteiro, o pessoal tem orgulho dos seus militares e a gente vê que aqui dentro também, é só ver as pesquisas. E essa gurizada, para mim, vai ser mantida. O programa começou em 2011, estamos no sexto ano.

Qual é o impacto dos cortes orçamentários na Força Aérea?
Temos um planejamento estratégico com determinado volume de recursos. Os projetos estratégicos que estão no PAC são dois: o Gripen e o KC-390. São projetos de um valor elevado. O projeto Gripen é superior a US$ 5 bilhões, e o KC-390, só a parte de desenvolvimento custa mais de R$ 4 bilhões. Só que o KC-390 tem uma perspectiva de venda de US$ 1,5 a US$ 2 bilhões por ano. No ano passado, perdemos uma licitação com o Canadá porque o projeto ficou atrasado. O governo tem plena consciência desse problema e que temos essa necessidade de recursos. Quando eles não vêm no volume que nós queremos, isso atrasa o projeto.

E o Canadá comprou de quem?
Eles ainda estão na licitação, mas ficamos de fora. Um outro exemplo: teve uma empresa nacional que acabou de comprar 10 aviões C-130, que é justamente o concorrente, é um modelo americano. Então, esses projetos estratégicos são fundamentais não só para a Força Aérea, até porque o KC-390 atenderá a Força Aérea, o Exército, a Marinha e todos os interesses do governo dentro dessa área. Quando mandarmos gente para o Haiti e para o Líbano, o avião de transporte será ele. A indústria nacional também se beneficia. Um projeto desse tem em torno de 7 mil empregos diretos e indiretos no desenvolvimento, 1,5 mil só dentro da Embraer na área técnica e de engenharia. No Gripen, já temos quase 100 engenheiros da Embraer e da AEL trabalhando na SAAB (Suécia). E, quando o caça chegar aqui, vai dar uma tecnologia inimaginável para a nossa indústria aeronáutica. Ninguém quer ensinar ninguém, tem um preço por isso. São coisas que nós temos que adquirir dessa forma. Se quisermos começar do zero, nós não vamos fazer. Então, o recurso é fundamental para os nossos projetos estratégicos e para o nosso dia a dia, manutenção da nossa base aérea, das escolas, dos Cindactas, dos radares, todos esses recursos são impactados pela redução orçamentária.

Hoje, deixamos de voar por falta de recursos?
Claro. Voávamos em torno de 150 mil horas. No ano passado, baixamos para 130 mil horas, e, neste ano, estamos buscando a meta de chegar até 100 mil. Nós começamos o ano com baixíssimo orçamento e não podemos voar, nem fazer contratos se não tivermos o recurso por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, que nos obriga a fazer isso. Ao longo do ano, fomos recebendo mais recursos e, ainda assim, continuamos pendentes.

No que essa redução de horas de voo impacta?
Principalmente no treinamento do piloto. Isso é fundamental. Nós começamos o ano com cerca de 200 pilotos fora de voos, hoje todos já estão voltando para a atividade aérea. O piloto menos treinado é um risco maior na segurança de voo. Não poderíamos diluir as horas de voo entre os pilotos, mas, se ele voa abaixo do nível crítico, ele passa a ser um risco de segurança de voo. Então, tiramos eles dos voos para manter o nível de treinamento. O segundo impacto é que podemos estar canibalizando a frota. A nossa opção foi manter a frota, porque, se canibalizarmos isso, gera um custo altíssimo. Por exemplo, esses aviões que atendem ministros, esses que ficam em Brasília, nossa frota está reduzida pela metade, mas tomamos alguns cuidados. Fizemos uma estocagem do avião, é um trabalho de retirada do sistema hidráulico, motores, todas essas peças, para facilitar a manutenção. Então, a redução impacta nas horas de voo e no atendimento das missões, e nós estamos recuperando isso pela necessidade crítica que nós temos. Quem dá o suporte para o Exército na Amazônia é a Força Aérea e nós estamos atendendo, mas no limite do suportável, eles precisariam de muito mais do que nós estamos dando.

Transporte de órgãos também?
Também. Quando tínhamos mais horas de voo, os comandantes tinham um número maior de pilotos treinando, que também aproveitavam essas horas de treinamento transportando órgãos para lá e para cá, porque atendia a necessidade do Ministério da Saúde. Com o orçamento mais restrito, isso impactou no treinamento dos nossos pilotos. Eles não poderiam criar missões se não tivessem horas de voo. Nós temos aviões de alerta da Amazônia ao Rio Grande do Sul. Tanto aviões quanto tripulações sempre prontos. Com essa revisão orçamentária, nós temos um avião simples que pode voar 600 horas por ano e está voando 150 horas por ano. Um C-130 — cuja carga econômica dele é 800 horas — está voando 300 horas. Agora tivemos uma reunião com o Ministério da Saúde, que concordou em custear o transporte dos órgãos.

Quanto custa esse transporte?
Varia de acordo com as missões realizadas, mas é muito mais barato que seja feito pela Força Aérea do que pagar um avião de fora. Nosso custo é, mais ou menos, a metade do custo de externo. O nosso custo de hora de voo é somente logístico e combustível.

Mas continuamos com uma redução de 25% em horas de voo?
No início do ano, nós tivemos muito mais, começamos com potencial para voar 60 mil horas apenas. Redução de mais de 50% em relação a 2014. Por que nós começamos a aumentar a hora de voo? Tínhamos 60 mil horas e estamos vendo se chegamos a 100 mil horas. Foi sendo descontingenciado, com solicitações, por meio também de créditos, por exemplo. É o caso do acordo com o Ministério da Saúde no transporte de órgãos. Trouxemos de São Paulo para o Rio milhares de militares da Força Nacional com o dinheiro que nós recebemos do Ministério da Justiça. Então, vai se recompondo, mas o ideal é receber o dinheiro antes do Ministério do Planejamento. O impacto é muito grande na manutenção das unidades, nós reduzimos expediente, vamos fazendo nosso dever de casa de acordo com os recursos que o governo dá. O que impacta nessas questões de orçamento sempre? Trabalhamos em cima de capacidades. À medida que nós não temos aquele dinheiro, a nossa capacidade vai sendo reduzida, nossa capacidade de defesa aérea, de controle marítimo, de transporte.
Correio Braziliense/montedo.com

Exército concede Medalha do Pacificador para o juiz Sérgio Moro

Publicação original: 21/8 (12:56)



Credibilidade
O Boletim do Exército desta sexta-feira publicou a concessão da Medalha do Pacificador ao Juiz Federal Sérgio Fernando Moro. Impensável nos tempos de Dilma, a homenagem faz jus a Moro, que ganhou o status de herói nacional por conta da Operação Lava Jato e ajuda a recuperar a credibilidade da condecoração. 


Mensalão
Usada para homenagear militares que se destacam na carreira e também como honraria para políticos e personalidades de destaque, a Medalha do Pacificador já foi ostentada por um quarteto que acabou na cadeia: Valdemar da Costa Neto, João Paulo Cunha e Roberto Jefferson. A concessão só foi cassada em outubro de 2015, três anos depois da condenação dos mensaleiros pelo STF.


Mérito Cívico
Não será a primeira vez em que Moro receberá honrarias militares. Em dezembro passado, ele foi condecorado com a Ordem do Mérito Cívico, concedida pela Liga de Defesa Nacional. A condecoração foi entregue em solenidade realizada no 20º Batalhão de Infantaria Blindado, em Curitiba.

General deve assumir a Segurança do RJ

Photo published for Conheça o nome mais forte para substituir de Beltrame na Segurança | Lauro Jardim - O Globo
Em decreto publicado em 15 de agosto, o presidente Temer exonerou - a pedido - o General de Exército Adriano Pereira Júnior do cargo de Secretário Nacional de Defesa Civil. Após a Olimpíada, o general deverá assumir a Secretaria de Segurança do RJ, em substituição ao delegado José Mariano Beltrame. (com informações de Lauro Jardim, em O Globo)

Porque rir faz bem para a saúde!

Do Super Jurunas

Medalha Mach 3 - seis meses de uso

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