25 de maio de 2018

RS: manifesto em frente a quartel do Exército apoia a greve dos caminhoneiros

Publicação original: 25/5 (11:10)
Cruz Alta (RS) - Produtores rurais promoveram um 'tratoraço' na manhã desta sexta-feira (25). O movimento  foi iniciado em frente ao quartel do 29º Grupo de Artilharia Autopropulsado. A ação fez parte das manifestações em apoio a greve dos caminhoneiros, que ocorrem na cidade gaúcha.
Ponto de partida do 'Tratoraço' de produtores rurais

Ponto de partida do 'Tratoraço' de produtores rurais
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29 GAC AP (Mapio.Net)
Nota do editor
O Blog publicou inicialmente que a entrada da unidade havia sido bloqueada pelos manifestantes. A informação já foi corrigida.

RJ: exército escolta caminhão-tanque na saída de refinaria

Forças Armadas estão estacionadas dentro do pátio da Reduc Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo
Forças Armadas dentro do pátio da Reduc - Marcelo Theobald / Agência O Globo
Quatro viaturas e quatro motocicletas da Polícia do Exército passaram, no início da tarde desta sexta-feira (25), entre os manifestantes que estão na frente da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), em Duque de Caxias (RJ), fazendo escolta para um caminhão-tanque.
Os manifestantes aplaudiram os militares, em apoio à sua presença – em pronunciamento na tarde de hoje, o presidente Michel Temer anunciou que forças forças federais seriam usadas para desobstruir vias bloqueadas pelo movimento dos caminhoneiros.
Segundo informações obtidas entre os próprios caminhoneiros, o caminhão-tanque levava combustível para suprir necessidades de serviços públicos essenciais. Porém, a assessoria do Comando Militar do Leste (CML), não confirmou as informações dos caminhoneiros.
Agência Brasil/montedo.com

Comando do Exército se reúne para decidir ação na greve de caminhoneiros

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Imagem: Gazeta do Povo
Luiz Kawaguti 
Do UOL, em São Paulo
O Alto Comando do Exército está reunido na tarde desta sexta-feira (25) para discutir as possibilidades de atuação na paralisação dos caminhoneiros, segundo o UOL apurou. Porém, por enquanto, eventuais ações de segurança pública são de responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional de Segurança e das polícias estaduais.  O presidente Temer anunciou a ação de forças federais para resolver a crise, mas uma eventual intervenção das Forças Armadas na segurança pública depende de decreto presidencial. 
Na quinta-feira (24), o Alto Comando do Exército se reuniu por videoconferência, e os comandantes dos sete comandos militares de área do Brasil foram colocados em estado de alerta. Esse estado pode eventualmente evoluir para uma situação de maior mobilização ou até ação, dependendo de determinação presidencial. Para colocar as Forças Armadas em missões de segurança pública, o governo federal precisa decretar operação de Garantia da Lei e da Ordem. 
A desobstrução de vias sob responsabilidade da União também pode ser realizada por outras forças federais, tais como a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança. Nas rodovias estaduais, a ação pode partir das polícias de cada estado. No momento, há mobilização de agentes da Polícia Rodoviária Federal em vários estados e da Força Nacional em Minas Gerais, segundo fontes do Ministério da Segurança.
UOL/montedo.com

Comandante do Exército já mobiliza tropas em todo o país

GREVE DOS CAMINHONEIROS

Comandante do Exército já mobiliza tropas em todo o país
Comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas determinou a imediata mobilização de todo o efetivo da força para ser empregada tão logo o presidente Michel Temer realize o pronunciamento anunciando formalmente a operação de desobstrução das ruas ocupadas pelo movimento de caminhoneiros. 
O Comando do Exército ainda não foi comunicado formalmente pela Presidência, mas os homens dos diferentes batalhões espalhados pelo país já foram mobilizados.
— O comandante determinou que as áreas fiquem em condições de ser empregadas — disse ao GLOBO um militar ligado ao comando.
Na noite desta quinta-feira, por volta de 22h, o comandante Villas Bôas realizou uma videoconferência com todos os sete comandantes militares de área do Exército — comandos militares da Amazônia, Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Sudeste e Sul — para tratar do assunto.
(Robson Bonin, da sucursal de Brasília)
O Globo/montedo.com

Exército "Posto Ipiranga": Governo vai usar Exército para liberar estradas se caminhoneiros não cederem

Medida, considerada extrema, pode tanto ser eficaz como gerar uma radicalização do movimento ao estilo 2013
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Igor Gielow
SÃO PAULO  O governo federal vai usar as Forças Armadas para liberar estradas bloqueadas por caminhoneiros caso não haja um refluxo no movimento, que entrou no quinto dia nesta sexta (25). A medida, considerada extrema e indesejada, já vinha sendo avaliada pela área de inteligência e segurança do governo. Na noite de quinta, a Casa Civil havia anunciado uma trégua com as principais entidades do setor, congelando o preço do diesel que move os caminhões por 30 dias e pedindo duas semanas para retomar a negociação. Até o fim desta manhã, contudo, não havia sinais de arrefecimento daquilo que os caminhoneiros chamam de greve, mas que o governo já identifica majoritariamente como um locaute - quando empresários incentivam a disrupção de um setor econômico para tentar auferir vantagens, o que é ilegal. 
Ainda assim, há também um fator de espontaneidade na paralisação que intriga e preocupa o governo, temeroso de uma repetição nas estradas do cenário urbano dos protestos de junho de 2013. O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse nesta manhã que era preciso esperar para que o acordado com as associações na quinta chegasse à base, mas convocou uma reunião de emergência no Planalto para avaliar  o contexto. ns pontos do país, o estrangulamento causado pela ausência de transporte de combustível chegou a níveis drásticos. O aeroporto de Brasília, terceiro mais movimentado e maior centro de distribuição de conexões do país, está sem querosene de aviação, por exemplo. O governo hesita em usar o Exército, numa semana marcada por inação política e diversos movimentos contraditórios e desastrosos por parte de seus aliados na chefia do Legislativo. O agravamento exponencial da crise na quinta levou àquilo que, no Ministério da Defesa, se chama de recurso ao “posto Ipiranga” —referência, irônica no contexto atual, à propaganda da distribuidora de combustíveis que promete resolver todos os problemas do cliente em uma visita. No caso, o “posto Ipiranga” são os militares. 
Inicialmente, o Ministério da Segurança Pública defendia que um desbloqueio fosse feito com forças regulares, das PMs estaduais e da Polícia Rodoviária Federal. Durante a quinta, monitoramento feito pelo Exército indicou que os bloqueios estavam sendo feitos de forma ordeira, embora aqui e ali fossem registrados incidentes. Com a demora na solução negociada, há uma crescente leitura de que a medida mais drástica poderá ser mais efetiva. Não será algo inédito, se ocorrer. Em 1999, o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) chegou a convocar o Exército para a mesma missão, e a mera ameaça debelou o movimento. 
O perigo mora, para o governo, no exato contrário: se a medida, a exemplo da repressão policial que incendiou os protestos de 2013, acabe por radicalizar o movimento. O fato de a gestão do presidente Michel Temer (MDB), significativamente ausente das discussões, ter virado um para-raios de insatisfação popular em praticamente qualquer decisão que tome também pesa na equação.
FOLHA/montedo.com

24 de maio de 2018

Liminar autoriza uso das Forças Armadas para retirar caminhoneiros da BR-101

Trecho inclui desde Niterói até a divisa do Rio com Espírito Santo
Caminhoneiros parados na BR-101 - Marcelo Régua
JOÃO PAULO SACONI* / CAROLINA BRÍGIDO / RONALDO D'ERCOLE
RIO - Uma decisão liminar da 4ª Vara Federal de Niterói, expedida na tarde desta quinta, determinou a reintegração de posse do trecho da rodovia federal BR-101, sob gestão da concessionária Autopista Fluminense. O juiz federal William Douglas Resinente dos Santos decidiu pela desobstrução da via, ocupada por caminhoneiros grevistas que ocupam a via pelo 4º dia consecutivo. O magistrado determinou ainda que o Comando do Exército apoie a Polícia Rodoviária Federal no cumprimento da sentença.
A decisão judicial atende a um requerimento de desobstrução da pista feito pela Autopista Fluminense, que administra 322km da BR - 101 entre a cidade de Niterói e a divisa do Rio de Janeiro com o Espírito Santo. As manifestações dos caminhoneiros têm acontecido especificamente no trevo da rodovia Niterói-Manilha e também na altura do município de Campo dos Goytacazes.
No texto da decisão, o juiz federal afirma que é ilegal invadir e bloquear o trânsito de uma rodovia federal. Ainda segundo a liminar, "o direito de ir e vir não pode ser obstado a pretexto de se buscar melhorias à classe representada". Segundo o magistrado, manifestações devem ser "pautadas pela razoabilidade" e devem "observar as disposições legais e constitucionais atinentes à espécie".
William Douglas Resinente dos Santos também pondera que "a manifestação de um grupo deve funcionar como demonstração de sua força, mobilização e reforço dos próprios argumentos", mas classifica como insensível e egoísta a atitude de fechar ruas e avenidas.
Para a advogada-geral da União, Grace Mendonça, o governo pode usar força policial para garantir o cumprimento de decisões judiciais determinando o desbloqueio de rodovias em todo o país por caminhoneiros em greve. Ela informou que já foram ajuizadas 30 ações pedindo, além da liberação das rodovias, o reconhecimento de que a paralisação não é legítima. Até agora, 15 liminares já foram concedidas a favor da União. No entanto, em vários locais os grevistas resistem e ainda não desbloquearam as pistas.
— A efetivação (das liminares) pode se dar sim por força policial, inclusive por determinação das próprias decisões judiciais. É possível que se dê sim (a efetivação) através de um reforço policial. Mas toda essa articulação fica a cargo do ministro de Segurança Pública — afirmou.
Para Grace, o bloqueio das rodovias é ilegal, porque fere o direito de ir e vir de outras pessoas.
Outras concessionárias de estradas privatizadas começam a recorrer à Justiça para tentar restabelecer o tráfego em suas vias. A CCR, que administra 3.265 quilômetros de rodovias entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul informa que obteve na Justiça liminares, denominadas interditos proibitórios, para sete concessões sob sua administração: Nova Dutra, AutoBan, ViaOeste, SP Vias, Rodoanelo, Rodo Norte e Renovias.
As liminares, que foram concedidas respectivamente pelas varas cíveis de cada um dos municípios onde as concessionárias têm sede, visam impedir que o fluxo de veículos seja interrompido nas rodovias”, diz a concessionaria em comunicado.
Os valores da multas, fixados pela Justiça e que devem ser aplicas pelas Polícias Rodoviárias estaduais e federal, variam de R$ 5 mil no caso de interdições no Sistema Anhanguera Imigrantes, que liga a capital paulista à região de Campinas, a até R$ 300 mil na Nova Dutra, entre Rio e São Paulo.
As liminares, explica a CCR, estabelecem multa para o caso de descumprimento da determinação, ou seja, aos caminhoneiros que insistirem em bloquear as estradas em questão.
*Estagiário sob supervisão de Lucianne Carneiro
O Globo/montedo.com


Leia mais: https://extra.globo.com/noticias/economia/liminar-autoriza-uso-das-forcas-armadas-para-retirar-caminhoneiros-da-br-101-22712891.html#ixzz5GScp4WrY
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Vídeos exclusivos: avião da FAB cai na região metropolitana do Rio

Avião da FAB cai perto da Rodovia Rio-Santos, em Itaguaí, na Região Metropolitana
Destroços do avião da FAB, próximo a Rodovia Rio-Santos
Destroços do avião da FAB, próximo a Rodovia Rio-Santos Foto: Fabiano Rocha / Fabiano Rocha
Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu na manhã desta quinta-feira em Itaguaí, Região Metropolitana do Rio, perto da Rodovia Rio-Santos. O acidente ocorreu por volta das 7h40.
Segundo a FAB, a aeronave F-5F Tiger, do 1º Grupo de Aviação de Caça, sofreu uma pane após a decolagem da Ala 12 (Base Aérea de Santa Cruz), na Zona Oeste do Rio. Os pilotos conseguiram se ejetar antes da colisão. A dupla está viva e recebe os cuidados médicos no Hospital da Aeronáutica.

@portalfab#FABesclarece Hoje, 24/05, por volta das 07h40, uma aeronave F-5F da Força Aérea Brasileira sofreu uma pane após a decolagem da Ala 12 (Base Aérea de Santa Cruz) no Rio de Janeiro. Os pilotos conseguiram se ejetar. Mais informações em breve.

Os pilotos realizavam um voo local de treinamento e detectaram uma falha, que os obrigou a deixar a aeronave. O caça foi direcionado a uma região desabitada, sem causar danos pessoais ou materiais em solo, diz a FAB, em nota.
Um vídeo mostra a fumaça preta tomando o céu após o acidente, que ocorreu em área fora da rodovia, próxima à Cidade das Crianças. Equipes de investigação da Força Aérea Brasileira foram ao local para apurar as causas do acidente.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião caiu na Rua dos Jesuitás. Homens do quartel de Santa Cruz foram deslocados para o local.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que houve uma interdição no km 392 da BR 101, em Itaguaí, para o pouso de um helicóptero da FAB que realizou o resgate dos tripulantes da aeronave. A via já foi liberada.
EXTRA/montedo.com





Tensão:Maduro está prendendo militares na Venezuela

Prisões de militares indicam aumento de tensão na Venezuela
Maduro estaria buscando evitar rebeliões diante de mal-estar crescente
(AP Photo/Fernando Llano)
JANAÍNA FIGUEIREDO / ENVIADA ESPECIAL
CARACAS — Não existem dados oficiais, mas ONGs locais como a Foro Penal e jornalistas que monitoram de perto os quartéis venezuelanos asseguram que nas últimas semanas foram detidos entre 11 e 30 militares de diferentes regiões do país, num clima de elevada tensão na Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb). Outras fontes falam em até 200 prisões. O motivo principal que explicaria as ações do governo do presidente Nicolás Maduro é o crescente mal-estar entre os militares pela deterioração política, econômica e social do país. E com esse sentimento se instalando entre os membros da Fanb, o Palácio de Miraflores estaria buscando evitar eventuais rebeliões.
— O clima nas Forças Armadas está transbordando, a sensação é de que o mal-estar está chegando a níveis insustentáveis — comentou ao GLOBO a jornalista Sebastiana Barraez, considerada uma das mais bem informadas sobre o mundo militar.
Em seu blog, a jornalista escreveu um artigo intitulado “O ruidoso silêncio das detenções de oficiais na Fanb”, no qual incluiu uma lista de 83 militares presos nos últimos meses, com nome e sobrenome.
— Acho que as prisões de militares vão continuar nos próximos dias. O ruído, embora não saia dos quartéis, é grande — disse a jornalista, que também prevê mudanças na cúpula militar nas próximas semanas.
Para ela, “justamente por este mal-estar é provável que o governo faça alterações, para tentar manter o controle”:
— Nas últimas duas semanas, tivemos cerca de 30 detenções de militares em Caracas, Carabobo e Maracay — assegurou.
Os militares vivem a mesma crise econômica que o resto dos venezuelanos, que já é trágica para a grande maioria da população. Empresas de consultoria locais como a Ecoanalítica projetam uma hiperinflação de 18.000% para este ano. A isso somam-se a escassez de alimentos e medicamentos, a insegurança nas ruas e a falta de confiança em todos os políticos do país, chavistas e antichavistas. O êxodo de venezuelanos é cada vez mais expressivo e hoje calcula-se que um milhão de famílias sobrevivam graças ao dinheiro que recebem dos familiares emigrados.

ISOLAMENTO INTERNACIONAL
O panorama político é cada vez mais delicado, e o isolamento do governo Maduro, cada vez maior. Dos 14 países que integram o chamado Grupo de Lima, que não reconheceu a reeleição do presidente anunciada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), apenas Guiana deixaria seu embaixador no país. Especula-se sobre a saída, também, dos embaixadores de países da União Europeia (UE).
Nesta quarta-feira, uma das incógnitas em Caracas era saber do que se trata o recurso apresentado pelo chefe de Estado ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), na última terça-feira. De acordo com o analista Oswaldo Ramírez Colina, uma das possibilidades é que Maduro esteja buscando que o STJ ratifique sua eleição para evitar denúncias de usurpação de poder, já que, de acordo com o calendário original do CNE, o pleito presidencial deveria ser realizado em dezembro.
— Não sabemos o que está por trás do recurso presidencial. Outra opção é que seja alguma medida para anular de vez a Assembleia Nacional (AN) controlada pela oposição — opinou o analista.
Para ele, a perseguição à oposição vai se acentuar nas próximas semanas. O deputado Julio Borges, fora do país, já foi declarado foragido da Justiça.
— O governo está sem margem de manobra, sem recursos, e sua única saída é se fechar cada vez mais e radicalizar — concluiu Ramírez Colina.
O Globo/montedo.com

Tucano em prisão domiciliar...


SPONHOLZ (Diário do Poder)/montedo.com

Vida de quartel


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